Pai é condenado a 72 anos de prisão por estuprar as quatro filhas no Piauí

Juliana BarrosDo G1 PI

TJ-PI concedeu coletiva sobre o trabalho da Justiça na Vara Agrária (Foto: Reprodução/TV Clube)Homem ainda será julgado por abusos contra outros dois filhos (Foto: Reprodução/TV Clube)

Um homem de 59 anos, foi condenado a 72 anos de prisão por estuprar as quatro filhas emTeresina. Segundo o juiz José Olindo Gil Barbosa, titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, ele tem seis filhos e é acusado de estuprar todos eles. A sentença se refere apenas aos crimes cometidos contra as quatro garotas e o caso dos dois meninos ainda vai ser julgado. Todo o fato veio à tona em março deste ano e as investigações corriam em segredo de Justiça.

“Os casos aconteceram por cerca de 10 anos e tanto os filhos como a mulher sofriam ameaças dele para não relatar os casos. Ele chegou a usar uma máquina de choque para ameaçar e impedir as denúncias. Este já era o seu segundo casamento e, segundo informações, a primeira mulher foi embora e deixou os filhos com ele, pois não aguentava a situação. Uma cunhada também foi vítima dele quando ficou um tempo na casa para ajudar a irmã, após o parto de um dos filhos. Segundo consta nos relatos, ele usou um sonífero para dopar a cunhada e cometer o crime”, contou o juiz.

A filha mais velha, que hoje tem 19 anos, conta que sofreu mais de 100 abusos e que chegou a ser obrigada a perder a virgindade com um namorado para que ele não fosse culpado. “Os abusos aconteciam desde muito cedo. Uma das filhas, hoje com 15 anos, contou que começou aos 8 anos e ele as obrigava a assistir filmes pornográficos e presenciar os estupros aos outros irmãos. Ele sempre usava de muita violência e uma das filhas chegou a contrair uma doença sexualmente transmissível. Ele é um sádico, em 27 anos de magistratura eu nunca tinha visto caso parecido”, relatou.

O homem foi condenado por crimes de estupro de vulnerável, exposição de material pornográfico, ameaças e agressões. O estupro dos meninos ainda vai ser julgado e, por isso, a condenação deve aumentar, após somar todos os casos. Ele era funcionário da prefeitura de Teresina e morava com a família no bairro Macaúba, na Zona Sul, da capital. O homem está preso desde março deste ano na Casa de Custódia de Teresina.

Padrasto da menina Laura Beatriz é condenado a 25 anos de prisão em SC

Do G1 SC, com informações da RBS TV
Laura Beatriz Cardozo morreu em abril de 2016 (Foto: Reprodução/RBSTV)Laura Beatriz Cardozo morreu em abril de 2016 (Foto: Reprodução/RBSTV)

Quase sete meses após a morte da menina Laura Beatriz Cardozo, de 3 anos, o padrastro dela, Rafael Silva dos Santos, de 21 anos, foi condenado a 25 anos, dois meses e seis dias de prisão em regime fechado pelos crimes de estupro e tortura seguida de morte.

O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (3) em Araquari, no Norte do estado, onde a família vivia. A mãe da criança, Rozemére Cardozo, de 26 anos, foi condenada por omissão. Ela deverá cumprir pena de um ano, quatro meses e 24 dias de detenção, em regime aberto, e poderá recorrer em liberdade. Ela foi solta ainda na quinta-feira.

Já o padrastro continuará preso enquanto traminarem eventuais recuros. O homem cumpre pena na UPA de São Francisco do Sul.

O crime
Laura Beatriz Cardozo morreu no dia 10 de abril, um dia após dar entrada no pronto-socorro da cidade com vários hematomas pelo corpo, parada cardiorrespiratória e traumatismo craniano.

O helicóptero da polícia conduziu a menina para um hospital de Joinville. A criança chegou a passar por uma cirurgia na cabeça, mas não resistiu. De acordo com a Polícia Militar de Araquari, o padrasto da garota informou no pronto-atendimento que estava de bicicleta com a menina quando foram atacados por um cachorro. Ele afirmou que os dois teriam caído da bicicleta e que um animal mordeu a menina.

