Mulher ligada a coronel possuía vídeos de pornografia infantil Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mulher-ligada-coronel-possuia-videos-de-pornografia-infantil-20198930#ixzz4LfBAhrNh © 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Thuanne Pimenta dos Santos, 23 anos, foi presa por entregar criança a coronel – Reprodução

RIO – A faxineira Thuanne Pimenta dos Santos, acusada de ajudar o coronel reformado da PM Pedro Chavarry Pimenta no crime de estupro de vulnerável, flagrado em 10 de setembro passado, guardava vídeos de pedofilia envolvendo crianças em uma nuvem (serviço de armazenamento). A descoberta foi feita por peritos do Instituto Carlos Éboli que concluíram a perícia no aparelho apreendido com Thuanne, no momento de sua prisão preventiva. Ela e a irmã Izabela Pimenta de Souza, de 30 anos – que também está presa por envolvimento no crime – são acusadas também de participação em uma suposta rede de pedofilia que seria mantida pelo coronel.

Para a delegada Cristiana Bento, os vídeos confirmam as suspeitas de que Thuanne sabia o que fazia quando tirou uma criança de apenas 2 anos da casa dos pais para entregá-la a Pedro Chavarry na noite em que ele foi preso com a menina nua em seu carro, no estacionamento de uma lanchonete em Ramos, na Zona Norte do Rio.

Na ocasião, para convencer o pai da criança a deixá-la sob seus cuidados, Thuanne alegou que iria inscrevê-la em um programa de Natal numa creche comunitária:

— Além de configurar um outro tipo penal praticado pela Thuanne em razão do armazenamento de imagens pornográficas de crianças, o encontro destas imagens também reforçam o animus desta indiciada que tinha a personalidade voltada para este tipo de crime — disse a delegada.

A polícia aguarda o retorno do inquérito que está no Ministério Público para prosseguir a investigação sobre outros eventuais crimes que tenham sido cometidos pelo coronel que é acusado de montar uma rede para subtração de crianças e pedofilia.

CORONEL TENTOU EXTORQUIR POLICIAIS

Policiais militares disseram que o oficial ainda tentou suborná-los para escapar. Chavarry, que foi autuado por estupro de vulnerável e corrupção ativa, possui um histórico de crimes contra crianças: em 1993, ele chegou a ser preso sob suspeita de tráfico de bebês, mas não foi condenado.

Na noite daquele dia, algumas pessoas que passavam pelo estacionamento de uma lanchonete, que fica num posto de gasolina, em Ramos, notaram que havia uma criança sem roupa em um Jetta branco, junto com um homem, e ligaram para a polícia. Quando os PMs chegaram, Chavarry se assustou e tentou fugir com o veículo, mas foi obrigado pelos policiais a parar na Rua Barreiros.

Segundo o relato dos PMs que realizaram a prisão, ao ser flagrado com a menina, o coronel se identificou como um oficial superior, disse aos policiais para não darem prosseguimento à ocorrência e sugeriu que “resolvessem” a situação ali mesmo. Percebendo que o coronel tentava escapar do flagrante, um dos policiais passou a filmar discretamente o acusado.

No momento da abordagem, de acordo com os policiais, chegou ao local uma mulher e disse que o coronel reformado cuidava da criança e de uma outra menina de 12 anos. Passados alguns minutos, ainda de acordo com os PMs, outra mulher chegou e informou que o acusado pagava para sair com as meninas.

Os policiais não aceitaram a proposta e levaram o coronel para a Cidade da Polícia, no Jacaré. Em seguida, ele foi encaminhado ao Batalhão Especial Prisional (BEP) da PM, em Niterói, onde permanece preso.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mulher-ligada-coronel-possuia-videos-de-pornografia-infantil-20198930#ixzz4LfBDLZfr
© 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Anúncios

Eu, leitora: “Meu avô abusou sexualmente da minha mãe e eu sou o resultado”

A americana Rexan Jones, 23, é fruto dos anos em que sua mãe foi abusada pelo próprio pai. Após ele ser preso, sua mãe deu continuidade ao ciclo perverso abusando dela com um padrasto. Hoje, separada, é mãe de duas crianças e fundou um grupo de apoio para sobreviventes como ela.

