Polícia estuda prisão da mãe da criança morta por espancamento

O caso do menino Yuri Yan Samudi Sherbat, de cinco anos, que morreu no último sábado (23), já foi entregue pela Polícia Civil à Justiça de Foz do Iguaçu. Yuri estava internado desde o último dia 15, quando foi flagrado por um policial militar apanhando do padrasto Fernando Dangeles (30). Enquanto estava no hospital, Yuri chegou a relatar as agressões do padrasto, que certa vez teria queimado as mãos do menino em uma churrasqueira.

Segundo a delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) em Foz do Iguaçu, Mônica Ferracioli, o inquérito instaurado contra a mãe, Sandra Sherbaty (28), foi entregue à Justiça na sexta-feira (22). O flagrante foi lavrado na 6° SDP no domingo (16) e encaminhado ao Nucria. A polícia acredita que Sandra apoiava as agressões.

A delegada informou que além de marcas de agressões recentes, a criança também possuía marcas mais antigas. A polícia investiga se a criança estava sendo vítima de outras pessoas. “Testemunhas serão ouvidas para ter mais conhecimento sobre o caso, e ver a necessidade de pedido de prisão da mãe”, disse Mônica Ferracioli.

A polícia informa às pessoas que suspeitarem ou virem casos de maus-tratos à crianças e adolescentes, que denunciem pelos telefones Disque 100 ou 3524 0396 ou 197.

Criança de 3 anos é encontrada morta em Arapiraca com sinais de espancamento

Exames feitos no IML constataram lesões provocadas por instrumento contundente

Criança foi morta por espancamento, aponta IML

O diretor do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, Sílvio Nunes, declarou, na tarde desta quinta-feira (21), que o exame cadavérico realizado no corpo de Dyllan Taylor Soares, de apenas 3 anos, apontou que a criança apresentava sinais de espancamento em várias regiões do corpo. Pela manhã, o padrasto e mãe de Dyllan informaram à polícia que, ao acordarem nesta quinta, encontraram a criança sem vida.

De acordo com o diretor, o médico-legista responsável pelo exame, Márcio Henrique, encontrou no corpo da criança sinais de espancamento realizado com a utilização de um ‘”material contundente”‘. As zonas atingidas foram a cabeça e, também, o abdômen. O padrasto e a mãe foram chamados para prestar depoimento na delegacia.

“Ao realizar o laudo, constatamos essas lesões no corpo de Dyllan. Todo os sinais de hematomas foram fotografados e farão parte do resultado final do material que será confeccionado pelo IML. Não há dúvidas que foi espancamento a causa da morte”, explicou o diretor.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a criança conta detalhes de uma briga entre os pais. A pessoa que está filmando, questiona como foi a briga entre o casal e o pequeno Dyllan relata como teria sido as agressões. Ao final, ele abraça um rapaz, que ainda não foi identificado.

Menino Dyllan Taylor fala sobre agressões entre os pais

Em vídeo divulgado nas redes sociais, criança conta que mãe briga com o pai

Entenda o caso

O pequeno Dyllan, de 3 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira pelos próprios pais, em uma residência situada no bairro Planalto, em Arapiraca. Em um depoimento inicial, os pais do menor informaram que ele teria comido iogurte com abacaxi e ficado com a barriga inchada.

Eles teriam procurado uma farmácia e medicado a criança, que amanheceu morta.

 

Coronel da PM acusado de estupro já foi visto com menina de 2 anos outras vezes, dizem testemunhas

Do R7, com Agência Estado

Chavarry foi levado para o Batalhão Prisional em NiteróiReprodução/CBPMERJ

O coronel reformado da PM Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, preso na noite de sábado (10) acusado de estupro de vulnerável após ser flagrado com uma menina de 2 anos nua em seu carro, já tinha sido visto com a vítima outras vezes, segundo moradores da região. As primeiras notícias são de que a mãe da menina está presa e criança ficou sob os cuidados de uma vizinha.

De acordo com o Batalhão da Maré (22º BPM), a unidade foi acionada para checar uma denúncia recebida de estupro de vulnerável. Ao chegarem ao local, policias abordaram o carro e encontraram o suspeito com a menina de 2 anos. Segundo a PM, o coronel reformado pediu para que a ocorrência fosse encerrada e ofereceu vantagens aos agentes. A oferta foi recusada e Chavarry foi encaminhado para a Central de Garantias.

