Arquivo mensal: março 2014

Polícia prende pai do bebê abusado sexualmente; a suspeita de morte cerebral do recém nascido

Na tarde desta terça-feira (14), foi decretada a prisão preventiva de Neivan Francisco Bulhões, que é o principal suspeito de abusar sexualmente e agredir o filho de apenas 5 meses de idade. Após ser preso, ele foi encaminhado ao 4º Distrito Policial de Aparecida.
O bebê de 5 meses que está internado no Hospital Materno Infantil vai passar por um exame chamado eletroencefalograma, que vai confirmar ou não a suspeita de morte cerebral. O diretor da unidade, César Gomes, disse que quando há suspeita, geralmente, o resultado é positivo. Ele ainda informou que o estado da criança é gravíssimo.
A criança deu entrada no hospital na quinta-feira da semana passada, apresentando ferimentos diversos pelo corpo, que apontam inicialmente para a suspeita de violência doméstica. Em um laudo preliminar realizado pelo Instituto Médico-Legal (IML), foi registrado que a criança sofreu abuso sexual além de lesões profundas na cabeça. O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente (DPCA) da cidade de Aparecida de Goiânia, onde residem os pais da criança.
O bebê que respira com ajuda de aparelhos, está muito machucado e apresentava marcas de lesão na cabeça. O períneo (é a região do corpo humano que começa, para as mulheres na parte de baixo da vulva e estende-se até o ânus. No homem, localiza-se entre o saco escrotal e o ânus), também estava machucado. Havia marcas de manipulação anal.

Mãe confessa ter violentado e matado filho de 2 anos em canavial de MT

Do G1 MT

Corpo da criança foi encontrado em canavial de Tangará da Serra. (Foto: Marcelo Souza/ TV Centro América)Segundo polícia, mãe chegou a tentar desviar foco das investigações. (Foto: Marcelo Souza/ TV Centro América)

A mãe da criança encontrada morta no mês de março em um canavial da região de Tangará da Serra, município a 242 quilômetros de Cuiabá, assumiu que assassinou o próprio filho de dois anos de idade. Em depoimento à Polícia Civil após a prisão, a jovem de 18 anos inocentou o cônjuge, que era padrasto do garoto e que também chegou a ser preso por suspeita de envolvimento no crime.

A jovem confessou à Policia Civil que cometeu o crime sozinha e ainda disse que os abusos sexuais, os quais haviam deixado marcas de violência no cadáver, foram praticados por ela mesma.

De acordo com a delegada Liliane Diogo, a acusada contou em detalhes como cometeu o crime e levou os policiais até o local para mostrar como tudo ocorreu até a morte da criança, em um canavial a 450 metros da casa da  família. Ela teria utilizado um pedaço de madeira para golpear o menino.

Depois, acreditando que ele estava morto, depositou o corpo em outro ponto do canavial, a mais de dois quilômetros da casa. A perícia concluiu que a criança ainda estava viva quando foi deixada no local e que morreu em decorrência de choque hipovolêmico (perda de sangue).

Depoimento

A mulher e o companheiro haviam sido presos na manhã desta quarta-feira (17), em Tangará da Serra, em cumprimento a mandado de prisão temporária.

A suspeita afirmou ter cometido violência sexual contra a criança, a qual foi confirmada por laudo pericial. A Polícia Civil acredita que mulher cometeu o abuso para desviar dela o foco das investigações.

A delegada informou que o padrasto da vítima, de 43 anos, negou o envolvimento com o crime e admitiu que desconfiava da frieza da mulher. “Sabíamos que tinha sido alguém da família, mas ainda não tínhamos certeza de quem. Por isso, pedimos a prisão dos dois. A confissão da mãe bate com nossas investigações e os laudos periciais. Concluímos então que ela não está mentindo. Mas vamos continuar investigando”, declarou a delegada.

A polícia pediu a revogação da prisão temporária do padrasto do menino. O outro filho da mulher foi encaminhado aos cuidados de uma casa transitória de Tangará da Serra.

O caso
O assassinato da criança chegou ao conhecimento da polícia no dia 18 de março. A família da vítima registrou boletim de ocorrência dando conta de seu desaparecimento. No outro dia, o corpo do menino foi encontrado em um canavial próximo à casa onde ele morava com o padrasto, a mãe e o irmão. O cadáver apresentava marcas como uma lesão no rosto e estava vestido apenas por uma camisa.

Segundo a polícia, a mãe do menino já tinha histórico de violência cometida contra o filho. Em 22 de agosto de 2011, o padrasto do menino registrou boletim de ocorrência denunciando a mãe por ter arremessado a criança durante uma discussão do casal.

Na ocasião, o menino sofreu uma lesão na cabeça e foi encaminhado para uma casa transitória, em Tangará da Serra, onde permaneceu por cerca de três meses. Em audiência no dia 29 de novembro de 2011, a Justiça autorizou o retorno da criança à família.

Uma semana antes da morte da vítima, a mãe foi condenada a cumprir seis meses de medida sócio-educativa em liberdade por ter arremessado o filho em 2011.

Indígenas – Exames devem comprovar se bebê foi violentada pelo pai

O corpo da criança de apenas 11 meses está no IML (Instituto Médico Legal) de Cascavel. O exame de necropsia será realizado para confirmar se houve abuso sexual.

A menina não tem marcas superficiais de agressão, mas os maus tratos são evidentes. Em toda a pele há sinais de descuido.