A americana Rexan Jones: "Meus filhos me motivam a sair da cama, ir trabalhar, sorrir. O ciclo de abuso acabou em mim" (Foto: Reprodução / Twitter)A americana Rexan Jones: “Meus filhos me motivam a sair da cama, ir trabalhar, sorrir. O ciclo de abuso acabou em mim” (Foto: Reprodução / Twitter)

“Poucas pessoas conhecem a história completa da minha infância. Amigos sabem algumas partes –que fui adotada, talvez, ou que meu pais já morreram ou que me sinto mal em mutidões- mas os detalhes são sempre chocantes demais para que eu consiga contar ou alguém consiga ouvir. Estou contando agora na esperança de ajudar alguém que precise de ajuda, numa tentativa de encontrar outros sobreviventes como eu.

Eu sou um produto do incesto. Meu avô abusou sexualmenteda minha mãe –filha dele- por anos, eventualmente a engravidando, e eu sou o resultado disso. Ele é meu avô e pai; seus outros sete filhos são, ao mesmo tempo, meus tios e tias e meu irmãos e irmãs.

Por anos, minha mãe, a mais velha, suportou o abuso por meio de um triste acordo com ele: ‘Faça o que quiser comigo, desde que deixe as outras em paz.’ Ela tinha 18 anos e estava grávida de mim quando descobriu que ele nunca cumpriu a promessa e foi quando fugiu.

“Por anos, minha mãe, a filha mais velha, suportou o abuso por meio de um triste acordo com o pai: ‘Faça o que quiser comigo, desde que deixe as outras em paz.’

Só então decidiu finalmente denunciar o abuso. Minha família conseguiu manter a história em segredo vivendo sempre de mudança e se isolando de qualquer tipo de vizinhança. Eles viveram em vários hotéis e nunca matriculavam os filhos em escolas. Numa estranha coincidência, minha mãe foi à polícia ao mesmo tempo que dois dos irmãos dela haviam sido encontrados após também fugirem de casa. As histórias eram tão semelhantes que os assistentes sociais ligaram os pontos.

Levou seis meses até que alguém perguntasse à minha mãe quem era o meu pai. A família mantinha a versão de que ela havia sidoabusada por algum empregado de um dos hotéis, mas os assistentes sociais desconfiaram e a pressionaram até que ela admitisse que eu era filha do meu avô.

Rexan Jones em foto aos 18 anos: ela foi adotada aos 17 anos pela mesma assistente social que havia cuidado da mãe anos antes (Foto: Reprodução / Twitter)Rexan Jones em foto aos 18 anos: ela foi adotada aos 17 anos pela mesma assistente social que havia cuidado da mãe anos antes (Foto: Reprodução / Twitter)

Um exame de sangue selou o destino do meu avô, que foi condenado a 20 anos de prisãopor abuso sexual e incesto (ele foi solto há dois anos, mas continua fichado comoestuprador –eu rastreio os passos dele todos os dias para ter certeza de que não está vivendo nas proximidades).

Infelizmente, o pesadelo não acabou depois que ele foi preso. Minha mãe começou a usar drogas e deu continuidade ao ciclo deabusos. Ela arranjou um novo namorado e me usava, ainda criança, como parte das fantasias sexuais dos dois. Ela me filmava e fotografava nessas situações e vendia imagens comopornografia infantil.

Uma das minhas primeiras lembranças é de ser colocada de castigo porque resistia ou porque havia me recusado a fazer sexooral no namorado da minha mãe. Ela se suicidou, enforcada, no dia 7 de agosto de 1996, quando eu tinha 5 anos.

“Minha mãe começou a usar drogas e deu continuidade ao ciclo de abusos. Ela arranjou um novo namorado e me usava, ainda criança, como parte das fantasias sexuais dos dois”

Fui mandada para a casa da minha avó, que havia sido uma testemunha silenciosa dos horrores que o marido fazia. Ela também não era alguém mentalmente estável e me via como o fruto da infidelidade do marido –para ela, minha mãe era ‘a outra’. Por causa disso, me batia e agredia psicologicamente constantemente. Quando eu fazia algo de que ela não gostava, ela dizia que meu mau comportamento era porque eu era ‘filha de Satã’.

Na adolescência, minha fúria era enorme e eu encontrei refúgio em analgésicos e maconha. Fiquei grávida do meu namorado no segundo grau, quando tinha 16 anos e meu filho finalmente mudou minha vida.

Parei de beber e fumar assim que soube da gravidez e toda minha vida passou a ser dar ao bebê uma vida melhor do que a que tinha tido. Quando dei à luz, os médicos viram aquela adolescente cheia de hematomas e ligaram para o serviço social. Eu e meu filho fomos mandados para um abrigo e a assistente social que me recebeu era a mesma que tinha ajudado minha mãe e seus irmãos anos antes. Ela decidiu me adotarquando eu tinha 17.

