Arquivo mensal: agosto 2015

Mãe descobre que filho foi estuprado após dentista achar doença na boca

Uma mãe descobriu que o filho de 6 anos foi estuprado depois que o levou a uma dentista no posto de saúde em Avaré (SP). O garoto tinha uma ferida na boca e a profissional suspeitou que ele tinha HPV, uma doença sexualmente transmissível. Após três consultas com a equipe médica do local, foi confirmada a suspeita devido ao formato e coloração. Pressionado pela mãe, ele contou que foi abusado pelo vizinho, de 21 anos. De acordo com informações da Polícia Militar, o suspeito foi preso nesta terça-feira (25) e nega as acusações.

DST apareceu na boca da criança após suspeita de abuso sexual (Foto: Arquivo Pessoal)DST apareceu na boca da criança após suspeita
de abuso sexual em Avaré (Foto: Arquivo Pessoal)

“Depois que a criança contou com riquezas de detalhes sobre local, horário e até mesmo sobre as tatuagens do suspeito, a mãe reconheceu o vizinho e o prendemos preventivamente por 30 dias”, explica o delegado de Avaré, João Luiz de Almeida. O menino fez ainda um exame, que deve confirmar a doença nos próximos dias.

Ainda de acordo com Almeida, o abuso sexual aconteceu em maio quando o menino brincava na rua de casa, na Vila Esperança. “A criança contou que foi levada à força ao quintal de uma residência vizinha e que fica desocupada durante o dia e foi obrigada a fazer sexo oral. A data também coincide com o tempo em que o homem estava livre da prisão na casa onde mora – ele tem passagens por tráfico de drogas”, diz.

A dentista que fez o atendimento à vítima, e que não quer se identificar, conta que a mãe achava que as feridas eram resultado de mordidas. Mas o HPV é característico por ter “verrugas” com manchas brancas, diz ela. “Retiramos a ‘verruga’ e entregamos para autópsia que deverá  confirmar o HPV. Agora é torcer para que a lesão não volte, senão será preciso medicar.”

O suspeito de ter abusado da criança não tem sintomas da doença no órgão genital, diz a polícia. Mas a dentista explica que o HPV pode não se manifestar no corpo. “Depende do organismo, do sistema imunológico”, explica. Por isso, o suspeito também fez exames no Instituto Médico Legal (IML) para comprovar a doença.

A polícia aguarda pelos exames que provariam o HPV na vítima e no suspeito. Os resultados devem chegar até a segunda semana de setembro, diz o IML. “O instituto não consegue provar que houve abuso por ter sido na boca, mas se ambos tiverem a mesma doença é outro forte indício da autoria do crime, já que a versão da criança é verossímil”, conta o delegado Almeida.

Operação da Polícia Civil resultou na prisão de 42 pessoas (Foto: Adolfo Lima/ TV TEM)Polícia Civil prendeu principal suspeito do abuso por 30 dias (Foto: Adolfo Lima/ TV TEM)

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Abusada diz que o pai é pior do que um monstro: “Monstros só assustam. Ele machuca”

Em média, quatro crianças ou adolescentes são encaminhadas ao Hospital Materno Infantil Presidente Vargas por suspeita de violência sexual. Na Capital, a média é de dois casos diários

Abusada diz que o pai é pior do que um monstro: "Monstros só assustam. Ele machuca" Reprodução/DG

Menina abusada costumava desenhar a si própria, junto com o pai, próximos a um vaso e uma pia Foto: Reprodução / DG

Surianny dos Santos Silveira, cinco anos, em suas brincadeiras, sonhava ser princesa. Mas a infância e os sonhos foram interrompidos quarta-feira passada em sua casa, no Bairro Lomba do Pinheiro, na Capital. Surianny foi estuprada e morta. O padrasto da menina e o irmão de criação dele são suspeitos e estão presos.

Em Gravataí, um pai fugiu com a filha mais velha, de 11 anos, com a qual havia algum tempo mantinha uma relação incestuosa. Ele também está preso.