Versões contraditórias
Após ser confrontado, o rapaz mudou a versão e informou à PM que não havia bicicleta e que estava apenas com a criança no colo quando foi atacado por cachorros. O padrasto chegou a fugir do hospital, mas acabou preso em flagrante ainda no dia 9 de abril, quando Laura foi internada no hospital. Um exame comprovou que a criança foi estuprada

A mãe da menina chegou a confirmar a versão do padrasto. Ela contou que estava trabalhando e deixou a menina aos cuidados do companheiro. Em depoimento à Polícia Civil, a mãe negou torturas, maus-tratos ou omissão.

Ela também afirmou que não presenciou nada no dia em que a filha foi levada ao pronto-atendimento de Araquari e que não acreditava na versão do companheiro. A mulher foi presa preventivamente no dia 20 de abril.

Algumas testemunhas relataram em depoimento que as agressões contra a criança eram frequentes. Na casa da família, a polícia encontrou papel higiênico e gazes sujos de sangue.

À Justiça, Rafael negou ter cometido os crimes, questionou as provas e acusou a ex-companheira de ter agredido a menina. A mulher negou ter agredido a filha e disse que não sabia que o companheiro era violento.

Sentença
Na sentença proferida nesta quinta-feira (3), a juíza Cristina Paul Cunha Bogo escreveu que as lesões no corpo da menina demonstraram “a agressividade exagerada e o emprego de meio insidioso, que evidenciam o desapego e frieza do réu para com sua enteada”.

Em relação à mãe, a juíza escreveu que não ficou comprovado que ela agredia, de fato, a criança, mas que “inexiste qualquer justificativa para não ter agido com o cuidado, zelo e cautela que se espera de uma mãe diante da prática de tamanha crueldade contra sua prole”.

Testemunhas relataram que as agressões à criança eram frequentes. “Foi apurado que Rozemére já presenciou Rafael desferindo bengaladas na cabeça e nas costas de Laura, bem como deixando-a, em cadeira de rodas por conta de uma fratura no fêmur, do lado de fora da casa, no escuro, sozinha, chorando”, diz a sentença.

Até a publicação desta notícia o G1 tentava contato com os defensores do padrasto e da mãe da criança.

Polícia apura maus-tratos a criança de 1 ano na zona sul do Rio

Do R7, com Cidade Alerta RJ

Criança de 1 ano e 8 meses foi levada para a delegacia com hematomas; Até uma letra “A” foi escrita no braço do bebêReprodução / Rede Record

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um caso de maus-tratos a uma criança de um ano e oito meses que mora no Morro da Babilônia, no Leme, zona sul. Imagens mostram o menino com vários hematomas, marcas de queimaduras e de mordidas. Até uma letra “A” foi escrita no braço da vítima.

O caso foi descoberto quando o menino passou mal e foi levado a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da região. A equipe médica constatou os hematomas e chamou o conselho tutelar, que acionou a DCAV (Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima).

Segundo a delegada responsável pelo caso, Vanessa Martins, dois suspeitos já foram identificados. No entanto, diante do expressivo número de lesões no corpo da criança, a polícia trabalha com a hipótese de que outras pessoas contribuíssem, ainda que de forma omissa, para que as agressões se repetissem. A mãe da vítima não teria envolvimento com a violência. As agressões aconteciam enquanto ela estava no trabalho.

— A mãe e a criança estavam abrigadas na casa de uma prima, onde viviam cerca de nove pessoas com elas. Um ambiente bastante nocivo ao desenvolvimento da criança.

Um parente da mãe do menino que não quis se identificar conta que já desconfiava das agressões e teria alertado a jovem de 22 anos que a qualquer momento ela seria aborda pelo conselho tutelar e precisaria dar explicações.  Ele também revela que a mulher sofre de problemas psicológicos.

— Ela realmente tem uma dificuldade mental sim. Ela tem um carinho, tem uma preocupação, mas não tem aquele senso de responsabilidade de um adulto. Ela tem uma idade adulta, mas uma mente de uma criança.

O menino e a mãe estão abrigados na casa de outros familiares. A polícia apura o crime de tortura. A pena pode chegar a oito anos de prisão. A delegada pretende ouvir toda a família. Caso seja comprovado que algum familiar sabia das agressões e não denunciou, a pessoa pode ser responsabilizada pela omissão.