Um vídeo mostra o momento em que Chavarry diz que “vai resolver tudo” na segunda-feira e pede para que a ocorrência seja encerrada.

Segundo a delegada Carolina Marins, da Central de Garantias, o coronel foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável e corrupção ativa. A criança foi entregue aos responsáveis legais e será encaminhada para a DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima).

A Polícia Civil deve encaminhar para o Conselho Tutelar cópias do procedimento para garantir assistência à vítima. O caso foi encaminhado para a delegacia de Bonsucesso (21ª DP), que vai investigar o crime e identificar outros possíveis envolvidos no crime.

O suspeito, que atualmente é presidente do CBPMERJ (Caixa Beneficente da Polícia Militar do Rio de Janeiro), está preso no Batalhão Prisional, em Niterói, região metropolitana do Rio. Em nota, a Polícia Militar informou que “repudia e combate qualquer tipo de crime”.

Filme imperdível!

hope11

Hope foi baseado em um caso real ocorrido na Coreia do Sul, em 2008: o caso Nayoung, em que uma garota de 8 anos, de pseudônimo Nayoung, foi sequestrada no caminho da escola por Cho Doo Soon, de 57 anos, que estava bêbado no momento. A garota, que foi violentada e espancada em um banheiro público, sofreu ferimentos nos órgãos internos. Levada ao hospital, felizmente sobreviveu.
O criminoso foi sentenciado a apenas 12 anos de prisão, o que gerou muita revolta. O povo exigiu revisão das leis judiciais coreanas.

Criança peruana de 7 anos é abusada e fotografada nua em Cuiabá, diz PM

Do G1 MT

A Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) declarou que foi informada do caso e vai investigar o suposto rapto e abuso dessa criança. De acordo com a Polícia Militar, a família mora no Bairro Parque Atalaia. A mãe da criança disse que estava indo para a igreja com a filha e pediu que a menina fosse na frente e buscasse uma bicicleta na casa da tia dela.

Enquanto a mãe fechava a casa, a criança foi sozinha para a casa da tia. A mãe relatou aos policiais que foi para a igreja e não encontrou a filha no local. A menina só foi encontrada uma hora depois, no mesmo bairro. Conforme a PM, a criança relatou à família que estava a caminho da casa da tia quando um homem, em um carro, a abordou.

A criança afirmou para a mãe que foi colocada à força nesse veículo até uma casa, no Bairro Parque Cuiabá. O homem teria tirado as roupas da criança, tocado no corpo da menina e tirado fotos. Depois disso o suspeito a deixou no mesmo local de onde tinha sido levada.

O Conselho Tutelar foi chamado e tentou ajudar a criança a indicar a casa onde o suspeito a levou. Dois homens que estavam em um carro suspeito foram abordados pelos policiais, mas foram liberados, já que a criança não teria reconhecido nenhum deles.

Criança morta a pancadas pelo pai em SP foi agredida o dia todo, diz polícia

Do G1 Santos

Rafael, de cinco anos, morreu após ter sido espancado pelo próprio pai em Peruíbe (Foto: G1)Rafael, de cinco anos, morreu após ter sido espancado pelo próprio pai em Peruíbe (Foto: G1)

O pai considerado suspeito pela polícia de matar o próprio filho espancado em Peruíbe, no litoral de São Paulo, teria agredido a criança múltiplas vezes durante o dia. De acordo com a polícia, Felipe Araújo afirmou em depoimento que bateu em Rafael, de cinco anos, durante a manhã e também durante a noite.

De acordo com a polícia, Felipe de Jesus Soares Araújo, de 32 anos, espancou o garoto porque ele deu trabalho na hora de comer. O crime aconteceu no dia 15 e o homem fugiu após a PM ser acionada. Ele se entregou à polícia no dia 18 de julho e foi preso em seguida.

A polícia afirma que Felipe confessou o fato durante depoimento prestado aos investigadores de Peruíbe. Rafael teria sido agredido com socos e chutes durante o fim da manhã do dia 15 e novamente no começo da noite do mesmo dia.

A mãe do menino também será ouvida pelos investigadores responsáveis pelo caso. Além disso, ela também será indiciada, o que já foi determinado pelas autoridades policiais, por omissão. Imagens registradas pela Polícia Civil mostram o suspeito chegando à delegacia para prestar depoimento. (veja o vídeo ao final da matéria).