A violência e o abuso sexual nos dois casos estão longe de serem situações isoladas ou raras. A cada dia, em média, quatro crianças ou adolescentes são encaminhadas de diferentes regiões do Estado para acolhimento no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (HMIPV) por suspeita de terem sofrido abuso ou violência sexual. Na Capital, a média é de dois casos diários.

Os números tornam-se mais preocupantes se levarmos em conta que os dados não incluem as regiões da Fronteira Oeste e Central e do município de Caxias do Sul, que não encaminham as vítimas para o HMIPV. E o pior de tudo é que boa parte dos casos não chega a ser denunciada, muitas vezes devido a ameaças feitas pelos abusadores.

Pai fugiu com a própria filha

A fuga do pai com a menina ocorreu em abril de 2014. Ela estava no Conselho Tutelar da Zona Oeste de Gravataí, pois vizinhos da família haviam denunciado as suspeitas de que ela era abusada pelo pai. Seus cinco irmãos, com idades de dois, quatro, seis e dez anos já haviam sido encaminhados à guarda dos avós maternos, no interior de Santa Catarina, devido a denúncias de que viviam em situação de vulnerabilidade.

A mãe, envolvida em um novo relacionamento, os havia deixado sob a guarda do pai.

De acordo com as denúncias, o pai costumava deixar os filhos menores fora de casa, em situação de risco, e permanecia por longos períodos trancado com a mais velha, então com 11 anos. Inclusive, os dois dormiam na mesma cama.

No momento em que uma conselheira afastou-se para tirar a cópia de um documento, a menina saiu correndo do prédio. O pai, segundo testemunhas, a aguardava do lado de fora. Antes, ele havia solicitado ao patrão um adiantamento de salário. Mas não voltou ao emprego, e a filha abandonou a escola.

A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Gravataí deflagrou uma operação para localizar pai e filha.

Após a fuga, as únicas pistas que surgiam eram telefonemas que a filha, esporadicamente, dava à mãe para afirmar que “estava bem”. Os policiais buscavam o rastreamento do telefone, mas, a cada ligação, o pai costumava trocar o número, alternando inclusive as operadoras.

Depois de 17 meses, a Deam conseguiu localizá-los. O foragido estava trabalhando como caseiro em uma propriedade rural no interior de Gravataí. À polícia, seu patrão alegou que não teve qualquer desconfiança da situação. Durante o período em que estava sendo procurado, o pai não permitiu que a filha saísse uma única vez da propriedade.

O pai teve prisão preventiva decretada por estupro e cárcere privado da filha. De acordo com a delegada Marina Dillenburg, o homem alegou que sua relação com a menina era de pai e filha. Manteve-se frio até mesmo na hora de ser conduzido ao Presídio Central.

Surianny foi estuprada

Preso o padrasto de menina morta na zona leste de Porto Alegre Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Corpo de Surianny foi escondido no forro de um sofá – Foto: Arquivo Pessoal

A menina Surianny dos Santos Silveira, cinco anos, inicialmente foi dada como desaparecida. Seus familiares passaram a madrugada da quarta passada procurando por ela. Ela e os irmãos teriam ficado sob os cuidados do padrasto e de seu irmão de criação. A mãe das crianças, que trabalha vendendo roupas, estava em São Paulo.

Quando todos já haviam perdido a esperança de encontrá-la dentro de casa, um barulho vindo do sofá, em um dos cômodos da casa na Quinta do Portal, Bairro Lomba do Pinheiro, na Zona Leste da Capital, chamou a atenção dos tios. A menina, ainda com vida, estava no forro do móvel, o mesmo no qual dormia o irmão de criação do padrasto. Surianny foi socorrida, mas morreu pouco depois. A perícia constatou que ela fora estuprada.

