Arquivo mensal: junho 2013

Menina que desapareceu no Paraná foi estuprada e morta, diz polícia

Do G1 PR

 Tayná Adriane da Silva (Foto: Reprodução/RPC TV)Tayná Adriane da Silva tinha 14 anos
(Foto: Reprodução/RPC TV)

Os quatro funcionários de um parque de diversões instalado em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, confessaram ter estuprado e matado a adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, que estava desaparecida desde terça-feira (25), segundo a Polícia Civil. De acordo com o chefe de investigações da delegacia do Alto Maracanã, Rudi Eloy, os presos confessaram a participação no crime durante o depoimento na noite de quinta-feira (27). Até as 10h50 desta sexta-feira (28) o corpo não tinha sido localizado.

“Eles disseram que seguiram a garota quando ela estava passando em frente ao parque. Depois, levaram para um matagal e a estupraram”, relatou Eloy. O chefe de investigações também disse que os homens ainda enterraram o corpo da menina no local. “Só que eles ainda não explicaram exatamente onde está o corpo. Desde ontem nós estamos fazendo buscas para tentar localizar”.

 

O desaparecimento de Tayná Adriane da Silva causou manifestação em Colombo. Moradores protestaram no parque de diversões onde os suspeitos trabalham ateando fogo em diversos brinquedos. Mesmo com o reforço policial, os manifestantes não foram contidos.

A mãe de Tayná, Cleuza Cadomá da Silva, contou que a filha tinha saído de casa para ir até a casa de um amigo. Como ele não estava em casa, ela seguiu para a casa de uma amiga. Tayná chegou a mandar uma mensagem de texto pelo celular para a mãe dizendo que estava voltando para casa, mas desapareceu.

“Quando ela saiu da casa dessa amiga, me mandou uma mensagem pelo celular dizendo que estava voltando, mas até agora eu não tive mais notícias”, relatou. A distância entre a casa de Tayná e da amiga com quem ela teria se encontrado, é de aproximadamente um quilômetro.

Justiça nega prisão de mãe que permitia estupro dos filhos no norte de Minas

Márcia Costanti, do R7 MG

 
No momento da prisão, suspeito estava de cuecas e aguardava chegada de criança para outra sessão de abusos Record Minas

Investigada por permitir que o companheiro estuprasse seus próprios filhos, Helena Cardoso de Brito, de 48 anos, deverá responder ao processo em liberdade. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Leonardo Diniz, após 40 dias de avaliação, o juiz negou o pedido de prisão preventiva da suspeita. No entanto, ela está proibida de se aproximar das crianças, que estão sob os cuidados de um parente próximo. O crime foi descoberto em meio deste ano, em Bocaiúva, norte do Estado.

Segundo as investigações, Helena ajudava o companheiro, José Augusto Caetano Barbosa, de 54 anos,  a abusar das três crianças — duas irmãs de 8 e 12 anos e um menino de 11 — para continuar casada com ele. A exploração veio à tona quando a irmã mais velhad as vítimas, de 14 anos, procurou o Conselho Tutelar e denunciou o crime. As crianças teriam sido abusadas por aproximadamente seis meses.

O delegado explica que o inquérito já foi encaminhado para a Justiça e o Ministério Público ofereceu denúncia contra o casal. Barbosa, que continua preso e Helena responderão por estupro de vulnerável. Diniz alega ainda que não pretende tentar novamente a prisão da mãe.

— Ficou comprovada a cooperação dela com o autor. As crianças agora estão bem cuidadas e fazem avaliação psicológica. Elas estão seguras.

Entenda

Depois de ficar quatro dias foragido, o padrasto das crianças, que também é tio dos menores — irmão do pai deles — foi detido no dia 17 de maio. No momento da prisão, ele estava de cuecas e aguardava a chegada da mulher, que levaria o menino para outra sessão de abuso. Na época, o delegado alegou que nunca tinha visto caso semelhante.

— Ela tinha que ofertar os filhos para ele continuar em casa, havia essa condição. Tanto que, quando foi preso, ela estava levando o filho para ele, que aguardava de cuecas. Já vi mãe agenciar o filho para sustentar o vício em crack, mas para garantir o “casamento”, nunca vi.

