Arquivo mensal: maio 2012

Mulher foge logo após dar à luz e é encontrada em bar de Campinas

Uma moradora de rua tentou fugir sem a criança logo após dar à luz no Viaduto Miguel Cury, em Campinas (SP), mas foi encontrada pela Guarda Municipal minutos depois em um bar nas proximidades na noite desta quarta-feira (30). Ela e o bebê receberam os primeiros socorros no Hospital Mario Gatti e foram levados para a maternidade. Segundo relato de uma mulher que também vive no viaduto, a mãe é usuária de drogas.

O guarda Amadeu Marcio do Nascimento disse que foi chamado por moradores de rua, pois a mulher estava em trabalho de parto. “Quando chegamos já vimos a mãe, que havia acabado de ganhar o neném. Um colega pegou o bebê para enrolá-lo, nisso ela saiu correndo e foi até um bar”, relatou. Os guardas conseguiram detê-la. De acordo com Nascimento, ela drogou-se pouco antes do parto e estava descontrolada.

Grávida
Uma usuária de drogas, que está grávida, estava no viaduto no momento do parto. “A gente só ouviu o grito e quandos olhamos o bebê estava no chão. O pessoal ficou todo apavorado, nem quis pôr a mão com medo de machucar a criança. Eu fiz um curso de técnico de enfermagem e tenho noção um pouquinho, peguei o bebê, ele estava quietinho, dei um tapa e ele chorou”, relatou. “Senti remorso, não quero viver isso que ela viveu […] tudo por conta do vício, é desesperador”, disse emocionada.

Viaduto onde ocorreu o parto, em Campinas (Foto: Reprodução EPTV)
Viaduto onde ocorreu o parto, em Campinas (Foto: Reprodução EPTV)

Fonte:  G1 Campinas e Região

Pai deixa bebê sozinho no carro, vai a clube de strip e acaba preso nos EUA

O americano Edward Condry Jr., de 25 anos, foi preso na última terça-feira em Tampa, no estado da Flórida (EUA), depois que deixou seu filho de um ano de idade sozinho no carro enquanto estava em um clube de strip-tease, segundo a emissora de TV “WTSP”.

Edward Condry Jr. deixou filho no carro enquanto frequentava casa de strip. (Foto: Reprodução)
Edward Condry Jr. deixou filho no carro enquanto frequentava casa de strip. (Foto: Reprodução)

De acordo com a polícia, às 2h, o gerente do clube ouviu o choro de uma criança enquanto caminhava do lado de fora. Quando se aproximou de Dodge Avenger estacionado, ele descobriu o bebê sozinho dentro do veículo. Imediatamente, ele chamou a polícia.

Quando chegaram, os policiais encontraram o pai da criança conversando com as dançarinas. O bebê ficou sozinho no veículo por 45 minutos. Condry foi levado para a cadeia do condado de Hillsborough com uma fiança fixada em US$ 2.000.

Fonte: G1 SP

Lucas Mendes: Xuxa, Luzes e Sombras

Bobo é quem acha que a Xuxa é boba. Nunca fomos íntimos, mas estivemos juntos algumas vezes em Nova York.

Fernando Sabino dizia que todos temos um menino dentro de nós. A menina dentro da Xuxa é grande e frágil, mas sabe ser adulta, contundente e confiável, como no depoimento dela sobre abusos sexuais no Fantástico.

Ela não contou os detalhes sórdidos que a massa queria ouvir. Não contou porque não quis, não se lembra ou não quer se lembrar. Aconteceram até os 13 anos e ela vai fazer 50.

Um estudo americano da década de 90 com mulheres com histórico hospitalar de abusos mostra que 38% delas não se lembravam ou não queriam se lembrar, 17 anos depois, que tinha sido vítimas de abusos.

A definição do que constitui abuso tem variações nos Estados Unidos. Dependendo do Estado, entre 15% e 25% das meninas sofreram algum tipo de abuso, a maioria em família.

Uma das confissões mais famosas foi da popular e milionária apresentadora Oprah Winfrey, em 1986. Contou no programa dela, na televisão, que tinha sido estuprada aos 9 anos por um parente e que o abuso continuou por muito tempo.

Ela causou constrangimento quando disse que se o abusador for habilidoso a abusada pode sentir prazer, como no caso dela. Só mais tarde sentiu o impacto psicológico no abuso.

A imprensa sensacionalista não infernizou os parentes de Oprah como estariam fazendo no caso da Xuxa. Pelo contrário.

Uma controvertida biografia de Kitty Kelly diz que Oprah fabricou o abuso e sua miséria na infância – ‘eu era tão pobre que meus bichos de estimação eram duas baratas’ – para subir a audiência do programa. Subiu. Oprah mais tarde fez uma bem sucedida série com depoimentos de abusadores e abusados.

A poetisa Maya Angelou revelou na sua biografia que foi estuprada aos 8 anos por um parente e depois passou muito tempo muda.

Silêncio e afastamento são dois dos vários sintomas das abusadas. O estudo que mostra o esquecimento das vítimas gerou uma mini ‘indústria’ de filhas, incentivadas por advogados e psicólogos, que acusavam pais, mas não se lembravam como e quando tinham sido os abusos.

