Arquivo mensal: setembro 2013

Britânico é sentenciado nos EUA por tramar tortura e canibalismo contra criança

WORCESTER, Estados Unidos, 17 Set (Reuters) – Um britânico que admitiu ter a intenção de sequestrar, torturar e comer pelo menos uma criança foi sentenciado nesta terça-feira a 27 anos de prisão nos Estados Unidos.

Geoffrey Portway, de 40 anos, havia admitido em maio à Justiça as acusações de posse de pornografia infantil e de tramar um sequestro e um crime violento.

No ano passado, agentes federais que investigavam crimes contra crianças foram à casa de Portway em Massachusetts e encontraram no porão uma masmorra com isolamento acústico, um caixão infantil feito em casa, uma jaula metálica, uma mesa com tampo de aço, kits de açougueiro e utensílios para imobilização.

Os agentes também disseram ter encontrado indícios de mais de 4.500 intercâmbios de pornografia infantil no computador dele.

Na confissão, Portway admitiu ter conversas via computador com vários indivíduos sobre um “interesse mútuo em raptar, estuprar, assassinar e comer crianças”, segundo promotores. Ele também admitiu comercializar pornografia infantil.

O caso foi parte de uma investigação mais ampla sobre uma rede de pornografia infantil, que começou em 2010 em Massachusetts e se ampliou para outros países. Cerca de 60 pessoas já foram processadas, e mais de 160 crianças já foram identificadas como vítimas e resgatadas, segundo as autoridades.

Na audiência desta terça-feira, o advogado de Portway, Richard Sweeney, alegou que seu cliente é “doente” e que “imergiu num mundo de fantasia na internet”, mas nunca teve a intenção real de fazer mal a crianças.

(Reportagem de Daniel Lovering)

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/britanico-sentenciado-nos-eua-por-tramar-tortura-canibalismo-contra-crianca-10009854.html#ixzz2g6xO5yJb

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Polícia Civil investiga conduta de policiais que se recusaram a registrar ocorrência de suposto caso de pedofilia

A Corregedoria da Polícia Civil abriu uma sindicância administrativa para apurar porque os policiais de duas delegacias – 24ª (Piedade) e 26ª DP (Todos os Santos) – se recusaram a registrar denúncia feita pela mãe de uma menina de 11 anos, de que a filha estaria sendo assediada por um homem de 57 anos pelo telefone. O caso foi revelado nesta terça-feira pelo “Bom Dia Rio”, da Rede Globo.

Após passar pelas duas unidades, a mãe agiu sozinha para prender o suspeito, Luiz Felipe de Menezes. Fingindo ser a criança, ela armou um encontro com o homem, no último dia 16. Luiz acabou preso por policiais do 3º BPM (Méier), depois de ser espancado por populares. A mulher relata que esteve, no dia 11, na 24ª DP, onde um policial disse que ela deveria apenas trocar sua linha telefônica, pois o caso parecia se tratar de trote. No dia seguinte, na 26ª DP, ouviu de um agente que o registro não poderia ser feito porque o homem não chegou a fazer nada com a menina.

– Foi um absurdo o que aconteceu. Eu não tinha a quem recorrer. Ele (Luiz Felipe) perguntava dos órgãos sexuais da minha filha, e dizia que estava excitado com ela. Falava que queria manter relações sexuais com a menina. Uma vez, perguntou se a calcinha que ela estava usando cabia na mão dele. Era nojento – relata a mãe.

Nesta terça-feira, a polícia informou que os policiais responsáveis pelo atendimento já foram identificados e ouvidos. A chefe da instituição, delegada Martha Rocha, ligou para a mãe da garota e pediu desculpas pelo que aconteceu.

De acordo com a família da menina, Luiz Felipe começou a ligar para o telefone fixo da casa há três meses. Na ocasião, identificou-se para a criança como Bruno, e afirmou que era amigo de sua mãe. As ligações se tornaram diárias, sempre na hora do almoço. Nelas, o suspeito, segundo a menina, perguntava se ela estava de calcinha, qual era o tamanho da peça, e como estava vestida. Assustada, a garota relatou tudo à mãe. Foi então que a mulher passou a atender os telefonemas fingindo ser a filha.