Após isso, tive uma pequena amostra de uma vida normal. Fui a oradora da minha turma de colégio na formatura, casei com meu namorado, pai do meu filho. Tivemos outro filho e meu marido entrou para a Marinha.

“Parei de beber e fumar assim que soube que estava grávida e toda minha vida passou a ser dar ao bebê uma vida melhor do que a que tinha tido”

Mas durante todos esses anos, tive que lidar com problemas de ansiedade e o fantasma da depressão. Fui internada algum tempo após uma tentativa de suicídio. Como terapia, escrevia todo dia sobre minha vida. Coloquei tudo no papel. Até hoje leio esses relatos quando tenho dias ruins, para me lembrar o quanto já superei.

Meu marido e eu acabamos nos separando, mas eu e a nova esposa dele viramos amigas. Ela sempre me visitava no hospital e levava desenhos dos meus filhos. Tenho muitos amigos que me apoiam. Um deles, com quem divido uma casa hoje, é capaz de passar 45 minutos me acalmando quando, do nada, tenho crises de pânico.

Tenho um cachorro que é parte da minha terapia psiquiátrica. Ele é um São Bernardo fofo que é treinado para reconhecer quando estou em crise e, literalmente, se colocar na minha frente e me bloquear até que eu me acalme.  Sempre amei animais e sou voluntária em clínicas veterinárias no meu tempo livre.

HERANÇA GENÉTICA
Você deve estar se perguntando sobre minha saúde, considerando a minha herança genética complicada. Tenho um risco maior de desenvolver as doenças do lado da família do meu pai, uma vez que tenho mais do DNA dele. Já venci dois cânceres cervicais e, como minhas articulações não se desenvolveram corretamente, tenho artrite. Um médico me disse que sou uma mulher de 23 anos com um corpo de 53.

“Meus filhos são meu maior incentivo. Eles me ensinam a capacidade de ser feliz.”

Namorar alguém é muito difícil, mas eu tento. A intimidade é a parte mais complicada, emocional e sexualmente, então eu estabeleço limites, uma série de coisas que posso e não posso fazer.

Meus filhos são meu maior incentivo. Eles me ensinam a capacidade de ser feliz. Os dois têm 6 e 4 anos e tudo que sabem sobre meu passado é que a mãe era uma órfã que foi adotada. Eles me motivam a sair da cama, ir trabalhar, sorrir. O ciclo de abuso acabou em mim.

Passei tempo demais da minha vida sentindo raiva, revoltada com meu passado e ressentida com minha família. Também fiquei muito pessimista sobre a capacidade humana para o mal. Me cansei de sentir esse ódio.

Fundei um grupo de apoio para pessoas como eu, na esperança de formar uma rede de sobreviventes. Estou bem em relação ao passado, é o presente e o futuro –minha carreira, meus animais, minha esperança no amor, meus meninos lindos- que importam para mim de agora em diante.

Pai que matou filhos mandou vídeo do crime para a família, diz esposa

A mãe dos dois meninos de 3 e 4 anos queforam mortos a facadas pelo pai, o zootecnista e doutor em Ciência Animal pela Universidade de São Paulo (USP) Hugo Imaizumi, de 41 anos, disse em entrevista nesta quarta-feira (28) que o marido gravou o crime com o celular e mandou as imagens para a família. O assassinato foi na casa deles no Jardim Ouro Verde, em São José do Rio Preto (SP).

“Foi cruel o que ele fez. Ele se filmou dando remédio para os meninos, depois enfiando a faca neles e mandou no WhatsApp da minha mãe. Meu irmão viu e apagou as imagens, está em estado de choque, à base de remédios. Ele foi cruel para me atingir, não fez pensando nas crianças em momento algum. Os filhos eram só objeto. Ele tinha obsessão por mim, ninguém tem direito de fazer isso com dois bebês”, afirma a fisioterapeuta Juliana Paes, de 39 anos.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, na madrugada de domingo Juliana foi até a Unidade de Pronto Atentimento (UPA) do Jardim Tanguará e, desesperada, avisou um dos guardas municipais que seu marido havia matado os dois filhos a facadas. Os guardas foram até a casa com a mulher, onde encontraram o homem deitado na cama com as duas crianças. Conforme o registro policial, eles tentaram reanimar as crianças até a chegada do resgate, mas não conseguiram.

“Meus filhos estavam dormindo comigo no meu quarto, porque a gente já dormia separado, eles estavam vendo desenho e eu peguei no sono. Quando acordei eles não estavam comigo. Senti algo estranho, fui abrir a porta do quarto, estava trancada, ninguém respondia. Dei a volta pelo quintal e abri a janela, aí vi a cena. Ele tirou todos os telefones e não conseguia ligar para ninguém. Corri até a UPA que tinha perto de casa e pedi ajuda”, lembra.