Pai arma emboscada e idoso que marcou encontro com menino de 13 anos é preso em flagrante

 

Do R7

Pai pediu que o filho fosse até o encontro do suspeito, para prender o homem em flagrante Divulgação/Polícia Civil

Um idoso foi preso após marcar um encontro sexual por uma rede social com um garoto de 13 anos na cidade de Feira de Santana, 108 km de Salvador. O pai da criança viu a conversa e acionou a polícia.

Antônio Luiz Freitas Ramos, 65 anos, foi detido em flagrante por policiais da DAI (Delegacia do Adolescente infrator) e do DERCCA (Delegacia de Repressão a Crimes Contra Crianças e Adolescentes) de Feira de Santana, sob o comando da Delegada Milena Calmon, na quarta-feira (19). Ele estava no transbordo central do bairro Tomba, de posse de uma lasanha, que seria entregue a M.V.J.S. para que a criança tivesse relações com ele.

O menino faz alguns serviços em uma loja de fogos de artifício com um amigo da família, que percebeu as investidas de Antônio Luiz e avisou ao pai. O encontro foi marcado na noite anterior, quando o pai do menino informou a polícia e pediu que o filho fosse até o encontro do suspeito, para prender o homem em flagrante.

De acordo com a delegada, o homem conversava com o garoto pelo aplicativo Whatsapp. Antônio Luiz assediou a criança e mandou áudios obscenos, prometendo dinheiro, entre outros itens, caso o menino dormisse com ele. A delegada explicou que não houve consumação do ato sexual, mas o assédio já é caracterizado como crime.

Suspeito foi preso com uma lasanha, que seria entregue ao meninoReprodução/ Record Bahia

Ainda de acordo com a polícia, as conversas aconteceram durante uma semana. O pai do menino disse que ficou assustado com os áudios que ouviu e que acredita que a justiça será feita.

— Nós não temos que ter medo, temos que encarar. E eu estou encarando, pra mim isso não é constrangedor. Graças a Deus não aconteceu nada com meu filho, então eu espero que sirva de exemplo para alguns pais, que eles vejam onde seus filhos estão.

Antônio Luiz está detido na unidade policial e irá responder pelo artigo 218-B do código penal, que diz que é crime submeter, induzir ou atrair à prostituição ou outra forma de exploração sexual alguém menor de 18 anos. A Pena prevista é de quatro a dez anos.

RJ: pai de criação é preso por suspeita de abusar de criança por 8 anos

Do R7, com Cidade Alerta RJ

Homem ameaçaria filha de criação para não contar sobre abusosReprodução / Rede Record

Um homem foi preso suspeito de abusar sexualmente da filha de criação por oito anos em São João de Meriti, Baixada Fluminense. A criança, hoje com 11 anos, morava com Amaury Teixeira dos Santos, de 45 anos, e a companheira desde que ela tinha seis meses de idade.

O suspeito foi preso em Nova Iguaçu, também na baixada. Segundo a polícia, ele abusou da filha de criação desde que ela tinha três anos de idade. A criança contou a uma tia, que avisou a mãe biológica da vítima.

Segundo as investigações, Amaury ameaçava a filha de criação para ela manter o segredo. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Sandra Ornellas, o suspeito sempre esperava o momento em que a mulher não estava por perto para agir.

— Sempre escondido da esposa, sempre quando a esposa dormia, em momentos em que ele estava sozinho com a garota.

Ainda de acordo com a delegada, exames médicos não conseguiram comprovar a acusação, mas há relatórios de psicólogos do Ministério Publico que confirmam os abusos. Testemunhas também foram ouvidas.

Na delegacia, Amaury preferiu manter o silêncio. Ele vai ser levado para o complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, para cumprir prisão preventiva.

Grávida de 12 anos que virou ‘mulher de 20’ em hospital foi ‘comprada’ no Vietnã

A menina tinha muitas estrias na barrigaA menina tinha muitas estrias na barriga | Reprodução da internet

A menina de 12 anos que foi levada grávida a um hospital de Xuzhou (China) pelo “marido”, de 35 anos (e não 40 como divulgado inicialmente), que afirmava que a criança tinha 20 anos, foi “comprada” no Vietnã.

De acordo com Ho Sy Tien, diretor do Departamento de Polícia do Ministério de Segurança Pública do Vietnã, a menina deve ter sido levada à China por uma quadrilha de tráfico humano entre 2010 e 2011, quando tinha 6 ou 7 anos.