Inicialmente, a polícia prendeu o irmão de criação do padrasto, Jéferson Machado Alves, 23 anos. Ele confessou o crime e alegou ter agido sozinho. Nesta segunda-feira, porém, foi preso preventivamente o próprio padrasto,  Charles Teixeira de Castro, 23 anos. Na quinta-feira passada, em depoimento, Charles negou participação no crime. Ouvido novamente, voltou a negar qualquer envolvimento.

“Monstros só assustam. Ele machuca”

Os conselheiros tutelares da Zona Oeste de Gravataí, Marcos Vinicius Pinto, Joelson Cardoso, Adriana Neves e Paulo Aguiar, mesmo acostumados a uma rotina de denúncias de violência ou abuso sexual contra crianças e adolescentes, não deixam de se surpreender a cada nova ocorrência.

O município é o segundo em número de encaminhamentos ao ao Centro de Referência no Atendimento Infanto-Juvenil de Violência Sexual (Crai), no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (HMIPV), ficando atrás apenas da Capital. E foi por lá que passou o caso do pai que manteve a filha em cárcere privado por 17 meses. Confira outros casos marcantes:

A demora de um pai em sair do banheiro com a filha de cinco anos na escolinha da criança provocou suspeitas. Em conversas com a professora, a direção do estabelecimento descobriu que a menina, em seus trabalhinhos, costumava desenhá-la, junto com o pai próximos a um vaso sanitário e uma pia. Em conversa com a criança, psicólogos descobriram que ela era abusada não somente pelo pai, como pela mãe também. Quando a menina foi entregue à guarda de familiares, uma tia revelou que, em sua infância, era abusada pelo irmão mais velho (pai da criança).

Em uma família de classe média, uma adolescente de 14 anos, incentivada pelo namorado, denunciou que era abusada pelo pai. Ao saber disso, o abusador tentou o suicídio, colocando-se à frente dos carros na ERS-118. Porém, a polícia o impediu e o prendeu. Passado um mês, saiu do presídio e ameaçou matar sua família. Foi preso novamente.

Em outro caso, um avô, denunciado pela neta, consumou o suicídio. A menina, mesmo tendo sido abusada, teve de passar por tratamento psicológico por sentir-se culpada pela morte do avô.

Ao ouvir os relatos de uma adolescente de 14 anos que desde os 11 era violentada pelo pai, uma conselheira tutelar comentou:

— Desculpa-me, mas o teu pai é um monstro.

A menina, traumatizada com a situação, respondeu:

— Ele não é um monstro porque monstros só assustam. Ele machuca.

Rotina de violência e ameaças

Como ocorre na maioria dos casos envolvendo abusos ou violência sexual de crianças e adolescentes dos zero aos 18 anos incompletos, a menina de Gravataí, agora com 13 anos, foi encaminhada ao Centro de Referência no Atendimento Infanto-Juvenil de Violência Sexual (Crai), no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (HMIPV), na Capital. O serviço envolve secretarias estaduais e municipais e faz o acolhimento de possíveis vítimas de abuso ou violência sexual, encaminhadas pelos Conselhos Tutelares.

Psicólogas e assistentes sociais avaliam as condições e a dinâmica da família envolvida e os agravos sociais da situação de violência.

A psicóloga Maria Eliete de Almeida foi responsável pelo acolhimento da menina.

— Ela parecia bastante preocupada com o pai e fazia planos para reencontrá-lo quando ele saísse da prisão — revelou a psicóloga.

O comportamento da menina, de acordo com Maria Eliete, não é incomum. O abusador, muitas vezes, se utiliza da proximidade com a criança e da relação de confiança e lealdade para garantir o segredo. Ou aproveita-se também da condição de dependência do abusado em relação a ele.

— A criança tem vínculo de afeto e deveria ser protegida por essas pessoas — destaca Maria Eliete.

De acordo com a psicóloga, outra expediente muito utilizado pelo agressor para manter o segredo é a ameaça.

