Arquivo mensal: março 2016

No AP, ex-lutador é preso suspeito de estuprar filha de 2 anos e enteada de 9

Do G1 AP

vítimas oiapoque amapá estupro abuso (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Vítimas são irmãs e teriam sido abusadas por ex-lutador de MMA (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

A Polícia Civil do Amapá prendeu em Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá, um ex-lutador de MMA de 22 anos. Ele é suspeito de abusar sexualmente da filha de 2 anos e da enteada de 9 anos. A prisão ocorreu em flagrante dentro da própria delegacia, quando o suspeito tentava intimidar a mãe das vítimas enquanto ela denunciava o caso na terça-feira (29). O ex-lutador negou todas as acusações.

“A mãe chegou na delegacia e disse que a filha de 9 anos foi estuprada. Nesse momento, o autor do fato chegou para intimidá-la. Pedi para ele esperar na recepção e voltei a escutar a mãe. Quando ela me disse que uma sobrinha viu tudo, fui direto na recepção e o prendi em flagrante”, contou o delegado Charles Corrêa.

A investigação aponta que o caso foi descoberto pela prima de 11 anos das vítimas, que teria visto a menina de 9 anos e o suspeito em relações sexuais dentro do quarto da casa onde ele mora na noite de segunda-feira (28). A testemunha relatou o caso para a mãe da vítima, que denunciou à Polícia Civil no dia seguinte.

Charles Correa, titular da delegacia de Oiapoque (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)Charles Correa, titular da delegacia de
Oiapoque (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Segundo o delegado Charles Corrêa, durante o depoimento da vítima de 9 anos, foi descoberto que a irmã dela, de 2 anos, também teria sido abusada sexualmente pelo ex-lutador. Exames no hospital teriam constatado o ato libidinoso contra as crianças.

“Na entrevista com a psicóloga, a menina de 9 anos disse que não era filha legítima do ex-lutador, mas a irmã dela, sim. Ela contou que eles [suspeito e vítima de 2 anos] costumavam ficar trancados dentro do quarto sem deixar entrar. Desconfiamos e fomos fazer o exame na criança de 2 anos e não deu outra. Também foi estuprada”, afirmou Corrêa.

Os abusos sexuais costumavam acontecer na casa do suspeito durante a noite após a mãe das vítimas deixá-las com o ex-lutador enquanto trabalhava como garçonete em Oiapoque. O casal está separado há três semanas, mas os atos libidinosos aconteciam há pelo menos um ano.

Em depoimento na delegacia, o suspeito negou os abusos e disse ser usuário de cocaína. A Polícia Civil acredita que o ex-lutador fazia uso diário da droga e praticava os atos sob efeito do entorpecente.

O ex-lutador está preso na delegacia e depois será encaminhado ao presídio de Oiapoque. Ele responderá pelo crime de estupro de vulnerável com base nos depoimentos das vítimas, da sobrinha testemunha e dos exames feitos pelos médicos. As vítimas estão sob a guarda da mãe e recebem acompanhamento psicológico.

Recém-nascido é colocado a venda em site por anunciante de Contagem (MG)

Do R7 com Record Minas

Fotos do bebê foram publicadas no site de compra e vendasRecord Minas

Um bebê de dez dias de vida foi colocado à venda em um anúncio publicado no site de comércio eletrônico OLX. O anunciante seria de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, e foi descoberto na noite de segunda-feira (28) por um casal que fazia buscas na plataforma.

Segundo a mulher, que não quis se identificar, ela estaria procurando produtos infantis juntamente com o marido quando viu o anúncio na internet.

— Eu estava vendo outras coisas de crianças também e aí, de repente, eu vi o anúncio: “Bebê Lindo”. Eu ainda achei que fosse um bebê conforto, alguma coisa assim, e fui olhar. Aí, na hora que eu vi a descrição do anúncio falava que era uma criança saudável, de dez dias. Eu fiquei horrorizada.

