Arquivo mensal: maio 2015

Mãe mata filho de 2 anos drogado para poder fumar crack

Uma mulher foi condenada pela morte do filho depois que o drogou para que pudesse fumar crack.

Kelly Emery, de 34 anos, foi considerada culpada pela morte de seu filho, Fenton Hogan, de dois anos, por envenená-lo com metadona em julho de 2013. Ela admitiu ter sido negligente ao drogar a criança com a substância a fim de “derrubá-lo” para que pudesse fumar crack em sua casa Frankley no Reino Unido.

A mulher chorou no banco dos réus durante seu julgamento e o juiz Robin Knowles disse a ela: “Eu aceito que há remorso, o caso é trágico, a agressão foi desnecessária, mas ainda assim culposa e de consequências graves, portanto uma pena de prisão é necessária”.

Mãe mata filho drogado para poder fumar crack

Ele pediu a Kelly para dedicar sua vida a sua recuperação “em homenagem a memória de Fenton”.

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Ela foi condenada por homicídio culposo.

Fonte: Daily Star

China executa professor que abusou sexualmente de 26 menores

EFE

As autoridades da China executaram um ex-professor de uma escola de primária da província de Gansu, no noroeste do país, por abusar sexualmente de 26 menores, informaram nesta sexta-feira (29) fontes oficiais através da agência oficial “Xinhua”.

O Tribunal Popular da cidade de Tianshui, em Gansu, executou na noite de quinta-feira Li Jishun, após ser declarado culpado por abusar de 26 meninas com entre 4 e 11 anos, quando trabalhava como professor em uma escola primária durante o período entre 2011 e 2012.

Segundo as fontes oficiais, Li se aproveitou da inocência e timidez das meninas para abusar delas nas salas de aula e dormitórios do colégio primário. A Suprema Corte Popular também divulgou os detalhes de outros casos de abuso de menores, entre eles, o de um homem que estuprou cinco meninas no dormitório de um colégio.

O agressor foi condenado à pena de morte com suspensão por dois anos, o que no sistema judiciário chinês acaba se tornando, na prática, uma prisão perpétua. Os casos de abusos de menores aumentaram recentemente no país e os tribunais provinciais chineses tiveram que lidar com 7.145 processos deste tipo nos últimos dois anos.

Menina de 4 anos morre espancada e mãe diz que ‘passou do limite’

Uma menina de quatro anos morreu espancada pela mãe em Colombo, cidade do Paraná, na quinta-feira (27). Karen Conceição Rodrigues de Lima assumiu a autoria do crime e disse que costumava bater nos filhos, mas que dessa vez ‘passou dos limites’.

“Eu batia sempre, uma semana sim e outra não. Não sei por que fazia isso, acho que porque estava estressada e acabava descontando neles. Mesmo eles sendo inocentes”, disse a mãe.

A mãe levou a criança cheia de hematomas ao hospital e afirmou que a filha havia caído. Desconfiados, os médicos chamaram a polícia e a mulher acabou confessando as agressões. Ela contou ainda que o cunhado, Claudecir Nascimento Duarte, abusava da menina. Ele também foi preso e, debochado, confirmou os abusos alegando que a menina gostava.

A mulher morava com a menina e mais dois filhos. Os vizinhos disseram que ela sempre apresentou comportamento agressivo e agredia as crianças com frequência.

O Conselho Tutelar recolheu os sobreviventes, de quatro e três anos, e levou para um abrigo da cidade. A avó materna procurou o órgão e informou que tem a intenção de cuidar dos netos.

A mulher foi presa em flagrante e encaminhada ao presídio da cidade. O homem foi indiciado por estupro de vulnerável.

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Fonte: Com informações do R7

Publicado Por: Larice Sena

Por R$ 30, homem dá a filha de 5 anos para ser abusada por traficante

Um dependente químico utilizou a própria filha de 5 anos como “moeda de troca” para o pagamento de dívidas com traficantes na cidade de Tanabi, no interior de São Paulo. O auxiliar Gleidson Pedro Martins, de 22 anos, foi preso depois de confessar ter cedido a filha para que fosse abusada por um traficante de 14 anos em troca do pagamento da dívida de R$ 30, contraída com a compra de pedras de crack. O caso ocorreu na sexta-feira, mas só foi divulgado nesta segunda, com a prisão de Martins e encaminhamento do adolescente para a Fundação Casa.