Ao lado dos corpos a polícia encontrou uma carta, escrita à mão pelo zootecnista. No bilhete ele expressou decepção por uma suposta traição cometida pela esposa.

Minha vida nunca mais vai ser a mesma. O que me conforta é que ele está vivo e que vai viver para pagar uma dor muito maior do que a minha”
Juliana Paes

A fisioterapeuta afirma que estava vivendo um relacionamento conturbado com o marido, que não aceitava o término da relação. “Da minha parte eu não queria mais, era mais da minha parte do que dele, muitas coisas aconteceram entre a gente, coisas pessoais minhas, que só eu sei que acontece na minha casa. Então, de um tempo para cá, não quis mais viver com ele, quando ele viu que não queria mais, ele pediu perdão, que ia mudar, seria outra pessoa. Ele tinha um ciúmes doentio por mim, de não deixar eu usar um salto alto, usar uma roupa, passar um batom”, diz.

Imaizumi está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base (HB) de Rio Preto (SP). Ele tentou cometer suicídio depois de matar os meninos, mas foi resgatado pelo Samu. “Minha vida nunca mais vai ser a mesma. O que me conforta é que ele está vivo e que vai viver para pagar uma dor muito maior do que a minha”, afirma.

Apesar de o relacionamento dos dois estar em crise, Juliana afirma que ele era um bom pai e, por isso, nunca imaginou que isso poderia acontecer. Ela conta que Imaizumi tinha perdido o emprego e, como ela trabalhava o dia inteiro, era ele quem ficava com os meninos. “Nunca na minha vida eu imaginei, ele é uma pessoa boa, com os filhos, maravilhosa, pai exemplar, homem exemplar”, afirma.

Juliana Paes ainda se recupera da tragédia (Foto: Diogo Marques/G1)Juliana Paes ainda se recupera da tragédia (Foto: Diogo Marques/G1)

Entenda o caso
De acordo com informações do boletim de ocorrência, na madrugada de domingo a mãe das crianças foi até a Unidade de Pronto Atentimento (UPA) do Jardim Tanguará e avisou um dos guardas municipais que seu marido havia matado os dois filhos.

Os guardas foram até a casa com a mulher, onde encontraram o homem deitado na cama com as duas crianças. Conforme o registro policial, eles tentaram reanimar as crianças até a chegada do resgate, mas não conseguiram. Os dois irmãos foram mortos pelo pai com facadas na jugular, segundo a polícia.

Ele teria tentado cometer o suicídio em seguida e foi encontrado com várias perfurações no peito e ainda com a faca cravada no pescoço. Apesar de gravemente ferido, ele foi socorrido com vida ao Hospital de Base de Rio Preto. As crianças foram enterradas no domingo (25) à tarde, no cemitério Jardim da Paz, em Rio Preto.

*Com informações de Nilessa Tait, da TV TEM

Outro trecho da carta deixada pelo zootecnista (Foto: Reprodução/TV TEM)Carta deixada pelo zootecnista (Foto: Reprodução/TV TEM)

Polícia estuda prisão da mãe da criança morta por espancamento

O caso do menino Yuri Yan Samudi Sherbat, de cinco anos, que morreu no último sábado (23), já foi entregue pela Polícia Civil à Justiça de Foz do Iguaçu. Yuri estava internado desde o último dia 15, quando foi flagrado por um policial militar apanhando do padrasto Fernando Dangeles (30). Enquanto estava no hospital, Yuri chegou a relatar as agressões do padrasto, que certa vez teria queimado as mãos do menino em uma churrasqueira.

Segundo a delegada do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) em Foz do Iguaçu, Mônica Ferracioli, o inquérito instaurado contra a mãe, Sandra Sherbaty (28), foi entregue à Justiça na sexta-feira (22). O flagrante foi lavrado na 6° SDP no domingo (16) e encaminhado ao Nucria. A polícia acredita que Sandra apoiava as agressões.

A delegada informou que além de marcas de agressões recentes, a criança também possuía marcas mais antigas. A polícia investiga se a criança estava sendo vítima de outras pessoas. “Testemunhas serão ouvidas para ter mais conhecimento sobre o caso, e ver a necessidade de pedido de prisão da mãe”, disse Mônica Ferracioli.

A polícia informa às pessoas que suspeitarem ou virem casos de maus-tratos à crianças e adolescentes, que denunciem pelos telefones Disque 100 ou 3524 0396 ou 197.