O anúncio foi feito às 17h30 de segunda-feira (28) e retirado do ar na manhã desta terça-feira. O autor da publicação seria um homem que, até o momento, ainda não foi identificado. Além de informações sobre a criança, ele também teria postado cinco fotos do recém-nascido e escreveu que quem comprasse o bebê estaria fazendo um “ótimo investimento”.

— A gente já começa a imaginar: será que a criança que está sendo vendida é da pessoa que está vendendo ou é uma criança roubada? Eu fico imaginando que pode ser qualquer criança. Poderia ser meu filho. Isso não existe, vender criança é um absurdo.

No anúncio havia um contato de telefone do vendedor e o preço a ser cobrado pelo recém-nascido seria negociado diretamente com o comprador. O casal não entrou em contato com o anunciante, mas tentou denunciar o caso à PM (Polícia Militar), Polícia Civil e também por meio do Disque-Denúncia.

— Ligamos no 190, e nos mandaram ligar para a Polícia Civil. Ligamos na Polícia Civil e eles mandaram a gente ligar no 181, que lá não precisava se identificar. Ligamos lá e eles falaram que nós tínhamos que nos deslocar até uma delegacia de crimes virtuais para mostrar e fazer a denúncia para eles tomarem alguma providência. Eu fiquei muito decepcionado porque a criança poderia ser vendida e tudo ficar por isso mesmo.

Após a dificuldade, o casal procurou a TV Record para denunciar o caso. Apesar do susto, eles afirmam esperar que o anúncio da criança seja falso.

— De verdade? Eu torço para que seja uma pegadinha porque é muito desumano isso. É muito absurdo.

A Polícia Civil informou que o caso já está sendo investigado pela delegacia de Contagem, mas o órgão não irá divulgar detalhes. Já a OLX lamentou o ocorrido e informou que “assim que identificou o anúncio indevido o removeu imediatamente de sua plataforma”. A empresa também informou que está “à disposição das autoridades para colaborar no que for necessário e informa que disponibiliza um botão de denúncia em todos os anúncios”.

Padrasto é preso acusado de abusar de enteada de cinco anos no interior da Bahia

Do R7

O acusado negou o crime, entretanto, foi conduzido ao presídio de Teixeira de Freitas, onde encontra-se a disposição da JustiçaDivulgação Seap

Um homem foi preso acusado de abusar sexualmente da enteada, de cinco anos, na segunda-feira (28), no distrito de Posto da Mata, município de Nova Viçosa, no extremo sul da Bahia. De acordo com informações da Delegacia Territorial, a mulher foi quem denunciou o marido.

Ainda de acordo com a polícia, a mulher contou em depoimento que viu quando o homem levantou da cama, durante a noite, e acreditou que ele fosse tomar remédio, já que estava adoentado. Porém, estranhou a demora e resolveu ir verificar o que tinha acontecido e acabou flagrando o marido deitado, despido, em cima da criança, que estava com a camisola suspensa e a calcinha abaixada.

Os dois estavam deitados em um colchão de solteiro no chão do quarto da menina. Ao se deparar com a situação, a mãe da vítima acionou a polícia. O caso ocorreu na noite de domingo (27).

A criança contou para a mãe que o homem tinha o hábito de ficar em cima dela e, em outra ocasião, chegou a ver o pênis do padrasto. A menina foi encaminhada para realizar exames para constatar se houve penetração.

O acusado negou o crime, entretanto, foi conduzido ao presídio de Teixeira de Freitas, onde encontra-se a disposição da Justiça.

Homem é preso após ameaçar mulher e polícia encontra vídeo de abuso contra sobrinha da vítima

Do R7

Acusado negou os abusos sexuaisBlogbraga/Repórter Ivan Gehlen

A polícia encontrou um vídeo em que um homem abusa sexualmente de uma menina, de 13 anos, no município de Luís Eduardo Magalhães, localizado no sudoeste da Bahia. De acordo com informações da coordenadora do Conselho Tutelar, Selma Bento, a menor é sobrinha da companheira do suspeito. O caso foi descoberto após a mulher denunciar o marido por agressão e ameaça de morte.

