Arquivo mensal: agosto 2014

Madrasta amarra e agride fisicamente enteada de seis anos

Foto: Folha Vitória
Maria Cristina teria cortado as unhas da enteada com um alicate de obras

Uma mulher foi presa na manhã desta quinta-feira por agredir fisicamente a enteada de seis anos de idade, no bairro Porto Santana, em Cariacica. A criança apresentava marcas de queimadura, o olho machucado e os dedos feridos. A menor também era amarrada com um sutiã e desde junho não freqüentava a escola. A acusada, Maria Cristina Silva Santos, de 37 anos, trabalhava como babá de outras duas crianças.

Foram os vizinhos que acionaram a polícia, após escutar os gritos da menor de seis anos. Segundo a delegada Tânia Zanoli, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), a criança pedia que outra irmã, de 15 anos, não a deixasse em casa. Os vizinhos a encontraram amarrada com um sutiã.

Ao ser levada à DPCA, a criança confirmou que era constantemente machucada pela madrasta. Em depoimento, ela declarou que Maria Cristina a deixava presa dentro de casa, além de amarrá-la. A menor também afirmou que a madrasta cortava as unhas dela com um alicate usado em obras de construção. Em outro momento, a criança disse que a acusada teria tentado cegá-la apertando os olhos da menina com os dedos.

Maria Cristina morava há oito anos com o pai da vítima, o pedreiro Raildo Oliveira Galvão, de 28 anos. Ela teria duas filhas de um primeiro casamento, uma das meninas, de 16 anos, seria casada e estaria grávida. Outra, de quinze anos, teria fugido na manhã desta sexta por causa de maus tratos da mãe. Ela está neste momento sob a guarda do conselho tutelar.

Foto: Folha Vitória
A acusada não admite ter praticado as agressões

Raildo é pai de duas meninas: a vítima e outra criança de quatro anos. Ele alegou não ter conhecimento dos maus tratos dedicados à criança. “Eu saio de casa às 6h e só retorno às 21h”, defendeu-se. Quando indagado sobre os ferimentos encontrados no corpo da menor, ele alegou que ela lhe dizia que havia se queimado com comida, ao se alimentar.

O pai também afirmou que nunca havia presenciado alguma atitude agressiva por parte de Maria Cristina, e que a madrasta se relacionava bem com as crianças. Ele recebeu a notícia da prisão da mulher, através de uma ligação da filha mais velha. Ao chegar em casa, encontrou os vizinhos que lhe disseram que “linxariam Maria Cristina”. Ele deverá retornar à DPCA na segunda-feira para prestar depoimentos. “Se for verdade, vou pegar minhas meninas e ir embora pra Bahia, onde mora a mãe delas”, concluiu o pai.

Foto: Folha Vitória
Tecidos utilizados para amarrar a menor

A madrasta da criança não admite as agressões e disse que “às vezes prendia a menina no banheiro, com medo de que a menor se machucasse enquanto estivesse trabalhando”. Ela declarou que as queimaduras no corpo da menor eram resultado de alimentos quentes e disse que os gritos que os vizinhos constantemente escutavam, em que a menor pedia à “mãe” que não a agredisse, eram motivados por brincadeiras. “Eu brincava de perseguir as meninas”, alegou a acusada. A acusada é babá de duas crianças no bairro Presidente Médici, em Cariacica. Ela já tinha sido detida por agressão em março deste ano, mas foi libertada por falta de provas.

Segundo a delegada, Maria Cristina será encaminhada para o presídio feminino de Tucum e as crianças ficarão sob a guarda do conselho tutelar até o fim das investigações. “Caso haja provas de conivência do pai nas agressões, ele também será autuado”, concluiu.

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Padrasto é suspeito de encher corpo de enteada de agulhas em Alagoas

Do R7, com Rede Record

Uma menina de apenas três anos tem ao menos três agulhas de costura pelo corpo e quatro já foram removidas. A tia da criança denunciou à polícia que o padrasto é suspeito da agressão.