– Ele disse que tinha namorado uma garota de 10 anos e uma de 14. Fiquei apavorada – relembra a mãe.

Levado pelos policiais para a 25ª DP (Engenho Novo), Luiz Felipe foi autuado em flagrante por assediar uma criança com o fim de praticar ato libidinoso. A pena para o crime varia de um a três anos de prisão. A assessoria de imprensa da Polícia Civil afirmou, por meio de nota, que a “conduta dos agentes está em desacordo com as diretrizes estabelecidas” pela instituição. Já a secretaria de Segurança reconheceu que houve uma “falha” que está sendo investigada.

– Não posso nem pensar no que poderia ter acontecido com a minha filha. Agradeço por ela ter me contado sobre as ligações. Ela está muito assustada. Diz que não quer sair de casa, e também que não vai querer voltar para a escola. Por enquanto, ela está sem aula por causa da greve (na rede municipal), mas não sei como será depois. Ela não está nem querendo atender o telefone, e acho melhor assim. Tenho também uma filha de oito anos e fico mais atenta agora.

De acordo com a parentes de Luiz Felipe, a família está chocada e nunca havia notado comportamento suspeito. “Não achamos que há provas suficientes contra ele”, protesta uma prima de Luiz. O defensor do preso, contratado pela família ontem, só começará a atuar hoje no caso.

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/policia-civil-investiga-conduta-de-policiais-que-se-recusaram-registrar-ocorrencia-de-suposto-caso-de-pedofilia-10133021.html#ixzz2g6wI7PCs

Suspeito de assediar criança de 11 anos tem prisão em flagrante convertida para preventiva pela Justiça

A Justiça converteu, na última terça-feira, a prisão em flagrante de Luiz Felipe de Menezes, de 57 anos, suspeito de assediar sexualmente uma menina de 11 anos, para preventiva. Na decisão, a juíza Maria Tereza Donatti, da 28ª Vara Criminal da Capital, afirma que um dos motivos para manter a prisão é a necessidade de apurar se Luiz Felipe cometeu outros crimes iguais, já que ele teria afirmado, segundo a mãe da menina, que namorou uma garota de dez anos e outra de quatorze. Os parentes da garota denunciam que Luiz Felipe ligava para a casa da família há três meses. Nas ligações, de acordo com os familiares, tentava seduzir a menina.

Luiz Felipe só foi preso após os esforços da mãe da menina. A mulher conta que passou por duas delegacias – 24ª (Piedade) e 26ª DP (Todos os Santos) – nas quais policiais se recusaram a registrar denúncia feita por ela. Depois disso, resolveu armar para prender o suspeito. Fingindo ser a criança, ela armou um encontro com o homem, no último dia 16. Luiz acabou preso por policiais do 3º BPM (Méier), depois de ser espancado por populares.

A mulher relata que esteve, no dia 11, na 24ª DP, onde um policial disse que ela deveria apenas trocar sua linha telefônica, pois o caso parecia se tratar de trote. No dia seguinte, na 26ª DP, ouviu de um agente que o registro não poderia ser feito porque o homem não chegou a fazer nada com a menina. A Polícia Civil investiga, através de uma sindicância interna, a conduta dos policiais.

Um vídeo postado na internet mostra o momento em que Luiz Felipe é agredido Um vídeo postado na internet mostra o momento em que Luiz Felipe é agredido Foto: / Reprodução
De acordo com a família da menina, Luiz Felipe começou a ligar para o telefone fixo da casa há três meses. Na ocasião, identificou-se para a criança como Bruno, e afirmou que era amigo de sua mãe. As ligações se tornaram diárias, sempre na hora do almoço. Nelas, o suspeito, segundo a menina, perguntava se ela estava de calcinha, qual era o tamanho da peça, e como estava vestida. Assustada, a garota relatou tudo à mãe. Foi então que a mulher passou a atender os telefonemas fingindo ser a filha.

– Ele disse que tinha namorado uma garota de 10 anos e uma de 14. Fiquei apavorada – relembra a mãe.

Levado pelos policiais para a 25ª DP (Engenho Novo), Luiz Felipe foi autuado em flagrante por assediar uma criança com o fim de praticar ato libidinoso. A pena para o crime varia de um a três anos de prisão.