Uma denúncia anônima ajudou os militares a localizarem o agressor. Junto com Edigron Nunes de Araújo, 38, foram apreendidos um aparelho celular e um notebook, que continham diversos vídeos pornográficos, onde ele mantinha relações sexuais dentro do próprio carro com a menina. Além disso, foram encontrados vários vídeos em que o acusado abusava de outras meninas.

Ainda segundo a conselheira, Edigron vinha aliciando a menina desde os 12 anos, e a relação não era de conhecimento da família da vítima.

— Ele colocava crédito no celular dela, dava roupas e outros presentes.

O suspeito foi preso no sábado (26), enquanto aguardava a mulher chegar em casa. Conforme testemunhas, ele ameaçava colocar fogo no imóvel com a companheira dentro. Ele foi encaminhado para a delegacia e negou a intenção de homicídio e os abusos sexuais.

Edigron está custodiado na delegacia de Luís Eduardo Magalhães e deverá ser transferido para a DT (Delegacia Territorial) de Barreiras.

Homem mata mulher e duas filhas dela a facadas no Vale do Caí

Homem mata mulher e duas filhas dela a facadas no Vale do Caí Reprodução / Facebook/Facebook

Foto: Reprodução / Facebook / Facebook

Uma mulher e suas duas filhas foram encontradas mortas a facadas na tarde desta terça-feira, na localidade de Santa Terezinha, interior de Bom Princípio, no Vale do Caí. As vítimas foram identificadas como Márcia Thomé, 32 anos, Jaíne Márcia Thomé Kanapp, 16 anos, e Jeisse Thomé Glockner, 5 anos.

Segundo a Polícia Civil, o criminoso Marcelo Ferreira da Silva de 47 anos é paulista e se apresentou como companheiro de Márcia. No entanto, de acordo com testemunhas, eles estavam em processo de separação. Marcelo é policial civil, mas atualmente atuava como detetive particular em São Paulo e mantinha um comércio de piscinas com ela em Bom Princípio.

Testemunhas disseram que a vítima teria trocado as fechaduras da casa para impedir a entrada do ex-companheiro. Porém, na noite de segunda-feira, Marcelo foi até o apartamento, e a mulher, sem saber que era ele, acabou abrindo a porta.

Uma vizinha relatou a Polícia local que, por volta das 6h20, teria ouvido barulhos de discussão e gritos vindos de dentro do apartamento, mas só foi dar importância quando retornou do trabalho, perto do meio dia e sentiu um cheiro muito forte de gás vindo do local.

A testemunha também contou que chegou a ligar para o telefone de Márcia e bater na porta da vizinha para saber o que estava acontecendo. Estranhando não ser atendida e saber que uma das meninas não tinha ido à escola, resolveu chamar o Corpo de Bombeiros, já no início da tarde.

Ao invadir a casa, os bombeiros encontraram os corpos e Marcelo deitado na área de serviço localizada nos fundos do apartamento. Ele teria suicídio cortando o cano do gás e realizando golpes de faca contra os braços e pescoço.

– A testemunha relatou que o casal brigava muito e que estavam separados a um mês, mas que Marcelo teria ido até a casa de Márcia para tentar uma reaproximação – afirma o delegado Paulo Gilberto Baladão, da delegacia de Bom Princípio

A um jornalista do jornal Primeira Hora de Bom Princípio, o criminoso confessou que a principal motivação do crime foi ciúmes do ex-marido da vítima e pai das meninas.

Segundo o delegado, todas as testemunhas do caso já foram ouvidas e Marcelo deve prestar depoimento ainda hoje.

– Acreditamos em crime passional. Agora só depende da perícia para pormos fim às investigações e decretar prisão preventiva a Marcelo – afirma Paulo Gilberto.