— Dizem coisas do tipo: “se você contar vou matar todo mundo, vou sumir contigo e com os teus irmãos, vou colocar fogo na casa, eu serei preso e vocês não vão ter o que comer”. Tudo para que as crianças não contem a ninguém — relata.

Por conta disso, segundo Maria Eliete, as crianças muitas vezes só denunciam os abusos quando se sentem seguras, como quando a mãe e o agressor (pai ou padrasto) se separam, ou quando ocorre acolhimento no Crai ou nos conselhos tutelares.

Preso padrasto de menina encontrada morta dentro de sofá de casa na Lomba do Pinheiro

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* Por Lucas Abati 

O padrasto da menina Surianny dos Santos Silveira, 5 anos, encontrada morta dentro do sofá da casa onde residia, na Lomba do Pinheiro, zona leste de Porto Alegre, foi preso pela Polícia Civil nesta manhã. Charles Teixeira de Castro, 24 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça por participação no crime.

“Não é possível afirmar ainda como ele (Charles) participou do crime, mas as evidências mostram que Jéferson (primeiro preso) não agiu sozinho. E Charles teve comportamento estranho desde então”, afirmou o delegado Carlos Santana.

De acordo com a investigação, ele abusou sexualmente da menina, depois amarrou e amordaçou a vítima. Familiares registraram ocorrência na polícia pelo desaparecimento de Surianny, mas quando voltaram para casa encontraram a criança dentro do móvel. Ela chegou a ser encaminhada ao posto de saúde, mas já sem vida.

O irmão de Charles, Jéferson Machado Alves, 23 anos, foi preso em flagrante horas depois pela 21ª Delegacia de Polícia. O delegado Carlos Santana afirma que será necessário reconstituir a cena do crime para finalização do inquérito. Ainda de acordo com a Polícia, a mãe da vítima havia viajado para São Paulo para comprar mercadorias. Os cinco filhos dela – pelo menos um com o atual marido -, ficaram em casa com o companheiro dela e o irmão dele.

A dupla pode ser indiciada por estupro de vulnerável com resultado de morte ou homicídio, além de ocultação de cadáver.

Mãe e padrasto são suspeitos de matar bebê de 1 ano, em Goiás

A Polícia Civil investiga a morte do bebê Maria Luíza Silva Milhomem, de 1 ano e três meses, em Porangatu, no norte de Goiás. Segundo as investigações, a mãe da criança, Daniela Aparecida Silva, e o marido dela, Elias Silva, padrasto da menina, são suspeitos do crime e estão foragidos. Eles teriam agredido a garota, que apresentava lesões pelo corpo. A própria família da mulher acredita que ela teria cometido o crime.

Maria Luíza foi levada pela mãe e o padrasto para o Hospital Municipal de Porangatu na última sexta-feira (21), onde foi constatada a sua morte. A criança vivia com os avós maternos, mas há 15 dias estava morando com o casal. Depois que a morte foi confirmada, eles desapareceram.

Fotos feitas pelos familiares dias antes da morte mostram a menina com lesões na cabeça e no queixo. O delegado responsável pelo caso, André Medeiros, afirma a apuração já está avançada.

“A investigação leva a crer que os autores da morte da menina teriam sido eles. As investigações estão andando e a representação está praticamente pronta. Estamos colhendo os últimos documentos e esclarecendo os detalhes do laudo cadavérico, pois a gente ainda tem dúvida em relação a conclusão do médico que disse que a causa morte da criança era indeterminada”, explica.

Mãe e padrasto são suspeitos de matar bebê de 1 ano, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Criança apresentava lesões na cabeça
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Família lamenta
O enterro da criança ocorreu no sábado (22). O avô materno de Maria Luíza, José Divino, crê que a própria filha e o companheiro tenham cometido o crime. “Eu quero justiça. Para mim não tem pirataria, foram os dois, não tenho outra suspeita. Ela, como mãe, para mim não serve. Como mãe não”, lamentou.

O pai biológico de Maria Luíza, Ezequias Milhomem, disse que espera a prisão dos responsáveis e que eles paguem pelo crime.