– Não posso nem pensar no que poderia ter acontecido com a minha filha. Agradeço por ela ter me contado sobre as ligações. Ela está muito assustada. Diz que não quer sair de casa, e também que não vai querer voltar para a escola. Por enquanto, ela está sem aula por causa da greve (na rede municipal), mas não sei como será depois. Ela não está nem querendo atender o telefone, e acho melhor assim. Tenho também uma filha de oito anos e fico mais atenta agora.

O advogado de Luiz Felipe, Antônio Rocha, afirmou que entrou no caso nesta quarta-feira, e ainda precisa conversar com seu cliente para dar informações à imprensa.

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/suspeito-de-assediar-crianca-de-11-anos-tem-prisao-em-flagrante-convertida-para-preventiva-pela-justica-10153228.html#ixzz2g6vsdtaf

Mulher mata seus dois bebês recém-nascidos para ir a clube de swing

Uma ninfomaníaca alemã está sendo acusada de matar seus dois filhos recém-nascidos para que pudesse ir a um clube de swing. Ela foi presa depois que os corpos dos bebês foram encontrados por seu pai. 

Steffie Koppers, de 24 anos, se gabava no Facebook pelas visitas que fazia ao clube, chamado Swingerclub Kali. “Estamos em três simpáticas senhoras, mas queremos homens e não tem nenhum aqui”, dizia na rede social.

A polícia acredita que Koppers tenha engravidado dos filhos no próprio local. Ela morava em uma fazenda com seu pai.

Mulher mata seus dois bebês recém-nascidos para ir a clube de swing

Um dos filhos teria sido morto em novembro do ano passado, e já teria sido reduzido a um esqueleto ao ser encontrado. O outro estava embrulhado em uma folha.

O pai de Koppers telefonou para a polícia imediatamente após encontrar os cadáveres. Ele comentou que a filha admitiu o que aconteceu, mas não foi capaz de dizer o motivo para a ação. Mesmo assim, autoridades garantem que ela estava viciada em ir ao clube, e não queria que os bebês a incomodassem.

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Defensoria pede liberdade à mãe suspeita de matar filhas no Butantã

Do R7

Adolescentes foram vistas pela última vez três dias antes de os corpos serem encontrados, na casa onde moravamReprodução

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo entrou, na segunda-feira (23), com um pedido de liberdade provisória a Mary Vieira Knorr, de 53 anos, indiciada pela morte das duas filhas, de 13 e 14 anos, no Butantã, zona oeste de São Paulo. O argumento é de que ela não tem condenações anteriores.

Mary teve a prisão preventiva decretada na sexta-feira (20). O inquérito foi concluído e enviado à Justiça ontem. A Defensoria ainda pediu que, caso a liberdade não seja concedida, que a mãe das vítimas possa permanecer internada no hospital onde está ou que o juiz defina alguma medida cautelar.

O pedido foi baseado no fato de Mary ter bons antecedentes. Segundo a Defensoria, os processos que ela responde por estelionato e apropriação indébita ainda não foram concluídos. Mary, segundo a polícia, atuava como corretora de imóveis, mesmo sem registro profissional, e acumulou dívidas com clientes.

A suspeita de matar as duas filhas está desde sábado (14) internada no Hospital Universitário. Ela foi encontrada naquela tarde na casa onde morava com as adolescentes. As garotas estavam nas camas delas e pareciam ter sido mortas havia alguns dias, segundo a polícia.

O Hospital Universitário informou que a Mary poderá receber alta ainda nesta terça-feira (24) ou nos próximos dias. A Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido de liberdade. Caso saia do hospital antes da decisão, a mãe das adolescentes deverá ser encaminhada a uma delegacia. O advogado dela, Lindenberg Pessoa de Assis, não foi localizado para comentar o pedido da Defensoria.

O caso

Paola Knorr Victorazzo, de 13 anos, e Giovanna Knorr Victorazzo, de 14, foram achadas sem vida após outra filha de Mary tentar falar com a mãe por alguns dias. A última vez em que as adolescentes foram vistas foi na quarta-feira (11), quando foram à escola. A suspeita foi ao aniversário da filha de uma vizinha na noite seguinte, mas apareceu sozinha. A Polícia Civil aguarda os laudos do Instituto Médico Legal e do Instituto de Criminalística para definir a hora exata e a causa das mortes. Se a Justiça aceitar a denúncia, ela poderá responder por duplo homicídio qualificado.