Homem é indiciado por estupro de menina de 3 anos em Santiago

A polícia indiciou um homem de 51 anos por abuso sexual de uma menina de três anos e quatro meses de idade em Santiago, na Região Central. Romildo Dias da Rosa foi indiciado por estupro de vulnerável e está preso preventivamente no Presídio Estadual de Santiago.

A investigação começou depois que a menina foi levada para atendimento médico no Centro Materno Infantil por uma vizinha. A criança apresentava ferimentos e exame posterior comprovou que ela havia contraído sífilis.

De acordo com o delegado João Carlos Brum Vaz, a mãe da menina deixava a criança com vizinhas quando ia trabalhar. O homem indiciado por violentar a menina tinha um relacionamento com duas das vizinhas, o que explica o contato entre os dois.

Em depoimento à polícia, ele confirmou que passou um tempo com a criança e que a levou para comprar doces. Após investigação, a polícia comprovou o vínculo entre os dois, além do contato sexual. A criança também confirmou que o homem teria sido o responsável pelas lesões.

O inquérito foi concluído no fim da última semana, e a prisão preventiva foi aceita pela Justiça no sábado, quando Rosa foi detido.

Gaúcha SM

Como denúncia de pedófilo salvou menina de estuprador que transmitia abuso online

Alicia foi sequestrada e mantida no porão da casa de seu raptor até o FBI conseguir libertá-la

BBC Brasil

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Hoje com 27 anos, Alicia kozakiewicz foi sequestrada quando tinha apenas 13The Alicia Project

A americana Alicia Kozakiewicz tinha 13 anos quando escapou da casa dos pais para se encontrar com um menino com quem ela vinha conversando na internet.

“Ele se apresentava como alguém da minha idade e que tinha interesses parecidos com os meus, como as bandas e os filmes de que eu gostava”, relembra Alicia à BBC.

“É tão difícil ser criança. Muitas vezes, você não se acha inteligente, bonita ou popular. As crianças acham que sempre está faltando alguma coisa na vida delas. E aí surgem pessoas na internet que, de certa forma, suprem essas lacunas. E foi exatamente o que aconteceu comigo. Ele me fez confiar nele”, acrescenta.

O que se seguiu após o rápido encontro foi um pesadelo que só terminou quatro dias depois.

“Estava jantando com meus pais, quando, antes de comermos a sobremesa, pedi licença da mesa dizendo que estava com dor de estômago. Então saí de casa para encontrá-lo e me lembro de ter deixado a porta aberta. Era para ser coisa de alguns minutos”, diz.

“Andei um quarteirão. Já era noite e nevava. Finalmente minha intuição falou mais forte e achei melhor voltar para casa. Foi quando ouvi alguém me chamando pelo nome”.

“A única coisa de que me lembro depois disso foi estar dentro do carro e um homem adulto me dizer para ficar quieta e ser uma ‘boa menina'”, recorda.

Alicia foi sequestrada e mantida no porão da casa de seu raptor, um homem de cerca de 30 anos, até o FBI, a polícia federal americana, conseguir libertá-la.

‘Não reconhecia mais nada’

Quando Alicia era mais nova, os perigos da internet eram pouco debatidos The Alicia Project

“Na mesma hora, pensei que fosse morrer. Enquanto ele dirigia, vi passarem placas e nomes de rua que conhecia. Em pouco tempo, já não reconhecia mais nada. Até que chegamos a um pedágio. Achei que seria resgatada, pois não parava de chorar no banco do carona. Não consigo explicar o que medo que sentia; é inexplicável”, afirma.

Alicia conta que a viagem durou cinco horas, da casa dos pais dela, na Pensilvânia, até a casa do sequestrador, na Virgínia.

“Quando ele chegou, me levou a um porão, tirou as minhas roupas e me colocou uma coleira. Ele disse: ‘Sei que isso vai ser difícil para você. Está tudo bem. Pode chorar'”.

