Arquivo mensal: dezembro 2012

Aterrorizante

Nívea Victória Leite
Data do Ocorrido: 30/01/2012

Localização: Governador Valadares (MG)

Data de Nascimento: 00/00/2010 (2 anos)

Sexo: Feminino

Nívea Victória Leite, 2 anos, estava desaparecida desde o dia 30 de janeiro de 2012, da cidade de Governador Valadares-MG. Em 25 de maio de 2012 a policia concluiu que a pequena Nívea foi morta pelo próprio pai.

Nívea Victória Leite vista pela última vez no dia 27/01, junto com a mãe, Renata Aparecida Leite, de 26, que era dona de um salão de beleza no Distrito Industrial. O corpo de Renata foi encontrado quatro dias depois, num matagal às margens de uma estrada vicinal no Distrito Industrial de Valadares. Segundo a polícia, a mulher teria sido morta a tiros e facadas. Policiais fizeram buscas, mas nenhum vestígio da menina foi encontrado.

Mãe e filha moravam com um amigo de Renata Aparecida Leite, mas a família da mulher era natural de Tumiritinga, cidade vizinha a Valadares. O corpo de Renata foi sepultado na manhã de 02/02, em Tumiritinga.

A Polícia Civil de Governador Valadares concluiu as investigações sobre a morte da cabeleireira Renata Aparecida Leite e o desaparecimento de sua filha, Nívia Victória, de apenas 2 anos. Segundo a polícia, a criança foi assassinada pelo próprio pai.

Breno Soares de Oliveira teria levando Nívia para outra estrada rumo à penitenciaria da Paca, onde se agachou, ficou na altura da criança, deu um beijo em sua testa e a estrangulou. Segundo o delegado Clériston Lopes de Amorim, o caso foi desvendado por meio de informações colhidas no depoimento de um dos três suspeitos do crime, Luciano Félix Rodrigues, 23 anos. Ele, Henrique Gerônimo Alves Coelho, 27 anos, e o agente penitenciário Breno Soares de Oliveira foram presos terça-feira, 22.

A conclusão é que de fato o agente penitenciário Breno premeditou a morte da Renata, considerando que ela o estaria chantageando, tendo em vista que Nívia Victória era filha dele. Além de premeditar essa morte, ele utilizou os outros dois suspeitos para materializar e executar o crime”, afirmou o delegado, que fez questão de ressaltar: “Essas informações nós obtivemos através dos depoimentos prestados por um dos três suspeitos, Luciano Félix Rodrigues. O Henrique Gerônimo Alves prestou depoimento em separado, negou que tenha participado, mas afirmou ter presenciado toda a ação. Ele [Henrique], mesmo depondo em separado, contou os mesmos detalhes do crime relatados por Luciano. O Breno não falou nada. Em certo momento chorou, mas permaneceu no seu direito de ficar calado”.

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Barbárie!

Data do Ocorrido: 11/11/2012

Localização: Cuiabá (MT)

Data de Nascimento: 00/00/2008 (4 anos)

Data de Falecimento: 11/11/2012

Sexo: Masculino

Ryan Alves Camargo, de apenas 4 anos, foi levado até a ponte Júlio Muller e arremessado, sem roupa e com vida pelo ex- padrasto. O crime aconteceu na noite de 11/11/2012 em Cuiabá.

Na madrugada de domingo (11/11), Carlos Henrique Costa Carvalho, 25 anos, teria ido até a residência da ex à procura de Thassya, na tentativa de reatar o relacionamento, mas como a moça não estava em casa, teria discutido com a ex-sogra, Admárcia Mônica da Silva, de 44 anos, que não aceitava o namoro devido o temperamento agressivo e às ameaças que fazia à filha. Na discussão, esfaqueou a sogra e, em seguida ateou fogo no corpo dela e na casa. O filho de Thassya, o pequeno Ryan Alves Camargo, de 4 anos, foi levado até a ponte Júlio Muller e arremessado, sem roupa e com vida pelo ex- padrasto.

Testemunhas viram o crime e acionaram os policiais e o Corpo de Bombeiros. Em 1 hora de buscas, foi encontrado o corpo da criança. Thassya, entrou em estado de choque ao saber da morte do filho e da mãe. A ex-namorada está gravida de dois meses de Carlos.