O casal estava junto há sete anos. O policial se surpreendeu ao conhecer detalhes da relação familiar, que classificou como “completamente desagregada”. Barbosa está detido na cadeia pública de Bocaiúva.

Mãe que agrediu filho tetraplégico é solta e deve manter distância 30 m da vítima

Márcia Costanti, do R7 MG

 
Imagens gravaram socos, tapas e até mesmo tentativa de enforcamento da mãe contra o filho Record Minas

A Justiça decidiu libertar Tilma das Graças Teles, de 53 anos, presa há cerca de um mês e meio após ser denunciada por agredir o filho tetraplégico na cidade de Rio Acima, na região metropolitana de Belo Horizonte. O álvara de soltura foi expedido na última terça-feira (25). A decisão foi tomada pelo juiz Juarez Morais de Azevedo. O magistrado decidiu ainda que ela deverá manter, pelo menos, 30 m de distância do filho, Brian Teles.

Tilma foi detida em flagrante por tortura no último dia 7 de maio. O próprio jovem, de 20 anos, conseguiu armar a denúncia contra a mãe. Ele pediu para que ela o ajudasse a instalar um equipamento, dizendo que queria ver um vídeo. Mas, tratava-se de uma câmera, que gravou as agressões. As imagens mostram a suspeita dando tapas, socos e até mesmo esganando o rapaz.

O delegado responsável pelas investigações, Ésio de Jesus Viana, classificou a mulher como “insensível” após colher depoimento na época da prisão. Segundo ele, as declarações de Tilma são de “indiferença”. O jovem contou à Viana que o relacionamento dos dois era normal até dezembro de 2011, quando ele sofreu um acidente e ficou tetraplégico.

Omissão

Mãe e filho moravam sozinhos em um apartamento no bairro Jatobá. Segundo a polícia, a pena prevista para o crime de tortura é de no máximo dois anos, mas nesse caso, por envolver violência familiar e ter sido contra uma pessoa incapacitada, ela pode ser aumentada em até 1/3.

O jovem, que, de acordo com o delegado, era “completamente dependente” da mãe, está sendo cuidado por um padrinho. Viana chegou à solicitar ao Ministério Público a nomeação de um cuidador para Brian, mas, até o momento, não houve retorno do órgão. O delegado acredita ainda que outras pessoas possam estar envolvidas no crime, por terem ocultado o que acontecia entre mãe e filho.

Ladrões atiraram em cabeça de criança após mãe ajoelhar e mostrar carteira vazia

Do R7, com Agência Record e São Paulo no Ar

 
Mãe disse que filho pediu para não morrer Reprodução/Rede Record

O menino de cinco anos que foi assassinado durante um assalto na zona leste de São Paulo levou um tiro na cabeça depois que a mãe ajoelhou e mostrou a carteira vazia. O crime aconteceu no início da madrugada desta sexta-feira (28), em uma casa onde vivem dez bolivianos na Vila Bela, bairro de São Mateus.

Pouco depois da meia-noite, um morador chegava de carro quando seis homens armados se aproximaram. Eles estavam com quatro facas e dois revólveres e invadiram a residência. Extremamente agressivos, eles renderam os moradores e recolheram cerca de R$ 4,5 mil, mas não ficaram satisfeitos.

Assustado com a agressividade dos criminosos, ele começou a chorar. A mãe, que está há seis meses no Brasil, não conseguiu acalmar o menino, o que irritou os bandidos. A mãe estava com a criança no colo e se ajoelhou para mostrar a carteira vazia. Nesse momento, um dos bandidos atirou na cabeça da criança.

Muito abalada, a mãe só lembra que o filho pedia para não morrer.

— Não me va a matar, não me mate, não me mate.

A quadrilha fugiu logo depois do disparo. O menino chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A polícia ainda não tem pista dos criminosos. Os pais, que estão em São Paulo há seis meses, trabalham como costureiros em uma confecção no mesmo prédio onde aconteceu o crime. A ocorrência foi registrada no 49º Distrito Policial, em São Mateus.