“Acho que foi uma injustiça muito grande o que fizeram com minha filha. Vou deixar a Justiça trabalhar, não vou fazer besteira. Só quero que a justiça seja feita o mais rápido possível”, afirma.

Pedófilo abusa de primo deficiente mental

Do R7, com Agência Record

O homem conseguiu o contato da criança pelo whatsapp da famíliaReprodução

A polícia militar prendeu na tarde desta quinta-feira (20), em Guarulhos, zona metropolitana da cidade de São Paulo, um suspeito de cometer pedofilia com o filho de seu primo. A vítima tem 14 anos e tem deficiência mental.

De acordo com a polícia civil, o homem conseguiu contato com o garoto através de um grupo da família criado no whatsapp. Eles começaram a conversar no privativo e o homem passou a aliciar a criança, propondo situações em que eles pudessem se encontrar e se envolver. Além disso, ele enviava fotos de suas partes íntimas.

Ainda de acordo com a polícia, as conversas já estavam acontecendo há algumas semanas. Ontem (20), o pai do garoto acabou olhando o celular do filho e constatou a situação. Ele compareceu até uma delegacia onde um boletim de ocorrência foi registrado. A polícia agiu imediatamente e conseguiu prender o suspeito no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde ele trabalha.

O caso foi registrado no 7º Distrito Policial de Guarulhos onde será investigado. Na delegacia, o acusado informou que já havia trocado mensagens sexuais com outras pessoas, mas era a primeira vez que se envolvia com uma criança e que agia por impulso e fetiche. O suspeito é casado e pai de duas crianças.

Menina de 6 anos encontrada morta perto de casa é enterrada em Conchal

Do G1 São Carlos e Araraquara

Familiares e amigos se despediram de Ana Gabrielle em Conchal (Foto: Claudia Mourão/EPTV)Familiares e amigos se despediram de Ana Gabrielle em Conchal (Foto: Claudia Mourão/EPTV)

O corpo de Ana Gabrielle Santos Ferreira, encontrada morta na quinta-feira (20) em um terreno de Conchal (SP), foi enterrado na manhã desta sexta-feira (21) no cemitério municipal da cidade. A menina de 6 anos estava desaparecida desde a noite de sábado (15). Por enquanto, ninguém foi preso. A Polícia Civil não divulgou informações sobre o caso para não atrapalhar a investigação.

O enterro ocorreu às 9h e antes não houve velório. O corpo da menina seguiu direto do Instituto Médico Legal (IML) para o cemitério. Familiares e amigos participaram da cerimônia de sepultamento.

Ana Gabrielle foi encontrada em um terreno perto da casa da tia, no CDHU, onde a menina estava quando desapareceu.  A criança havia passado o dia na casa da tia em um condomínio. Por volta das 20h, a tia e a prima saíram. Em seguida, a garota foi atrás da prima e desapareceu. Parentes e amigos saíram pelas ruas espalhando cartazes e perguntando se alguém havia visto a criança.

Corpo da criança foi encontrado perto da casa dela em Conchal (Foto: Reprodução EPTV)Corpo da criança foi encontrado perto da casa dela  em Conchal (Foto: Reprodução EPTV)

O corpo
A família disse acreditar que o corpo da criança tenha sido deixado no local, na quinta-feira, após as buscas realizadas pelas autoridades. “Ela não estava ali. A gente tinha vasculhado todo aquele lugar. Esse corpo foi colocado hoje cedo, de madrugada”, afirmou a tia, Zuleide Ferreira.

“É muita crueldade fazer uma coisa dessas. Não tem condições, a gente tem que descobrir e ir atrás desse assassino. Ele tem que pagar, porque a menina indefesa, a mãe está sofrendo, a situação dela [está ruim], imagina agora sem a filha dela”, falou Rosângela Ferreira, tia de Ana Gabrielle.