A mãe da menina, que não quis se identificar, disse que sentiu a falta da filha quando ela brincava nos fundos de casa. “Percebi que o barulho que ela fazia tinha acabado e, quando olhei, minha filha não estava mais lá”, disse. “Fiquei desesperada e saí procurando minha filha pelas redondezas, até ouvir o choro dela ao longe”, completou. Ao ir atrás da filha, a mulher encontrou a criança, deitada de costas, com a calcinha arriada e chorando, num terreno da vizinhança, aos fundos de sua casa. A mãe da vítima ainda conseguiu ver o agressor, que debochou da situação, segundo ela: “vi quando ele saiu de trás da casinha e ainda sorriu para mim e fugiu.”

Depois de passar por atendimento num pronto-atendimento de Tanabi, a criança foi levada para o Pronto-Socorro Central de São José do Rio Preto, cidade vizinha. O promotor José Heitor dos Santos, que acompanhou o caso, contou que a menina, além de abusada, foi vítima de mais violência. “Ela foi encontrada com marcas de estrangulamento. A menina se debatia e gritava, pois tentou resistir. Ele a pegou pelo pescoço e tentou esganá-la e depois a jogou de lado”, contou o promotor.

“Tenho para mim que se eu não chegasse a tempo ele ia matar minha filha para depois praticar o abuso”, comentou a mãe da criança. De acordo com o promotor, que ouviu o adolescente, ele confessou ter dominado a menina, mas negou ter praticado o estupro, cuja confirmação deverá ser checada com exame de corpo de delito, ao qual a menina foi submetida.

Segundo o promotor, o adolescente, que vai responder por estupro de vulnerável, foi encaminhado para internação provisória. O promotor também pediu a prisão temporária do pai da criança, que confessou ter entregue a menina e foi detido pela polícia de Tanabi.

Ao tomar conhecimento do caso, moradores invadiram a casa do adolescente e tentaram linchá-lo, mas foram impedidos pela Polícia Militar, chamada às pressas para atender a ocorrência. O jovem, que foi recolhido para a carceragem da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Preto, ainda fugiu na tarde de domingo, mas foi recapturado por volta da uma hora de segunda-feira, quando caminhava por uma estrada vicinal.

Mãe e filha foram encaminhadas para atendimento no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) onde passarão por atendimento psicológico.

Fonte: Com informações do Terra Notícias

Publicado Por: Fábio Carvalho

Após vassouradas, criança morta foi agredida com garrafa pela mãe

Os pais do menino Daniel Carlos Castro Lopes, de dois anos, foram presos nesta sexta-feira (12) e confessaram as agressões que mataram a criança. Diego Emanuel Pereira de Oliveira, 22, e Sara Castro Lopes, 24, deverão responder por homicídio doloso. Os dois relataram que, mesmo após os golpes com uma vassoura, tão fortes que quebraram o objeto, o menino continuou sendo agredido.

De acordo com a polícia, o menino foi espancado com a vassoura no dia 26 na casa da família, localizada no bairro Tarumã, em Manaus. As investigações apontam que o pai foi o autor da agressão, no momento em que a mãe estava no trabalho. Ele afirma que bateu no menino pois ele havia mexido na bicicleta do vizinho.

Ao chegar em casa, a mãe constatou os hematomas e serviu o jantar para o menino. Já sentindo as consequências da agressão, o menino afirmou que não queria comer e vomitou. “Ele sujou toda a casa com vômito, então bati nele com uma garrafa de suco na cabeça. Eu bati, mas não matei meu filho. Foi culpa desse monstro”, contou Sara.

O menino foi encaminhado ao hospital somente dois dias após o crime. Segundo os pais, eles o levaram pois a criança começou a vomitar sangue. Na unidade hospitalar, eles falaram para os médicos que um vizinho havia agredido Daniel. Após 15 dias internado, o menino veio a óbito. O pai culpa os médicos. No entanto, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) constatou que a morte ocorreu em decorrência de múltiplas lesões abdominais causadas por agressão física. “Ele morreu por infecção. O Daniel já estava bem no sábado, mas colocaram ele para andar e depois disso ele morreu”, afirmou Diego.

Durante entrevista, o casal trocou acusações. “Quando eu voltei para casa, o cabo da vassoura já estava quebrado. Ele que matou o menino. Eu bati nele por causa do vômito mas foi um momento de raiva”, declarou a mãe. Já o pai afirmou que Sara já havia tentado assassinar outras pessoas. “Ela sai e passa três dias fora de casa para se prostituir. É um verme. Ela já tentou matar duas pessoas e sempre batia no menino”, se defendeu Diego.

Segundo a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que investigou o crime, os dois confessaram as agressões. “Os dois são confessos. A mulher foi a primeira que confessou, mas depois quando encontrou com o marido jogaram a culpa um para o outro. Eles já estavam tão acostumados a bater na criança que não viram mais como algo ruim”, explicou a delegada Débora Mafra, que ouviu o depoimento dos pais nesta semana.