Sessões de hipnotismo ‘reconstruíam’ os abusos e um conhecido médico da Califórnia quase foi arruinado pelas denúncias de uma filha. Processou de volta, ganhou, limpou o nome.

Até a década de 90, os juristas e educadores americanos discutiam se abusos sexuais deveriam ir para tribunais civis ou criminais, especialmente nos casos que envolviam parentes, mas, em 1994, o estupro seguido de homicídio de uma menina de 8 anos, Megan Kegan, gerou uma explosão de leis estaduais rígidas conhecidas como Leis de Megan.

Pelas leis, depois de cumprir a sentença, o abusador precisa informar a polícia onde mora. O crime e o endereço vão para a internet. Só na Califórnia, sao 65 mil abusadores na lista. Custa caro manter estas leis e, apesar do preço e do controle, ainda não diminuíram o número de abusos sexuais de crianças.

Mesmo se você não se interessa pelo assunto de abuso sexual de crianças, não perca o filme Polisse, que ganhou o prêmio do júri no festival de Cannes de 2011. Estreou aqui esta semana e chegará ao Brasil.

O filme é baseado num documentário sobre uma divisão da polícia parisiense que cuida de todos tipos de abusos de crianças. Quase todos os casos envolvem pedofilia.

São sete policiais, quatro mulheres e três homens, que lidam com dezenas de pais e filhos, abusadores e abusados, com suas crises no trabalho e em casa. Difícil chegar à noite e conversar, no jantar, com a mulher ou o marido sobre a mãe que acalma seus bebês com masturbação e sexo oral. Ou o pai que transa com a mãe pensando na filha e acha normal.

Um confronto entre uma policial árabe e um pai muçulmano rígido que obriga a filha menor a se casar com um noivo escolhido por ele resume em poucos minutos a crise entre muçulmanos moderados e radicais.

Os conflitos étnicos, morais e burocráticos estão comprimidos em duas horas que em poucos minutos vão e voltam do trágico ao cômico, sem heróis e uma energia que ilumina o lado sombrio não só da cidade das luzes como das cidades das Xuxas do mundo inteiro.

Fonte: BBC

Proteção da infância e da juventude ganha destaque no debate

A terceira reunião do programa Diálogos com Porto Alegre Temáticos, ocorrida nesta terça-feira (29) à noite, analisou o tema Direitos Humanos. Realizado na sede do Sindicato dos Técnicos do Tesouro do Rio Grande do Sul (Afocefe), o encontro reuniu representantes e ativistas de movimentos em defesa das crianças e adolescentes, mulheres, dos índios, da igualdade racial e dos direitos do segmento LGTB (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), que encaminharam propostas e sugestões para a capital gaúcha. Participaram do debate, organizado pelo deputado Adão Villaverde, o procurador-geral do Estado, Carlos Henrique Kaipper; Adiles da Silva Lima, especialista em estudos afro-brasileiros; Priscila Leote, representando a ONG Outra Visão; Marisa Alberton, do Comitê Estadual de Enfrentamento à Violência Sexual a Crianças e Adolescentes e da Pastoral do Menor; Bianca Garibaldi, do projeto Direito à Inocência, direcionado a preparar professores para identificar casos e incentivar denúncias de abuso sexual entre os estudantes; Evelise Souza, da Secretaria de Mulheres do PT/POA, além do próprio parlamentar.

Na opinião unânime dos presentes, a garantia e a ampliação da proteção da infância e da adolescência deve ter prioridade absoluta na agenda da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana. “O prefeito que não incluir a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à educação, à cultura, à segurança, das crianças e jovens, não vai fazer um bom trabalho”, avaliou Marisa Alberton, defendendo a abertura de vagas, construção de escolas e aumento da rede conveniada no sistema municipal de ensino, incluindo as creches. As mulheres também reivindicam o funcionamento das creches à noite, o que permitiria que mães e pais trabalhassem tranqüilos neste período e reduziria a risco de abuso sexual. “No Brasil, uma criança é abusada a cada oito minutos e a maioria dos casos é verificada no ambiente familiar. Se o município garante um espaço seguro e adequado para acolher a criança, não é necessário recorrer a parentes ou vizinhos que, infelizmente, podem vir a praticar abusos”, destacou a advogada Bianca Garibaldi. Outro grupo que espera ser atendido com a adoção do terceiro turno nas creches é o formado por estudantes inscritos no ProJovem, programa do governo federal destinado a inclusão social de cidadãos entre 18 e 29 anos, que oferece cursos à noite.
 