V Ciranda da Criança: o ECA e o direito à adolescência

O Instituto Salesiano de Pesquisa sobre a Criança e o Adolescente (INSAPECA) da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre, convida a todos(as) para a V Ciranda da Criança, que se realizará no dia 12 de Julho, a partir das 14h, no auditório da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre.
A quinta edição do evento irá refletir o tema: O ECA e o direito à Adolescência.
 

Porto Alegre é a capital brasileira onde mais adolescentes consomem bebida alcoólica, aponta IBGE

Pesquisa que entrevistou jovens entre 13 e 15 anos mostra que percentual atinge 34,6% na capital gaúcha.

 

Por meio da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) verificou que Porto Alegre é a capital brasileira onde o maior número de jovens do 9º ano do Ensino Fundamental consome bebida alcoólica. De acordo com a pesquisa, realizada entre abril e setembro de 2012, o percentual na capital gaúcha é de 34,6%.

 

Do universo dos entrevistados, 36,7% que admitiram ter ingerido bebidas com álcool são do sexo feminino e 32,4%, do masculino. Os menores percentuais do país foram registrados em Belém (17,3%) e Fortaleza (17,4%). Apesar disso, o índice caiu em Porto Alegre com relação à pesquisa de 2009 (36,4%).

 

A diferença entre o ensino público e o privado também foi contemplada no PeNSE. Enquanto nas escolas particulares da Capital 24,7% admitiram o uso de bebida alcoólica, este número sobe para 38,2% na rede gratuita. No Brasil, o índice ficou em 26%.

 

Entre outros fatores, o IBGE contemplou o uso de drogas ilícitas entre os jovens do 9º ano do Ensino Fundamental. Em Porto Alegre, o número subiu 4,5% — de 7,5% em 2009 para 12% em 2012. Destaque para o incremento da presença de entorpecentes entre meninas, que passou de 6,1% para 13,1% em três anos.

 

A quantidade de jovens que admitiram ter experimentado cigarro ficou estável com relação a 2009 — de 29,6% para 28% no ano passado. Entre as mulheres, o número subiu de 31,2% para 33%. Já entre os homens houve queda de 28% para 22,8%.

Em Porto Alegre, a pesquisa entrevistou 1.455 alunos em 64 turmas de 52 escolas do 9º ano. Dentre as instituições, são 33 delas estaduais, 13 privadas e seis municipais.

 

ZERO HORA

Homem assassina mulher e filha deficientes e depois morre

Do R7

 
Philip Wood, 50 anos, é suspeito de assassinar sua esposa Sheila e sua filha Shopie e depois se matar dentro de sua casa na vila Costa del Sol na Espanha Reprodução/thesun.uk.co

A polícia da Espanha aponta um britânico de 50 anos como o principal suspeito pela morte de sua mulher e sua filha — ambas deficientes. Após o crime, o homem teria se suicidado.

Philip Wood é suspeito de assassinar sua esposa Sheila e sua filha Shopie na casa onde a família morava, em Mijas, na Espanha. As duas mulheres eram deficientes: a esposa de Philip usava cadeira de rodas, enquanto sua filha era doente mental.

De acordo com o tabloide inglês The Sun, o corpo de Philip foi descoberto pelo locatário da casa da família, uma mansão no condomínio Costa del Sol.

Já a filha e a esposa foram encontradas pela polícia em um dos quartos. Acredita-se que elas estavam mortas há vários dias.

A polícia interrogou alguns vizinhos e pessoas que conviviam com a família. Eles alegaram que os Woods passavam por problemas financeiros.

“Ele costumava dirigir uma BMW e ela um bom carro, mas recentemente estavam dividindo um Opel alugado”, disse um dos vizinhos. 

Outra testemunha disse ter ouvido três tiros. Os policiais disseram que não havia sinais de estrangulamento.

— As hipóteses são de assassinato e suicídio.

A família Woods é britânica, mas vivia há alguns anos na Espanha. Um amigo da família postou uma homenagem no Facebook: “Descanse em paz minha querida amiga Sheila, com seu amado marido e filha”.