“Me lembrava de quanto eu queria gritar e chorar, mas não acatar a ordem dele. Depois disso, ele me levou para a cama e me estuprou”.

Alicia disse que nunca perdeu as esperanças de ser encontrada.

“Sabia que meus pais tentariam de todo modo me encontrar. Eles iam mover montanhas. Tinha certeza disso. Sempre soube que eles me amavam. E que eles iam me achar. Viva ou morta”, diz.

“No quarto dia, ele me disse que me levaria para dar uma volta. E eu sabia que aquele seria meu fim. Eu seria morta. Ele me alimentou pela primeira vez desde que havia sido sequestrada e para mim aquilo me pareceu minha última refeição”, acrescenta.

“Só queria dizer aos meus pais que eu amava muito eles. Não queria que eles pensassem que eu os abandonara”.

Pouco antes de sair da casa para que o que pensava ser a sua morte, Alicia ouviu um grupo de homens gritando e batendo forte na porta.

“Nesse momento, eu estava acorrentada próximo à cama do meu sequestrador. Ouvi algo como se estivessem armados. Estava tão abalada emocionalmente que achei que eles me matariam”.

“Rastejei para debaixo da cama. E tentei ficar em silêncio. Não sei como eles me encontraram. Vi as botas deles ao redor da cama. Foi quando ouvi alguém me dizer para sair dali e colocar as mãos para o alto”.

Soltura

Transmissões online feitas pelo sequestrador ajudaram FBI a encontrar Alicia Alicia Kozakiewicz

Era, na verdade, o FBI, a polícia federal americana. Alicia conta que os agentes conseguiram localizá-la porque seu raptor transmitia as relações sexuais que mantinha com ela para outras pessoas na internet.

“Um dessas pessoas percebeu se tratar de uma criança que possivelmente estava sendo mantida em cativeiro. Dessa forma, foi até um orelhão e ligou para a polícia. Os policiais conseguiram chegar até mim pelo endereço de IP do meu sequestrador”, explica Alicia.

“Foi um milagre”, completa ela. “Em resumo, um monstro (em referência à pessoa que fez a ligação anônima) denunciou outro. Tive muita sorte. Se os policiais tivessem parado para tomar um café, ou se seu carro tivesse quebrado, talvez eu não estivesse aqui hoje. É um exemplo de como cada segundo faz diferença quando se trata de uma criança desaparecida.”

Segundo Alicia, o encontro com os pais foi um alívio. “Quando me viu, meu pai me abraçou bem forte. Naquele momento, eu senti que estava protegida. E que ninguém me machucaria de novo enquanto ele estivesse por perto”, diz.

Alicia decidiu quebrar o silêncio e contar publicamente sua história. Segundo ela, para “educar as crianças sobre os perigos da internet”.

“Meus pais e eu percebemos que isso só aconteceu comigo porque não havia nenhum tipo de instrução sobre a segurança na internet sendo ensinada às crianças nas escolas”, afirma.

“Na minha primeira apresentação, eu nem conseguia falar direito. Comecei a chorar ao relembrar o que havia acontecido. Quando acabei, as crianças me cercaram e elogiaram a minha coragem de compartilhar aquela história”.

“Me sinto abençoada de estar numa posição em que posso ajuda a salvar essas crianças. Coisas ruins acontecem com a gente, mas temos de ver luz no caos. Transformei essa experiência terrível em algo positivo para mim e para outros”, acrescenta.

‘Lei Alicia’

Desde então, Alicia, hoje com 27 anos, tornou-se uma conhecida ativista pelos direitos das crianças e lutou pela aprovação de uma lei que leva seu nome.

Aprovada em nove estados americanos, a Alicia’s Law (Ou Lei Alicia, em tradução livre) obriga as autoridades a financiar o trabalho de busca por crianças desaparecidas que são ludibriadas na internet por abusadores.

Segundo ela, seu objetivo é que a legislação seja aprovada em todo o território dos Estados Unidos.