Arquivo mensal: abril 2015

Babá irlandesa é acusada de matar menina de 1 ano nos Estados Unidos

Aisling Brad é acusada de provocar a morte de um bebê
Aisling Brad é acusada de provocar a morte de um bebê Foto: Reprodução da internet
Extra

Uma babá foi presa na cidade de Cambridge, em Massachussets, nos Estados Unidos, acusada de matar uma menina uma menina de 1 ano. Aisling McCarthy Brady, de 34 anos, estava na casa do bebê, cuidando dela. De acordo com o site Boston Herald, a polícia acusa a mulher de ter causado a morte da criança, depois de bater muito nela.

A menina sofreu graves ferimentos na cabeça, fraturas no braço esquerdo e em outras partes do corpo. Ela teve hemorragia no cérebro e na retina. Aisling se declarou inocente das acusações, mas a Justiça estabeleceu uma fiança de 500 mil dólares (R$ 1.022.500) para liberá-la.

Ainda segundo a publicação, Aisling tem um histórico policial extenso, com várias acusações e ordens de restrição contra ela. Entre outras coisas, a mulher já foi denunciada por agredir um ex-namorado e ameaçar “transformar a vida do sujeito em um inferno”.

A acusada é irlandesa e se mudou para os Estados Unidos em 2002, com um visto que permitia uma permanência de 90 dias, no máximo. Ela está lá de maneira ilegal desde o vencimento desse prazo. As autoridades americanas afirmaram que Aisling será deportada assim que a investigação for concluída.

O bebê foi socorrido em janeiro deste ano, em casa. O serviço emergência foi chamado ao local, para cuidar da menina, identificada como Rehma Sabir. Ela estava inconsciente, mas ainda respirava. A criança, filha de uma paquistanesa e de um inglês, morreu dois dias depois.

A advogada de Aisling, Melinda Thompson, disse que a acusada amava a criança.

– Ela mantém a inocência. É um triste caso. Talvez não haja culpa nisso tudo… ela não fez nada errado – defendeu Melinda.

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Padrasto é acusado de estuprar enteadas de 2 e 4 anos em Jacarepaguá; polícia investiga se mãe sabia

O padrasto de duas meninas, de 2 e 4 anos, é acusado pelas crianças de abusar sexualmente delas em casa, em Jacarepaguá. A titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) Jacarepaguá, Viviane da Costa, instaurou um inquérito nesta terça-feira (16/12) para investigar o caso. A Polícia Civil também quer descobrir se a mãe sabia dos abusos. O homem, que deve responder por estupro de vulnerável, ainda não foi chamado para depor. A delegada aguarda os laudos de exame de corpo de delito e psicológico das vítimas.

Em depoimento à polícia, a mãe afirmou que levou as crianças ao posto de saúde porque elas contaram ao pai que o padrasto teria “mexido” nelas. O hospital constatou a suspeita de estupro e acionou a PM. À Polícia Civil, a mulher negou que soubesse dos abusos e afirmou que está separada há quase duas semanas do acusado.

A Polícia Civil também ouviu as crianças. A mais nova contou que o “papai”, se referindo ao padrasto, passou a mão na vagina dela uma vez. Ela ainda contou que o homem tirou o pênis da calça e colocou na boca dela e da irmã. A menina também disse que isso aconteceu pela manhã, quando a mãe estava no trabalho.

A irmã mais velha confirmou os mesmos abusos e disse que o homem mandava ela dormir para abusar da caçula. Ela também contou que uma vez fingiu estar dormindo e viu o homem passando a mão na irmã

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Americana é condenada por abusar sexualmente do filho de 2 anos

Jessica Bell Foto: Reprodução / KENOSHA COUNTY SHERIFF’S OFFICE
Extra
A norte-americana Jessica Bell, de 25 anos, foi condenada a sete anos prisão, nesta semana, por abusar sexualmente do filho menor de idade. A mãe chegou a gravar vídeos nos quais molestava o menino, que tinha 2 anos na época. Os abusos acabaram em 2013, quando ela foi presa, em Wisconsin, nos Estados Unidos. As informações são do jornal The New York Daily News.