A Guarda Municipal informou que a criança estava coberta com um lençol, dentro de um saco plástico. Além disso, as mãos da criança estavam amarradas e havia ferimentos de faca no pescoço e no corpo.

A polícia alega que não vai se pronunciar sobre o caso para não atrapalhar a investigação. Uma denúncia anônima ajudou a localizar a garota. “Desde o dia que ocorreu o fato, a Guarda Municipal tem se empenhado em fazer buscas. Foi localizado devido a uma ligação ao 153”, falou o inspetor da Guarda Municipal, Abinabe Arão da Costa.

Ana Gabrielle Santos Ferreira  estava em condomínio do CDHU em Conchal quando sumiu (Foto: Reprodução/ Facebook)Ana Gabrielle estava em condomínio do CDHU quando sumiu (Foto: Reprodução/ Facebook)

Desaparecimento
Rosângela Alves Ferreira, tia da menina, contou que, na noite de sábado, além dela e da sobrinha, estavam no apartamento sua filha de 10 anos e seu namorado. “A Ana estava comendo o bolo que fiz para ela”, lembrou a tia.

De acordo com a mulher, em determinado momento ela desceu as escadas do prédio e a filha foi atrás, levando uma bolsa. Quando as duas voltaram, a criança não estava mais na sala. “Perguntei para o meu namorado e ele disse que ela tinha descido atrás da gente”, afirmou.

“Eu só dei uma saidinha de três a quatro minutos e quando voltei para dentro ela já não estava mais. Eu acho que ela desencontrou o caminho e na hora que entramos e vimos que ela não estava e descemos, ela pode ter corrido para a rua, alguém pode ter chamado. Está um mistério muito grande”, falou Rosângela. Desde então, ninguém mais teve informações sobre o paradeiro da criança.

O padrasto da menina, Leandro Aparecido Cremasco, contou ao G1 que a menina estava no apartamento com a tia e sumiu por volta das 20h30. “Ninguém viu nada. Essa foi a primeira vez que ela sumiu, é comportada e não conversava com estranho”, disse.

Sem notícias, a mãe da garota, Suzana dos Santos Ferreira, não conseguiu comer e desmaiou. Ela teve de tomar soro e ficou sob efeito de calmantes, de acordo com Rosângela.

Criança espancada brutalmente pelos pais em Sítio Novo

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Um fato monstruoso ocorreu na tarde de quinta-feira (15) de maio, no povoadopaciência município de Sitio Novo-MA. Os pais de uma criança de 05 anos espancaram brutalmente o menino por motivos ainda desconhecidos pela policia da região.

As fotos mostram a criança na cama de um Hospital na cidade de Imperatriz, o menino encontra-se com os dentes quebrados e o rosto deformado com as pancadas. O conselho Tutelar da cidade de Sítio Novo investiga a agressão juntamente com a policia, os pais segundo informações já se encontram presos.

Mais Detalhes

Mauro Francisco Barros espancador da criança não é pai e sim padrasto do menor e a mãe Maria Helena da Silva ajudou no espancamento ela mesmo confessou na Delegacia de Sítio Novo.O fato monstruoso ocorreu no Povoado Paciênciano municipio de Sítio Novo na tarde de quinta-feira (15) de maio. Segundo informações a criança de 05 anos que não teve suas iniciais de nome ainda divulgadas, teria corrido quando a mãe foi bater no mesmo, no exato momento ele foi atingido com uma pedra jogada pela mesma. Depois disto a criança foi pega e ocorreu o espancamento em casa tanto pelo padrasto como pela mãe.

Após o inocente ter ficado agonizando com indícios de quem iria morrer, a mãe liga desesperada para a cidade de Sítio Novo pedindo uma ambulância com urgência, pois seu filho estava morrendo.

Uma equipe de médicos se deslocou urgentemente para o local na ambulância, chegando ao Povoado o menino foi atendido com os primeiros socorros e a mãe confirmou para o medico que tinha sido uma pedra que o menino pegou no rosto jogada por alguém.

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