Carlos foi preso em flagrante, já que as características apontadas por testemunhas batem com a fisionomia e a cor da camisa que Carlos vestia no momento do crime.  Ele foi levado para a Penitenciaria Central do Estado – antigo Pascoal Ramos.

Carlos Henrique Costa Carvalho por pouco não foi linchado dentro da Penitenciaria Central do Estado (antigo Pascoal Ramos), na noite de segunda-feira (12/11). Segundo informações de um funcionário do presídio, que preferiu não se identificar, os detentos estão revoltados com o crime cometido por Carlos e já juraram que pretendem matar o suspeito. Na noite de ontem, ele foi agredido com chutes e pontapés.

Carlos foi transferido para uma cela isolada. Entretanto, a assessoria do presídio não confirmou o fato ocorrido dentro da Penitenciaria. Ao ser preso, Carlos teria dito para a Polícia Militar que se arrependeu do que fez porém, em depoimento na Polícia Civil, preferiu se calar e dizer que só falará em juízo.

Segundo informações da Polícia Militar, o casal havia se separado na semana passada. A relação era conturbada e eles brigavam com frequência, já que Carlos não gostaria da sogra nem do enteado. Carlos também já teria agredido e ameaçado de morte a ex-namorada.

Thassya e o pai da criança, Lauro Camargo, organizaramm uma caminhada pedindo por Justiça, na terça-feira (13). Pela internet, Lauro convidou todos para participarem do ato que ocorreu às 18h, na Rua São Cristovão, no bairro Dom Aquino.

Por Sandra Domingues com informações do Repórter MT e Gazeta Digital

Rotina…

Data do Ocorrido: 25/11/2012Localização: Ipatinga (MG)

Data de Nascimento: 00/00/2010 (2 anos)

Data de Falecimento: 25/11/2012

Sexo: Masculino

Kaio Lucas Garcia Negris, de apenas 2 anos, foi espancado até a morte pelo padrasto. O crime aconteceu em 25/11/2002 em Ipatinga-MG.

A polícia está à procura de Rainuenio Campidelis Correia, de 24 anos, missionário de uma igreja em Ipatinga, no Vale do Aço, acusado de espancar até a morte o enteado, de 2 anos. Segundo vizinhos, o suspeito ainda impediu que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fosse chamado. 

O menino foi deixado no pronto-socorro pelo próprio padrasto, que fugiu. Médicos disseram que o garoto já chegou sem vida e cheio de hematomas. A mãe da vítima afirmou que ignorava as agressões, mas uma pessoa que mora perto da família sustenta que ela tinha conhecimento dos maus-tratos praticados pelo pastor.

O pai do menino quebrou o silêncio. Com dificuldades para explicar o que sentia em relação ao caso, Weverton Negris Almeida disse que teve no dia 27/11 acesso ao laudo do Instituto Médico Legal. As informações do documento confirmam hematomas que indicam espancamento violento na cabeça, tórax, pescoço, abdome e costas, mas também agressões sexuais. “Para nós, da família, foi um crime brutal, cruel”, lamentou o pai, Weverton Negris

Na casa dos seus pais, na rua Quetúnia, bairro Esperança, o pai de Kaio confirmou que teve dois filhos com Mirian Fortunato Garcia Negris, de 25 anos, com quem ficou casado por dez anos. O mais velho tem oito anos e o mais novo, tinha dois.

Após a separação, explicou Weverton, a mulher foi morar com Rainuenio Campidelis Correia e levou os filhos. “Já havia informação de agressões anteriores do padrasto dele. O Conselho Tutelar chegou a ser acionado depois que o menino apareceu com hematomas. Algumas das agressões chegaram a ser vistas por testemunhas”, disse.

Rainuênio e Miriam eram evangélicos e missionários. Perguntado sobre o que espera ocorrer daqui para frente, Weverton disse que não pensava em vingança. Admite que a situação é revoltante e isso explica por que vizinhos falam em fazer justiça com as próprias mãos. Mas Weverton pondera: “Temos fé naquele que fez o céu e fez a terra. Aquele fez a vida e pode tirar a vida. E ele vai pagar juntamente com ela. Um casal precisa estar ciente do que ocorre com o filho. E ela não soube explicar porque não cuidou. Está nas mãos de Deus”, concluiu.