Criança de 3 anos é encontrada morta em Arapiraca com sinais de espancamento

Exames feitos no IML constataram lesões provocadas por instrumento contundente

Criança foi morta por espancamento, aponta IML

O diretor do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, Sílvio Nunes, declarou, na tarde desta quinta-feira (21), que o exame cadavérico realizado no corpo de Dyllan Taylor Soares, de apenas 3 anos, apontou que a criança apresentava sinais de espancamento em várias regiões do corpo. Pela manhã, o padrasto e mãe de Dyllan informaram à polícia que, ao acordarem nesta quinta, encontraram a criança sem vida.

De acordo com o diretor, o médico-legista responsável pelo exame, Márcio Henrique, encontrou no corpo da criança sinais de espancamento realizado com a utilização de um ‘”material contundente”‘. As zonas atingidas foram a cabeça e, também, o abdômen. O padrasto e a mãe foram chamados para prestar depoimento na delegacia.

“Ao realizar o laudo, constatamos essas lesões no corpo de Dyllan. Todo os sinais de hematomas foram fotografados e farão parte do resultado final do material que será confeccionado pelo IML. Não há dúvidas que foi espancamento a causa da morte”, explicou o diretor.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a criança conta detalhes de uma briga entre os pais. A pessoa que está filmando, questiona como foi a briga entre o casal e o pequeno Dyllan relata como teria sido as agressões. Ao final, ele abraça um rapaz, que ainda não foi identificado.

Menino Dyllan Taylor fala sobre agressões entre os pais

Em vídeo divulgado nas redes sociais, criança conta que mãe briga com o pai

Entenda o caso

O pequeno Dyllan, de 3 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira pelos próprios pais, em uma residência situada no bairro Planalto, em Arapiraca. Em um depoimento inicial, os pais do menor informaram que ele teria comido iogurte com abacaxi e ficado com a barriga inchada.

Eles teriam procurado uma farmácia e medicado a criança, que amanheceu morta.

 

Coronel da PM acusado de estupro já foi visto com menina de 2 anos outras vezes, dizem testemunhas

Do R7, com Agência Estado

Chavarry foi levado para o Batalhão Prisional em NiteróiReprodução/CBPMERJ

O coronel reformado da PM Pedro Chavarry Duarte, de 62 anos, preso na noite de sábado (10) acusado de estupro de vulnerável após ser flagrado com uma menina de 2 anos nua em seu carro, já tinha sido visto com a vítima outras vezes, segundo moradores da região. As primeiras notícias são de que a mãe da menina está presa e criança ficou sob os cuidados de uma vizinha.

De acordo com o Batalhão da Maré (22º BPM), a unidade foi acionada para checar uma denúncia recebida de estupro de vulnerável. Ao chegarem ao local, policias abordaram o carro e encontraram o suspeito com a menina de 2 anos. Segundo a PM, o coronel reformado pediu para que a ocorrência fosse encerrada e ofereceu vantagens aos agentes. A oferta foi recusada e Chavarry foi encaminhado para a Central de Garantias.

Um vídeo mostra o momento em que Chavarry diz que “vai resolver tudo” na segunda-feira e pede para que a ocorrência seja encerrada.

Segundo a delegada Carolina Marins, da Central de Garantias, o coronel foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável e corrupção ativa. A criança foi entregue aos responsáveis legais e será encaminhada para a DCAV (Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima).

A Polícia Civil deve encaminhar para o Conselho Tutelar cópias do procedimento para garantir assistência à vítima. O caso foi encaminhado para a delegacia de Bonsucesso (21ª DP), que vai investigar o crime e identificar outros possíveis envolvidos no crime.

O suspeito, que atualmente é presidente do CBPMERJ (Caixa Beneficente da Polícia Militar do Rio de Janeiro), está preso no Batalhão Prisional, em Niterói, região metropolitana do Rio. Em nota, a Polícia Militar informou que “repudia e combate qualquer tipo de crime”.

Filme imperdível!

hope11

Hope foi baseado em um caso real ocorrido na Coreia do Sul, em 2008: o caso Nayoung, em que uma garota de 8 anos, de pseudônimo Nayoung, foi sequestrada no caminho da escola por Cho Doo Soon, de 57 anos, que estava bêbado no momento. A garota, que foi violentada e espancada em um banheiro público, sofreu ferimentos nos órgãos internos. Levada ao hospital, felizmente sobreviveu.
O criminoso foi sentenciado a apenas 12 anos de prisão, o que gerou muita revolta. O povo exigiu revisão das leis judiciais coreanas.