A vítima, que é da cidade de Hanói, capital vietnamita, deve ser entregue à sua família original, segundo o “Sun”. Autoridades, entretanto, ainda não conseguiram identificar familiares.

Quando foi levada ao hospital, a menina estava no quarto mês de gestação. O “marido”, responsável pelo abuso, estava acompanhado de uma mulher, que se dizia sogra da vietnamita.

Ele foi preso.

Resultado do exame de ultrassom da meninaResultado do exame de ultrassom da menina | Reprodução da internet

Chineses costumam “comprar” de traficantes da região vietnamitas para serem suas esposas. Muitas delas são menores de idade.

Mulher ligada a coronel possuía vídeos de pornografia infantil Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mulher-ligada-coronel-possuia-videos-de-pornografia-infantil-20198930#ixzz4LfBAhrNh © 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.


Thuanne Pimenta dos Santos, 23 anos, foi presa por entregar criança a coronel – Reprodução

RIO – A faxineira Thuanne Pimenta dos Santos, acusada de ajudar o coronel reformado da PM Pedro Chavarry Pimenta no crime de estupro de vulnerável, flagrado em 10 de setembro passado, guardava vídeos de pedofilia envolvendo crianças em uma nuvem (serviço de armazenamento). A descoberta foi feita por peritos do Instituto Carlos Éboli que concluíram a perícia no aparelho apreendido com Thuanne, no momento de sua prisão preventiva. Ela e a irmã Izabela Pimenta de Souza, de 30 anos – que também está presa por envolvimento no crime – são acusadas também de participação em uma suposta rede de pedofilia que seria mantida pelo coronel.

Para a delegada Cristiana Bento, os vídeos confirmam as suspeitas de que Thuanne sabia o que fazia quando tirou uma criança de apenas 2 anos da casa dos pais para entregá-la a Pedro Chavarry na noite em que ele foi preso com a menina nua em seu carro, no estacionamento de uma lanchonete em Ramos, na Zona Norte do Rio.

Na ocasião, para convencer o pai da criança a deixá-la sob seus cuidados, Thuanne alegou que iria inscrevê-la em um programa de Natal numa creche comunitária:

— Além de configurar um outro tipo penal praticado pela Thuanne em razão do armazenamento de imagens pornográficas de crianças, o encontro destas imagens também reforçam o animus desta indiciada que tinha a personalidade voltada para este tipo de crime — disse a delegada.

A polícia aguarda o retorno do inquérito que está no Ministério Público para prosseguir a investigação sobre outros eventuais crimes que tenham sido cometidos pelo coronel que é acusado de montar uma rede para subtração de crianças e pedofilia.

CORONEL TENTOU EXTORQUIR POLICIAIS

Policiais militares disseram que o oficial ainda tentou suborná-los para escapar. Chavarry, que foi autuado por estupro de vulnerável e corrupção ativa, possui um histórico de crimes contra crianças: em 1993, ele chegou a ser preso sob suspeita de tráfico de bebês, mas não foi condenado.

Na noite daquele dia, algumas pessoas que passavam pelo estacionamento de uma lanchonete, que fica num posto de gasolina, em Ramos, notaram que havia uma criança sem roupa em um Jetta branco, junto com um homem, e ligaram para a polícia. Quando os PMs chegaram, Chavarry se assustou e tentou fugir com o veículo, mas foi obrigado pelos policiais a parar na Rua Barreiros.

Segundo o relato dos PMs que realizaram a prisão, ao ser flagrado com a menina, o coronel se identificou como um oficial superior, disse aos policiais para não darem prosseguimento à ocorrência e sugeriu que “resolvessem” a situação ali mesmo. Percebendo que o coronel tentava escapar do flagrante, um dos policiais passou a filmar discretamente o acusado.

No momento da abordagem, de acordo com os policiais, chegou ao local uma mulher e disse que o coronel reformado cuidava da criança e de uma outra menina de 12 anos. Passados alguns minutos, ainda de acordo com os PMs, outra mulher chegou e informou que o acusado pagava para sair com as meninas.

Os policiais não aceitaram a proposta e levaram o coronel para a Cidade da Polícia, no Jacaré. Em seguida, ele foi encaminhado ao Batalhão Especial Prisional (BEP) da PM, em Niterói, onde permanece preso.

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