Professor é suspeito de abusar de 25 meninas em escola no MA

Do R7, com Rede Record

Alunas denunciaram que professor passava a mão em partes íntimas na hora da aulaReprodução Rede Record

Um professor de educação física é suspeito de ter abusado de ao menos 25 meninas na escola estadual João Paulo II, em São Luís, no Maranhão. A polícia já ouviu 16 vítimas. As garotas relataram que o suspeito passava as mãos nas partes íntimas durante a aula.

As vítimas têm idades entre 11 e 14 anos e frequentam o ensino fundamental. A Secretária Estadual de Educação informou por meio de nota que já abriu processo administrativo para apurar as denúncias de desvio de conduta do professor e que também está atuando com o Ministério Público por meio da Promotoria da Educação na apuração do caso.

O professor não teve o nome divulgado e a polícia ainda não informou se ele já foi ouvido. Ele foi afastado do cargo e mais possíveis vítimas ainda prestarão depoimento.

Pai de menino que morreu de fome afirma que mãe sequer dava banho na criança

Taxista britânico de 45 anos disse que procurou, em vão, ajuda do governo inglês

Do R7
Após morte do filho, Amanda Hutton (foto) mumificou o corpo da criança, que só foi achado dois anos depoisReprodução/mirror.co.uk
 
O pai do menino inglês que morreu de fome, supostamente após não ser alimentado pela mãe como uma forma de castigo, declarou que o Serviço Social da Inglaterra ignorou seu pedido de ajuda. Durante depoimento nesta segunda-feira (23), no quarto dia de julgamento do caso, o pai revelou detalhes chocantes da criação do pequeno.
 
Aftab Khan, um taxista de 45 anos, disse ao tribunal de Bradford que ele alertou às autoridades de que estava preocupado com o bem estar de seu filho, Hamzah Khan, e com a forma com que a mãe, Amanda Hutton, cuidava da criança.
 
A denúncia teria sido feita um ano antes do assassinato do menino. O corpo da criança foi encontrado pela polícia em dezembro de 2011, mas o pequeno já estava morto havia dois anos.
 
“Ela não dava banho nele. Não o trocava”, disse Aftab, que também contou que a Amanda bebia muito e que estava “fora de si”, na época.
 
— O sistema falhou com meu filho. Eu perdi toda a confiança no sistema.
O motorista de táxi foi condenado, alguns anos atrás, após discutir com Amanda por causa do filho e, por isso, estava proibido de se aproximar dela e da criança, mas declarou ao júri que nunca agrediu a ex-companheira.
 
— Se eu fosse um marido agressivo, eu não estaria aqui em frente a ela [Amanda]. Todo mundo sabe o que aconteceu. Vocês têm provas contundentes contra ela, mas ainda estão tentando apontar o dedo para mim.
 
Amanda, de 43 anos, está sendo julgada pelo homicídio culposo de Hamzah. A mãe teria matado a criança em 2009, mas o corpo mumificado do menino só foi encontrado dois anos depois.
 
Segundo disse uma testemunha na semana passada, que não pôde ser identificada por questões de segurança, o corpo do pequeno foi encontrado dentro de uma gaveta, coberto por folhas. As informações são do jornal britânico Mirror.
 
— Ele estava duro e pálido. Aparentava estar muito magro. Parecia uma vara fina, porque ele não se alimentava muito.
 
Ainda de acordo com o depoimento da testemunha, Amanda oferecia comida ao filho apenas uma vez ao dia como uma forma de punição, por considerar a criança “bagunceira” e “malcriada”.
 
A testemunha disse ainda que Amanda continuou solicitando um auxílio do governo para a criação do pequeno, durante os dois anos em que o bebê já estava morto. O dinheiro teria sido usado para comprar bebida e cigarros.
 
A testemunha ainda descreveu as condições precárias da casa, que estava cheia de lixo e fezes de gato.
 
— A casa estava repleta de sacos de lixo, alimentos mofados e roupas sujas. Havia fezes de gato no banheiro.
 
O julgamento continua nesta terça-feira (24).