Por Sandra Domingues, com informações do EM e Diário do Aço

Temos que dar um basta na impunidade

Data do Ocorrido: 21/03/2001

Localização: Salvador (BA)

Data de Nascimento: 19/10/1986 (14 anos)

Data de Falecimento: 21/03/2001

Sexo: Masculino  

Lucas Vargas Terra, 14 anos, foi amarrado e amordaçado para não gritar e colocado dentro de uma caixa de madeirit e queimado vivo, Salvador-BA, em 21/03/2001.

Segundo Laudo da Policia técnica, na ocasião dos fatos, Lucas Terra,  estudante de catorze anos de idade,  foi queimado vivo, após ter sofrido (entre outros) violência sexual.

Após detalhada investigação, a policia baiana, concluiu que o autor do crime, seria Silvio G.aliza, “Pastor de uma Igreja” que o menino Lucas Terra frequentava. 

Pelo relatório final, evidenciou-se que Lucas Terra teria sido amarrado e amordaçado para não gritar e colocado dentro de uma Caixa de Madeirit. Em seguida, conforme informações de Carlos Terra (Pai de Lucas Terra) e relatos de  Galiza, o autor do crime  supostamente acompanhado de mais duas pessoas, que se identificavam igualmente como pastores, carbonizaram o corpo do garoto para encobrir os Vestígios de Pedofilia.

O pastor acusado de participar do assassinato do adolescente Lucas Terra, em 2001, foi beneficiado com o regime semi-aberto. A defesa de Silvio Roberto Galiza conseguiu a transferência do regime fechado para o semi-aberto na Colônia Lafayete Coutinho, junto ao juiz José Carlos Rodrigues do Nascimento, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça.

Galiza cumpria pena em regime fechado há quatro anos e seis meses. Apesar de a decisão ter sido publicada no Diário Oficial do Judiciário, a transferência ainda não havia sido realizada por causa greve dos agentes penitenciários, que foi suspensa no início da noite de (17/06/2008).
Em junho de 2004 foi proferida ao acusado uma sentença de 23 anos e quatro meses de prisão. Um segundo júri ocorreu e a pena foi reduzida para 18 anos. Em 2007, o Tribunal de Justiça da Bahia reduziu o tempo de reclusão para 15 anos.

Galiza confessou ter participado do assassinato de Lucas Terra em 21/03/2001. O menor foi violentado sexualmente e em seguida teve o corpo carbonizado em um terreno da Avenida Vasco da Gama. Mais dois integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus são acusados do crime.

Carlos Terra e Marion Terra passaram a se dedicar em tempo integral para que o assassinato do filho, não caia jamais no esquecimento, bem como tentam exemplificar a cruel capacidade que pode colocar qualquer um de todos, em condição desumana. Onde a Justiça nem sempre é feita para punir os autores corretamente e na medida da gravidade do delito.

Carlos Terra escreveu um livro: Lucas Terra: Traído pela obediência.

E já há muito busca  uma editora para lançar o livro, que foi produzido de forma independente. Um dos maiores objetivos da obra literária é arrecadar fundos para a formação da “LUTE” – Centro Lucas Terra de Proteção às Vítimas de Violências.

7º PROTESTO PÚBLICO DO MOVIMENTO MÃES DA PRAÇA PIEDADE!

Será realizado na próxima sexta-feira, dia 5 de Agosto de 2011, o 7º Protesto Público da Mães da Praça Piedade, em Salvador, Bahia. O movimento (MMPP), tem por objetivo denunciar criminosos, recolher assinaturas da população em geral a favor de PRISÃO PERPÉTUA PARA CRIMES HEDIONDOS e menos benefícios para assassinos e seus cúmplices. Participem, compareçam, divulguem em suas redes sociais, temos que dar um basta a tanta impunidade e cobrar das autoridades JUSTIÇA e PAZ para as vítimas e PUNIÇÃO para os criminosos.