Confissão
Segundo a madrinha da vítima, Luciana da Silva, de 34 anos, Felipe ligou para o celular da mãe de Rafael no dia seguinte ao crime.

“Por conta da confusão, o celular dela [mãe de Rafael] acabou ficando comigo, portanto quando o Felipe me ligou, eu que atendi. Ele disse que a culpa não era dele, que ele não teve a intenção de matar o menino. Eu pedi para ele se entregar, mas ele disse que não ia fazer porque estava com medo de ser morto por alguém. Nesse momento, eu disse que iria enterrar o filho dele e a ligação caiu”, disse Luciana.

Ela conta também que conversou com a mãe do garoto, que está ‘arrasada’ com a situação.

Felipe de Jesus Soares Araújo, de 32 anos, se apresentou à polícia nesta segunda-feira (18) (Foto: G1)Felipe de Jesus Soares Araújo, de 32 anos, se apresentou à polícia nesta segunda-feira (18) (Foto: G1)
Delegacia sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)Delegacia sede de Peruíbe, no litoral de São Paulo (Foto: Cássio Lyra/G1)

Comportamento violento
A madrinha da criança diz que Felipe afirmou mais de uma vez que não gostava do filho e que o suspeito tinha um comportamento violento, que deixava a mãe de Rafael com medo.

“Certa vez, ele disse que não tinha nenhum amor pelo Rafael. Ele também era muito violento, e o medo era um dos motivos que mantinha a mãe do Rafael morando com esse monstro. Eu cheguei a sugerir para ela morar comigo, mas ele ameaçava ela caso saísse de casa”, disse.

Perplexa com o ocorrido, Luciana pede para que alguém que tenha informações sobre o paradeiro de Felipe denuncie à polícia. “Toda a família está arrasada. Só queremos justiça. O pior de tudo foi vê-lo dentro do caixão, todo machucado. Esse menino era uma pessoa especial”, desabafa.

Tio e primo são condenados por estupro de menina por quase 3 anos

Do G1 Sorocaba e Jundiaí

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de dois homens acusados de estuprar uma menor de idade em Itu (SP). Um dos acusados é tio da vítima e foi sentenciado a 14 anos de reclusão. Já o segundo, primo da criança, foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão. Condenados em 1ª instância, os réus alegaram na apelação que apenas “brincavam” com a menina, mas a Justiça negou a apelação.

De acordo com os documentos do processo, os abusos teriam acontecido várias vezes durante quase três anos em casas nos bairros Portal do Edem e Jardim Europa. Os dois réus são acusados de encostar o pênis no corpo da vítima, hoje com 12 anos, além de obrigá-la a dar beijos na boca e passar a mão em seus órgãos genitais.

Durante a defesa, o tio afirmou que estaria apenas brincando com a menina em seu colo “como fazia com os outros netos, sem nenhuma maldade”. O primo, na época com 28 anos, alegou que teria “esbarrado” na garota durante “brincadeiras” em seu quarto, mas sem “qualquer intenção imprópria”.

Segundo a Justiça, os abusos só pararam após a menina contar o que acontecia para a mãe. Ela relatou que os abusos começaram em 2011, quando ainda tinha seis anos e que “demorou a contar os fato porque tinha medo que ela ficasse brava”. A responsável pela criança também testemunhou contra os dois acusados, afirmando ter presenciado um dos abusos cometidos pelo tio, “ocasião em que ele ficou sem graça e a vítima trancou-se no banheiro”.

O desembargador Guilherme Strenger destacou na decisão que, em casos como este, a palavra da vítima, se coerente e uniforme, merece integral acolhimento. “O quadro probatório contém elementos de convicção, de molde a não deixar dúvidas sobre a prática, pelos acusados, do crime de estupro de vulnerável – e não de mera contravenção penal, como pretende a defensoria”, afirmou o relator.

Os dois foram condenados em 2015 e, em setembro do mesmo ano, tiveram o habeas corpus negado pela Justiça. A defesa, então, apelou para tentar reduzir a pena e desqualificar o crime para contravenção penal, sem prisão, o que também foi indeferido pelo TJ. Não foi informado o presídio em que eles irão cumprir a pena.