Ao pronunciar a sentença, a juíza Stephanie Rothstein se mostrou indignada com o caso. “Esse comportamento é contra as leis da natureza”, disse a magistrada. Para condenar a ré, além dos vídeos, uma séries de e-mails escritos por Jessica ao meio-irmão Justin Surber, descrevendo os abusos contra a criança, foram usados como prova do crime. As mensagens foram encontradas no computador dela por um ex-namorado, que entregou o material à polícia.

Apesar de não ser visto nas gravações, Surber foi condenado por incesto após investigadores descobrirem que ele tinha relações sexuais com Jessica, cujo filho vive atualmente com parentes em outro estado americano.

Depois de ser condenada, a ré lamentou: “Eu queria dizer ao meu bebê o quanto eu lamento por tudo”.

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Babá é flagrada dando pílulas para bebê dormir e se masturbando na presença dele

A babá bebia no trabalho
A babá bebia no trabalho Foto: Reprodução
Extra

Os pais de um bebê de 7 meses instalaram uma câmera em casa, na Rússia, e descobriram que a babá dava pílulas para a criança dormir, ingeria bebida alcoólica durante o trabalho e se masturbava na presença da criança. Segundo o site russo orsk.ru, a mulher de 42 anos foi demitida e denunciada para a polícia.

De acordo com a imprensa local, a babá afirmou ter mais de 11 anos de experiência com crianças, quando foi contratada.

– Ela veio e nós conversamos. Ela parecia ser uma mulher decente. Ela nos disse que havia trabalhado para famílias ricas – contou a mãe da criança.

O casal nunca havia contratado uma babá antes. A criança costumava ficar com a avó, mas ela viajou para outra cidade.

O pai do menino denunciou a mulher
O pai do menino denunciou a mulher Foto: Reprodução

– Primeiro, tudo estava bem. Não tínhamos qualquer reclamação a fazer. Mas depois dos feriados do Ano Novo começamos a notar que nosso filho estava adormecendo até em movimento, e agindo de maneira estranha. Suspeitamos que ela estava dando calmantes para ele. E decidimos instalar uma câmera no guarda-roupa – contou o pai do menino.

Quando os dois voltaram do trabalho e assistiram à gravação, ficaram chocados. No vídeo, a babá aparecia gritando com a criança e dizendo que o menino só “comeria” pílulas para dormir, dali para frente. Depois, ela bebeu e se masturbou enquanto assistia à televisão. Uma fonte na polícia confirmou que a mulher enfrentará acusações criminais.

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Mulher é flagrada por câmera tentando asfixiar a filha de 2 anos em hospital na Argentina

Uma mulher de 27 anos foi presa por tentar asfixiar a própria filha de 2 anos, internada no Hospital de Niños de Córdoba, na Argentina. Segundo o jornal “Clarin”, o neurologista que tratava da criança desconfiou que alguma coisa estivesse errada. A menina estava recebendo tratamento há um mês e não apresentava evolução.

A criança, que tem paralisia cerebral, foi levada ao hospital pela mãe, no final do mês de novembro, com convulsões. Os hospitais iniciaram o tratamento, certos de que estavam diante de um problema neurológico. O chefe de departamento, Claudio Palacios, observou que a criança tinha uma evolução irregular. Por isso a equipe instalou uma câmera de vídeo no quarto dela, para estudar o comportamento durante o sono. Só então descobriram o verdadeiro motivo da não reação.

A mãe da garota não sabia que a câmera instalada funcionava 24 horas por dia. Segundo o ministro de Desenvolvimento Social da província de Córdoba, Daniel Passerini, o que o equipamento flagrou foi uma surpresa:

– Em um dos episódios de parada respiratória que a menina teve, a mãe saiu do quarto para alertar a equipe porque dava a menina como morta, e por sorte ela sobreviveu à situação – contou.

Ainda de acordo com a publicação, quando a equipe de neurologia verificou a filmagem, na manhã seguinte, viu que durante seis minutos a mãe fez de tudo para asfixiar a filha.

– O que se viu foi arrepiante, não conseguíamos acreditar que a mãe estava tentando sufocar a filha, doente e indefesa – confirmou um dos funcionários do hospital.

Os médicos chamaram a polícia imediatamente, e a mãe foi logo detida, acusada de tentativa de homicídio qualificado, por vínculo com a vítima. A menina está na unidade de terapia intensiva, sob a guarda do pai biológico, que não vivia com a mãe dela.