Por Marion Terra

Dia 25-11-11, sexta feira ás 09:00 da manhã na Segunda Vara do Júri no Fórum Rui Barbosa no Campo da Pólvora, a ultima audiência do Bispo Fernando e do Pastor Joel da Universal, a sociedade baiana deve exigir que eles sentem no Banco dos Réus, para serem julgados pelo assassinato do adolescente LUCAS TERRA que foi espancado,amarrado,violentado,amordaçado e queimado vivo.Compareça a entrada no Fórum é franca. Na Bahia existem autoridades dignas e honradas que não se curvam diante do poder econômico.

Às portas fechadas, a última audiência sobre o assassinato do garoto Lucas Terra, para decidir se dois acusados irão a júri popular, ocorreu na sexta-feira (25), na 2° Vara do Júri Sumariante, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

Os atuais réus são um bispo e um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O principal autor do crime é o pastor Silvio Roberto Galiza, que já foi condenado a 18 anos de prisão e hoje responde em regime semiaberto. Ele acusou o bispo e o pastor de participação no assassinato, porque, Lucas Terra ao entrar no Gabinete Pastoral da Universal no bairro da Pituba em Salvador, flagrou o bispo Fernando e o pastor Joel, fazendo SEXO, com receio que Lucas fosse comentar o flagrante, resolveram assassina-lo.
Os dois ainda não foram julgados. “Eles estão em liberdade, passeando por ruas e shoppings de Salvador como se nada tivesse acontecido, como se um cachorro tivesse sido morto”, lamenta o pai, Carlos Terra.
A promotoria acredita que os acusados irão a júri popular. “Não tenho a mínima dúvida que os dois serão submetidos a julgamento popular muito em breve se Deus quiser”, relata o promotor David Gallo. No fim da audiência, os acusados saíram do local sem falar com a imprensa e sob protesto da mãe da vítima, que dizia: “Fujam, seus assassinos, é só isso que vocês têm que fazer. Se esconder, entrar e sair pela porta dos fundos”.
 
As testemunhas de defesa foram ouvidas na sessão judicial e, a pedido dos advogados, os pais da vítima não puderam assistir os depoimentos. “A gente se sente humilhados como pais do Lucas, esperando que a Justiça seja feita”, diz a mãe Marion Terra. Segundo a Promotoria de Justiça, o adolescente foi abusado sexualmente, colocado em uma caixa de madeira e queimado vivo em um terreno baldio na Avenida Vasco da Gama, na capital baiana.
 
Do G1 BA, com informações da TV Bahia
 
Em 13/07/2012, o ex-pastor Silvio Roberto Galiza, condenado a 18 anos de prisão pela morte do adolescente Lucas Terra, teve o pedido de progressão de regime semiaberto para aberto aceito pela Justiça. A decisão foi tomada pela juíza Patrícia Sobral Lopes, da Vara de Execuções Penais de Lauro de Freitas.
 
No regime aberto, Galiza permanecerá preso na Casa do Albergado e Egressos Geral de Salvador, na Mata Escura. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), ele poderá sair durante o dia para trabalhar ou estudar, mas voltará à noite e não poderá sair durante os finais de semana.