Ao falar sobre o tema, Villaverde sustentou que a responsabilidade com o respeito e a promoção dos direitos humanos deve ser compartilhada por todos os órgãos que integram a administração municipal em parceria com a sociedade civil. “Só a transversalidade no atendimento das demandas socioeducativas pode assegurar conquistas verdadeiras na luta pela igualdade e pelo respeito e incentivo ao pleno exercício de todos os direitos e liberdades fundamentais aos distintos grupos sociais”, frisou, apontando a importância do debate. “Depois de um primeiro momento de imersão nos problemas e potencialidades da cidade, estamos realizando encontros temáticos para identificar as reais necessidades dos porto-alegrenses. Está evidente a responsabilidade que temos pela frente para consolidar um sistema de proteção social que preencha as lacunas e avance em direção à superação de preconceitos, discriminações e injustiças”, apontou.
 
Durante o evento, inúmeras sugestões foram anotadas pelo parlamentar, como o cumprimento da lei 10.639, que tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Africanas e Afro-brasileiras nas escolas públicas e privadas; a adoção de políticas afirmativas de cotas raciais no serviço público; criação de um centro de referência LGBT; promoção dos direitos humanos nas escolas, ações de combate à exploração sexual, obrigatoriedade de testes para anemia falciforme (doença hereditária com predominância na população negra) no exame do pezinho, promoção dos direitos humanos na saúde, políticas para moradores de rua (estima-se que, hoje, Porto Alegre tenha quase dois mil cidadãos nesta condição), reformulação do observatório de violência, capacitando-o para o mapeamento e estudos dos casos, a formação de gestores públicos da área dos direitos humanos, entre outras.

Angelina Jolie participa de lançamento de campanha contra abuso infantil

Angelina Jolie é conhecida pelo seu envolvimento em causas humanitárias. Em Londres, a atriz participou do lançamento de uma campanha contra o abuso infantil.

A campanha visa combater e prevenir a violência sexual na Europa. A iniciativa é desenvolvida por médicos, advogados, policiais, psicólogos e especialistas no cuidado e proteção das vítimas e testemunhas dos casos.

Na ocasião, Angelina se encontrou com o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, e o filme dirigido pela bela, In The Land of Blood and Honey, foi exibido. O longa conta a história de amor e violência de uma jovem muçulmana com um sérvio, que ficam separados após o início do conflito na Bósnia.

Fonte: Blog BYN9VE

Pai dá surra com cinto em filha e é preso por tortura

O que era para ser uma simples visita à casa do pai, no Rio, tornou-se um verdadeiro tormento na vida da menor X. Com o aviso de que “era apenas o começo”, seu pai a espancou utilizando a fivela de um cinto, após a adolescente, de 14 anos, ter usado suas alianças para brincar. Com a denúncia na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav), o pai acabou preso nesta segunda-feira. Como se trata de agressão a uma pessoa menor de idade, a polícia não divulgou os nomes da vítima, identificada aleatoriamente como X., nem do acusado.

– Quando a mãe da menor cobrou explicações, ele explicou apenas: patada de galinha não mata pinto – conta o delegado titular Marcello Braga Maia.

Segundo o delegado, além das dores, a menor sofre também com a pressão psicológica. Em depoimento, a adolescente informou que, enquanto ele a torturava, dizia que era apenas o começo e que estava fazendo carinho para educá-la. As agressões foram feitas principalmente nos braços e nas costas.

Segundo o delegado Marcello Maia, a mãe de X., inconformada com a violência, procurou a delegacia há cinco dias. Em depoimento, ela informou que sabia que o ex-marido era uma pessoa violenta, já tendo agredido tanto ela quanto outras companheiras. Entretanto, precisava deixar a filha passar alguns finais de semana com o pai, já que o casal é divorciado. Com a menor também não foi a primeira agressão. Segundo a mãe, a menina já havia se queixado.

O pai – que já possuía passagem por porte ilegal de armas – irá responder pelo crime de tortura, podendo pegar de 2 a 8 anos de prisão.

– É uma pessoa completamente descontrolada, que se utiliza de meios torturadores para empregar o castigo, com a finalidade de educar sua filha – conta o delegado.

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/pai-da-surra-com-cinto-em-filha-e-preso-por-tortura-5051582.html#ixzz1wO93yVrX

Menina morta por canibal é enterrada nos EUA

 

 

Familiares e colegas reuniram-se para o sepultamento de Jamie Rose Bolin, a menina de 10 anos cujo corpo foi encontrado no apartamento de um homem que, segundo a polícia, tinha a intenção de comê-lo. O funeral foi realizado no ginásio da escola onde ela estudava, a Purcell High School. Amigos e parentes exibiram um vídeo sobre a menina, que gostava de cantar e costurar.

Kevin Ray Underwood, 26 anos, é acusado de assassinato em primeiro grau pela morte de Jamie. A promotoria disse que ele, além de matar a menina, também abusou sexualmente do corpo. Segundo promotores, será pedida a pena de morte.

Underwood, que trabalhava como repositor de estoque em uma mercearia, foi detido na última sexta-feira, e está preso sem direito a fiança. Ele levou a polícia até seu apartamento, onde o corpo de Jamie foi encontrado dentro de um grande tubo plástico dentro de seu armário.

As autoridades acreditam que ele convenceu a menina a ir ao seu apartamento, onde então a agrediu com pedaços de madeira e a sufocou com suas mãos. Jamie morreu por asfixia, disseram autoridades.

Fonte: Terra