A partir da descoberta, o histórico da paciente passou por nova análise, porque é possível que os problemas neurológicos sejam resultado dos ataques da mãe.

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Madrasta é acusada de matar de sede o enteado de 10 anos, com a cumplicidade do marido

O menino de 10 anos morreu de sede
O menino de 10 anos morreu de sede Foto: Reprodução / Fox news
Extra
Começou nesta semana, em Dallas, nos Estados Unidos, o julgamento da mulher acusada de matar de sede o enteado de 10 anos. Jonathan James morreu de desidratação, em 2011. Segundo a acusação, Tina Alberson impediu que o menino ingerisse qualquer líquido durante cinco dias, como forma de punição por ele ter urinado na cama. O pai, Michael James, também é acusado de participação no crime.

A promotoria mostrou dois vídeos de depoimentos de Tina. No primeiro, ela diz que deu água ao menino, e que nunca o torturaria de tal maneira. No segundo depoimento, após saber do resultado da autópsia, ela revelou que limitava a quantidade de água que a criança ingeria.

– Eu obviamente fiz isso. Eu não tive a intenção – admitiu ela aos policiais.

A madrasta é acusada de matar o menino de sede
A madrasta é acusada de matar o menino de sede Foto: Reprodução / Fox News

A madrasta disse que não deixava o enteado beber água depois das 21h porque ele urinava na cama. Ela falou ainda que nunca viu o menino agir de maneira estranha, nem passar mal antes da noite que ele morreu.

De acordo com a emissora filiada da Fox em Dallas, testemunhas asseguraram que Tina não deixava Jonathan ingerir líquido. E muitas vezes punia o menino por urinar na cama, o fazendo ficar em pé, durante muito tempo, em cima de um X marcado na cozinha.

O pai é deficiente físico, e garante que nunca percebeu nada
O pai é deficiente físico, e garante que nunca percebeu nada Foto: Reprodução / Fox News

O pai do garoto disse que na noite em que o filho morreu a mulher viu que a criança estava passando mal e pediu para o marido chamar a polícia. Michael James é cego e se locomove em cadeira de rodas. Ele disse no tribunal que não fazia ideia do que estava acontecendo.

– Eu não estava ciente de quanto tempo ela o privava de água – disse o pai. – Eu disse para ela que se alguma coisa acontecesse ao meu filho, eu nunca a perdoaria.

A mãe de Jonathan, Krista Bishop, esteve no hospital na noite em que ele morreu. Ela disse que os médicos tentaram salvá-lo por duas horas, mas não tiveram sucesso.

– Eu disse que era hora de deixá-lo ir – relembrou Krista.

O irmão gêmeo de Jonathan deve testemunhar sobre o caso ainda nesta quinta-feira.

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Bebê abandonada em saco no PI será devolvida aos pais, afirma delegado

Do G1 PI

“Estamos aguardando apenas decisão judicial para saber se a mãe responderá pelo crime de abandono de incapaz, já que ela alega ter depressão. Ainda faltam 15 dias para conclusão do inquérito, mas, como o pai quer ficar com a criança, ela será devolvida aos responsáveis. Até lá, a recém-nascida está aos cuidados de uma família acolhedora em Teresina”, explicou.

Bebê foi achado no quintal de uma casa na cidade de Castelo do Piauí (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Bebê foi achado no quintal de uma casa na cidade  de Castelo do Piauí (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

De acordo com o delegado, o pai revelou que não sabia da gravidez da mulher e um dia, ao chegar em casa, a encontrou sangrando no banheiro.

“O marido relata que a mulher estava sozinha em casa e, ao voltar, a viu desmaiada no chão. Ele começou a suspeitar do caso, quando soube pela imprensa da história de uma bebê abandonada”, contou.

Em depoimento, a jovem de 20 anos disse que deu à luz sozinha e abandonou a bebê no quintal da sogra. Depois do crime, voltou para casa e não falou sobre o caso a ninguém.

Ela e o marido são pais de outras três crianças e, recentemente, perderam uma filha de um ano por morte natural.

“O pai tem 25 anos e trabalha, mora com a mulher e os filhos. Acreditamos mesmo que a mãe realmente tenha depressão, inclusive relatos de familiares comprovam que o quadro começou após a perda de uma filha, há três anos. Caso ela seja condenada, deve responder em liberdade”, informou Laércio Evangelista.