Jocelito Fernandes, pai do bebê

A mãe, Antonieta Generoso acusou o marido, Jocelito Fernandes, pai da menina, pela morte. O suspeito se apresentou na manhã de hoje (6) na delegacia de Nova Laranjeiras e negou o crime. Ele se diz inocente, falou que a filha era bastante doente, mas não soube dizer o que aconteceu. Após prestar depoimento foi solto.

De acordo com informações da delegacia, não há flagrante e a prisão só será pedida caso o exame comprove o estupro.

A violência sexual teria ocorrido na aldeia Rio das Cobras, em Nova Laranjeiras na noite de ontem (5).

O tio da menina, e irmão do acusado, Jocemar Fernandes contou que o casal brigava bastante e não cuidava da única filha.

O indígena contou ainda que por causa do alcoolismo e das agressões constantes o suspeito esteve preso dentro da aldeia.

Independente das investigações o suspeito sofrerá as penalidades aplicadas pelo cacique do povoado.

Fonte: Catve

Bebê de apenas um mês foi estuprado por um homem de 42 anos que está foragido

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Um bebê de um mês foi estuprado por um homem de 42 anos em Belém. Osvaldo Farias dos Santos é acusado pelo crime e está foragido. A mulher dele há dez anos, avó da menina que sofreu o abuso sexual, diz desconhecer o paradeiro do marido e afirma que ele já foi acusado por um outro caso de pedofilia no passado.

A criança estuprada foi socorrida e, depois de uma operação, tem um quadro estável. A polícia ouviu testemunhas e deve pedir a prisão preventiva de Osvaldo, mas populares, revoltados com o crime, também procuram o homem e já o ameaçaram de linchamento na região onde ocorrer o abuso.

FONTE: R7

Fui abusado aos 13 pelo maestro do coral da igreja

“Fui abusado na Infância. Só quando consegui pronunciar essa frase para minha mulher, aos 42 anos, é que pude começar  a viagem em busca de meu passado. Ele estava enterrado pelo sofrimento, pela vergonha e pelo medo de falar. O silêncio é o melhor amigo da pedofilia.”

Assim começa Sem Medo de Falar – Relato de uma Vítima de Pedofilia, de Marcelo Ribeiro. O livro é um desabafo e um alerta a todos os pais, para que fiquem atentos até àquele que não inspira cuidado.

Marcelo começou a ser abusado aos 13 anos, após entrar para o coral de uma Igreja Católica. Seu carrasco era, justamente, o mastro do coral.

“O pedófilo avança aos poucos, recua, avança com cuidado novamente. Vai estabelecendo seu território e seu comando com paciência… O pedófilo se comporta como um protetor, um líder, uma fonte de inspiração. Ele cria o vínculo emocional, quebras as resistências naturais, vai se insinuando progressivamente.”

O livro de Marcelo é um doloroso relato de abuso de incapaz. Mas não pense que ele escreve com lamúria. Não, a obra contém fatos históricos importantes dos abusos pelo mundo e documentos que exibem as contradições e omissões de punição a esses criminosos, principalmente em se tratando de religiosos.

O abusador de Marcelo não era padre quando violou o menino, mas tornou-se um.

O maestro era cruel. Deixava clara as diferenças com racismo. Fazia questão de dizer frases que colocavam os negros numa situação inferior. Gostava de brancos  e abastados. Pedófilos são doentes, mas precisam, sim, ser punidos.

Numa das viagens do coral ocorre o primeiro contato do maestro com Marcelo. O menino acordou em seu beliche com alguém se esfregando nele. Era o maestro, com a calça do pijama abaixada. Não é preciso dizer mais nada. O resto ficou na cabeça da criança.

Ótima leitura para todo mundo. Principalmente para os pais.

sem medo de falar marcelo ribeiro ligia braslauskas livro 600 Fui abusado aos 13 pelo maestro do coral da igreja

Sem Medo de Falar – Relato de uma Vítima de Pedofilia

200 páginas
R$ 24,90
Editora Paralela

Mulher é presa acusada de prostituir meninas no município de Andorinha

Do R7

Clientes tinham idades entre 30 e 60 anosDivulgação

Uma mulher foi presa acusada de aliciar meninas com idades entre nove e 11 anos para prostituição, na cidade de Andorinha, localizado a 430 km de Salvador. Segundo informações da polícia, contato entre as garotas e a clientela de Rosimeire Messias dos Santos, a Meire, ocorria, muitas vezes, em bares e restaurantes da região, onde homens, com idades entre 30 e 60 anos, costumavam pagar bebida e comida para ela e as aliciadas. Os encontros sexuais também aconteciam na casa de Rosimeire, que recebia o dinheiro dos programas feitos pelas meninas.

A delegada titular Antônia Jane instaurado um inquérito policial pelo crime de exploração sexual de menores. Um dos clientes de “Meire”, reconhecido pelas meninas, foi indiciado por estupro de vulnerável.

As investigações indicam que Meire explorava garotas, filhas de famílias carentes do município, há algum tempo.

Evento CEJA- Bento Gonçalves

Participei ontem de um evento junto ao CEJA de Bento Gonçalves e foi fantástico. Os jovens advogados presentes mostraram interesse e buscaram informações sobre a problemática da violência infantil, o que me traz grande alegria.
O evento contou com a presença do coordenador de interiorização da OAB/RS, Dr. Antonio Zanette.

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