Síndrome de Alienação Parental: os filhos como objetos de vingança

Um pai recorre à Justiça pleiteando o direito de conviver com suas filhas que, com a separação, ficaram com a mãe. Esta, por sua vez, insatisfeita com o fim do relacionamento, decidiu que iria se vingar e, sem medir as consequências, proibiu as filhas de se encontrarem e nem sequer se comunicarem com o pai, fazendo-as crer que ele as teria abandonado, constituído nova família e, portanto, não desejava ser incomodado. As filhas, não obstante estranharem tudo aquilo e, apesar do pungente sofrimento, acataram as determinações da mãe e cresceram acreditando que realmente teriam sido preteridas pelo pai. Com a ação judicial proposta, ambas tomaram conhecimento de que a história contada pela mãe era absolutamente falsa. Durante a audiência, pai e filhas abraçaram-se demoradamente e, em silêncio, apenas choravam. Insen­sível àquela cena comovente e alheia aos sofrimentos diante de si expostos, a juíza, motivada pela condição social e tradição familiar da mãe, negou ao pai o seu direito de convivência com as filhas, relegando-o a mera condição de provedor. Ele, em protesto, afixou cartazes nos arredores do Ju­diciário manifestando seu amor às filhas. Estas, em um gesto de irresignação e revolta contra a mãe e manifestação de amor ao pai, desenharam corações sobre os cartazes e escreveram “papai, eu t. a.” (eu te amo). A narrativa acima não é uma ficção. Em razão de casos dessa natureza foram criados movimentos de reação mun­do à fora, como “Father for Law” ou “Pais por Justiça”, protestando e reivindicando providências legislativas em relação à denominada Síndrome da Alie­nação Parental. Deram grande contribuição para uma mudança de conceitos (ou preconceitos) em relação aos pais que, com a separação conjugal, eram reduzidos pela Justiça à condição de meros provedores financeiros. No Bra­sil, foi criada a Lei n.˚ 12.318/10 que define como sendo Alienação Parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculo com este. Para a advogada e professora universitária Nachara Sadalla, doutoranda pela Uni­ver­sidad del Museo Social Argentino, é preciso subsidiar o Judiciário para combater atos tão nocivos de guardiões alienadores e, nos ca­sos extremos, apená-los. O Es­tado não pode ficar esperando apenas pelo bom senso dos pais para assegurar aos filhos ambiente familiar sadio e estável, sobretudo num contexto de rompimentos afetivos e psicológicos.
 
Fonte: Jornal Opção (http://www.jornalopcao.com.br/colunas/rbita-juridica/sindrome-de-alienacao-parental-os-filhos-como-objetos-de-vinganca); Órbita Jurídica – Edição 1931 de 8 a 14 de julho de 2012 por Manoel L. Bezerra Rocha

Minas Gerais – Sancionada lei sobre alienação parental

Sancionada lei sobre alienação parental

Norma determina a realização da Semana de Conscientização sobre Alienação Parental anualmente no mês de abril.

Está em vigor a Lei 20.584, de 2012, que institui a Semana de Conscientização sobre a Alienação Parental, a ser realizada, anualmente, na semana que incluir o dia 25 de abril. A lei é originária do Projeto de Lei (PL) 1.554/11, de autoria do deputado Anselmo José Domingos (PTC), e foi publicada nesta quinta-feira (27/12/12) no Diário Oficial do Estado, o Minas Gerais.

O objetivo da lei é criar uma data dedicada à reflexão sobre a alienação parental que pode ser compreendida como a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente, promovida ou induzida por um dos genitores ou por aqueles que os tenham sob sua responsabilidade, para que o menor rompa seus laços afetivos com o outro genitor.

O tema, de acordo com a Comissão do Trabalho, da Previdência e da Ação Social da Assembleia, surge especialmente em meio às separações judiciais conflituosas, sendo, por isso, uma realidade recorrente na justiça de família. A escolha da semana que inclui o dia 25 de abril tem como objetivo coincidir esforços com as atividades promovidas em comemoração ao Dia Internacional de Conscientização sobre a Alienação Parental, comemorado nesta data.

Fonte: http://consulta.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/12/27_sancao_lei_alienacao_parental.html

‘Ele achava que a filha não era dele’, diz mãe de menina de 4 meses esfaqueada pelo pai

Herculano Barreto Filho

Preso na manhã desta quinta-feira por esfaquear e matar sua filha, de 4 meses, Francisco Jaílton de Sousa, aos 25 anos, duvidava que era o pai da criança. A afirmação é da mãe da menina, Andressa Pereira da Silva, também esfaqueada por Francisco. Ele foi preso temporariamente por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.

– Ele achava que a filha não era dele porque era branca, e ele é negro. Nem registrou a criança – contou Andressa, após prestar depoimento na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), em Jacarepaguá.

Francisco foi preso por policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda). O crime aconteceu na sexta-feira passada, em Curirica, após uma discussão. O casal, segundo testemunhas, brigava frequentemente e Andressa já havia denunciado o marido na Deam.

Francisco Jailton de Sousa, acusado de esfaquear e matar a filha de 4 meses e esfaquear sua esposa

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/ele-achava-que-filha-nao-era-dele-diz-mae-de-menina-de-4-meses-esfaqueada-pelo-pai-7147164.html#ixzz2GLK8Xnul