Após o casal ser ouvido, eles foram liberados, por não haver flagrante. Com mandado de prisão expedido nesta sexta (12), os dois foram detidos. A mulher estava na casa da família, localizada no Conjunto Campos Sales, e Diego com a mãe no bairro de Flores.

Para o delegado-titular da DEHS, Paulo Martins, a criança já sofria há um tempo. “Os dois tinham o costume de vender objetos de casa para comprar drogas. Eles disseram que agrediam bastante a criança. Moravam em um ambiente onde a criança não era aceita e sofria por causa disso. Quando soubemos da possibilidade de homicídio, realizamos a abordagem e eles confessaram para a DEHS”, destacou.

O casal foi indiciado por homicídio doloso. Os dois devem ser encaminhados à Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus.

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Juliana Araujo

Menor é estuprada por pai e madrasta; eles usavam até uma vassoura

A menina de seis anos que foi estuprada e agredida pelo pai e a madrasta em Aparecida de Goiânia, em Goiás, continua internada no Hospital Materno de Goiânia nesta terça-feira (13). O homem levou a criança ao hospital após uma convulsão e médicos notaram sinais de estupro. Um laudo do IML (Instituto Médico Legal) confirmou.

Segundo o Conselho Tutelar, a garota tem marcas em todo o corpo e que será apurada se ela teve uma convulsão após ingerir algum produto químico ou álcool. O pai e a madrasta foram presos em flagrante no sábado (10).

A própria criança relatou aos conselheiros que ingeria bebida alcoólica dada pelo pai, que a queimavam com cigarro e que a madrasta chegava a introduzir cabo de vassoura nas partes íntimas.

Os médicos produziram um laudo informando que as marcas correspondem a abusos praticados há muito tempo. Os suspeitos negaram o crime, mas foram presos e indiciados por estupro e maus tratos.

Vizinhos disseram que a vítima era mantida em cárcere porque dificilmente era vista em público. Ela deve ficar com uma tia quando deixar o hospital.

Fonte: Com informações do R7

Publicado Por: Francy Teixeira

Polícia investiga mãe e padrasto suspeitos de espancar criança


A Polícia Civil do Distrito Federal investiga a mãe e o padrasto de um menino de 5 anos, por suspeito de espancamento. A família mora em um apartamento de luxo em Águas Claras. O Conselho Tutelar transferiu a guarda do garoto para o pai biológico, em caráter provisório.

As agressões teriam ocorrido na última sexta-feira (29/08). A denúncia foi feita pela babá do menino, que fotografou as marcas de agressão e encaminhou o material ao Conselho Tutelar. Uma equipe foi ao apartamento da família para verificar a situação e encontrou o menino dormindo, na companhia da empregada.

De acordo com o conselheiro Iran Magalhães, a mulher confirmou as agressões por parte do padrasto, mas disse estar com medo da reação dos patrões. Ela chegou a receber uma ligação da mãe durante a visita e foi orientada a não deixar a equipe entrar na casa ou ver o menino.

“Então ele acordou, e foi um momento bastante emocionante para a gente. Ela explicou quem éramos e disse: ‘Eu não prometi que o tio [o padrasto] nunca mais iria te machucar?’ O menino a abraçou, e depois nos contou tudo”, disse Magalhães.

Ainda segundo o conselheiro, a mãe esteve na instituição na terça e negou que o padrasto fosse o autor das agressões. Ela teria dito que bateu na criança para “corrigi-la” e que achava a situação normal.

“Questionei se ela achava correto espancar, e ela disse que não, que ela não espancou, que corrigiu. ‘Não espanquei, cresci apanhando, bato na hora que eu quero’, foi o que ela me disse”, afirmou.

Em depoimento, o pai biológico afirmou que desconhecia as agressões, e que perdeu o contato com a família nos últimos três meses. Até as 16h desta sexta (29), a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente ainda tentava intimar a mãe e o padrasto para prestarem depoimento.

Segundo o delegado Reinaldo Lobo, responsável pelo caso, a criança apresenta sequelas psicológicas da agressão. “Ele chora muito, está muito agressivo. A toda hora conta que foi agredido pelo padrasto”, diz.

Segundo depoimentos de testemunhas, a mãe disse que o garoto tem distúrbio de atenção e é hiperativo – o que, na visão dela, poderia justificar as agressões.

A Polícia Civil aguarda o laudo definitivo do Instituto Médico Legal, que deve ser concluído na próxima semana. O casal será indiciado por maus tratos, e a pena varia de dois meses a um ano (ou pagamento de fiança). Ambos respondem em liberdade.

Fonte: com informações do G1

Publicado Por: Juliana Araujo