A garota vivia com a mãe na cidade de Atalaia, mas mudou-se para a casa de uma tia em Jacaré dos Homens, cidade do interior de Alagoas. A menina se queixou de dor e, após exames, descobriram as agulhas.

A mulher fez a denúncia e o suspeito, Ronaldo de Oliveira, foi detido em Atalaia para depoimento. Ele negou que tivesse colocado as agulhas e afirmou que a própria enteada fez as perfurações. Ele foi liberado.

A mãe da vítima também foi ouvida pela polícia e disse já ter retirado quatro agulhas do corpo da filha e não soube dizer quem as teria colocado. A polícia informou que segue investigando o caso.

Avó se passa por neto e denuncia suspeito de pedofilia que aliciava pelo Facebook no Rio

Do R7

Suspeito de pedofilia chora ao ser apresentado pela políciaDaniel Castelo Branco/Ag. O Dia

A Polícia Civil do Rio de Janeiro chegou a José Raimundo Gomes, de 46 anos, preso na quarta-feira (27) no Complexo da Maré por suspeita de pedofilia no Rio de Janeiro, após a avó de uma das vítimas se passar pelo menino de 13 anos e denunciar o criminoso.

A mulher, que preferiu não se identificar, monitorava o telefone celular do neto e desconfiou da conversa de Gomes com o garoto. Para confirmar a suspeita, ela se passou por outro garoto e, assim, conseguiu juntar provas do aliciamento.

Foram identificadas ao menos 15 vítimas, cuja faixa etária variavam de oito a 15 anos. Os meninos eram amigos de escola da filha do suspeito. A polícia diz acreditar que Gomes integrava uma rede de pedofilia com a qual compartilhava vídeos.

Segundo investigações da 22ª DP (Penha), o homem é suspeito de aliciar crianças e adolescentes por meio de redes sociais, como Facebook e Whatsapp.

Telefones, computadores, notebooks e mídias diversas, contendo fotografias e arquivos de vídeo de crianças e adolescentes em cenas de sexo foram apreendidos no local da prisão. Ele também é suspeito de recrutar jovens para produção de vídeos e fotografias de pornografia. Ele já respondia em liberdade desde 2010 pelo crime de aliciamento de crianças.

Preso suspeito de pedofilia que usava Facebook para aliciar crianças; 15 vítimas foram identificadas

Do R7

Um homem suspeito de pedofilia foi preso nesta quarta-feira (27) na Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, zona norte do Rio. Foram identificadas ao menos 15 vítimas. Segundo investigações, o homem é suspeito de aliciar crianças e adolescentes por meio de redes sociais, como Facebook e Whatsapp.

Telefones, computadores, notebooks e mídias diversas, contendo fotografias e arquivos de vídeo de crianças e adolescentes em cenas de sexo foram apreendidos no local da prisão.

Segundo investigações da 22ª DP (Penha), o homem também é suspeito de recrutar jovens para produção de vídeos e fotografias de pornografia. Ele já respondia em liberdade desde 2010 pelo crime de aliciamento de crianças.

Polícia investiga maus tratos à criança de três anos que vivia em prédio de Copacabana usado como boca de fumo

RIO – O pintor Roberto Assis Ferreira preso na terça-feira por policiais da 12ª DP (Hilário de Gouveia), com mais duas pessoas, acusados de transformar o apartamento de um diplomata em Copacabana em estica (boca de fumo) do tráfico de drogas do morro Pavão-Pavãozinho, vai responder também por maus tratos e abandono de incapaz. Roberto Estrela, como é conhecido, é pai de uma menina de três anos que vivia com ele e outros oito homens no imóvel de 120 metros quadrados, que foi transformado em cabeça de porco por Maria Cristina da Silva Cavalcante, também presa acusada de ceder o espaço para o tráfico de drogas. Segundo depoimentos de moradores do prédio, do próprio pai e de outros locatários que alugavam as vagas sublocadas por Maria Cristina, a menina sofreu abuso sexual com um ano e meio de idade. Segundo a delegada Isabela Santoni, titular da 12ªDP, a perícia não comprovou o abuso, mas identificou na criança sinais de maus tratos:

— A mãe tem problemas psiquiátricos e também não demonstra condições de cuidar sozinha da filha. Ela registrou queixa há pouco tempo informando primeiro que o próprio pai teria praticado abuso sexual contra a menina quando ela tinha apenas 1 ano e meio de idade, mas depois disse que o autor era um dos locatários do imóvel, que ela conhecia como sendo namorado de Maria Cristina. O próprio pai, Robeto Estrela, confirmou que houve a violência e disse que não tinha registrado queixa porque pretendia matar o suspeito, identificado como Carlos Alberto, que teria fugido — explicou a delegada.

Isabela Santoni decidiu indiciar os pais da criança pelo crime de maus tratos e abandono de incapaz:

— É cruel a situação em que essa criança vivia. O pai saía para trabalhar e deixava a menina sob os cuidados de Cristina, que claramente não cuidava dela e sob um teto com outros oito homens. Ela vivia em uma casa suja, cheia de gatos elétricos, com velas de oferendas acesas em móveis, oferecendo inclusive risco de incêndio, onde acontecia uso e tráfico de drogas. Os peritos identificaram que a criança sofria de maus tratos.

A menina foi encaminhada ainda na noite de terça-feira para o Conselho Tutelar que irá examinar o caso.

Como o GLOBO revelou na edição desta quarta-feira, Roberto, Maria Cristina e Adolf Muller Pereira Lopes, ex-presidiário condenado por tráfico foram presos após investigação da 12ª DP que revelou o funcionamento de uma boca de fumo em um dos arpartamentos de um prédio de classe média da Rua Paula Freitas, no quarteirão da Avenida Atlântica, avaliado em R$ 1,8 milhão. A droga era levada por Adolf que mora no Morro do Pavão Pavãozinho para Roberto Estrela revendê-la no prédio. Os dois foram presos ainda na madrugada de terça, com um carregametno de ácido. Maria Cristina foi presa, no apartamento no final da tarde do mesmo dia.

Ontem, moradores comemoraram a prisão de Maria Cristina, Roberto Estrela e de Adolf Muller Pereira Lopes, ex-presidiário condenado por tráfico e por assalto, que era responsável por trazer a droga do Pavão Pavãozinho para Roberto Estrela revender no prédio. Reclamações, registradas em atas do condomínio demonstram que o esquema acontecia há pelo menos quatro anos:

“Sra. Síndica, peço que tome providências em relação ao apartamento 302, pois está muito perigoso. Fui surpreendido na portaria por um elemento não identificado que estava totalmente drogado, bêbado, etc. Tive que por as mãos na pessoa para colocar para fora do edifício, porque havia moradores querendo entrar, mas com medo do rapaz”, afirma a queixa, datada de 8 de maio de 2010.

Em outra queixa, o morador informa que encontrou na garagem do prédio, preservativos, um saquinho plástico rasgado com resto de droga, guimbas de maconha e uma garrafa de cerveja quebrada:

“Fiquei chocado ao ver. Devido este ser um prédio de família, é muito vergonhoso para nós moradores ter que conviver com este tipo de pessoas”, registrou na ata.

“Solicito providências quanto a alta rotatividade no apartamento 302, pois não se sabem quem é quem ou o que. Situações constrangedoras têm sido vividas pelos moradores ao se depararem com pessoas de aspecto duvidoso, bêbados e possivelmente drogados. Inúmeras vezes a polícia (militar) esteve no prédio em função das badernas havidas no referido apartamento. Não poucas foram as vezes em que não consegui dormir à noite, tendo que acordar cedo para trabalhar”, registrou outro morador.

O apartamento pertence ao diplomata aposentado José Carlos Cavalcanti Linhares. A família luta desde 2009 na Justiça para reaver o imóvel onde morou o filho José Linhares Junior, que morreu em 2008, vítima de hepatite por uso abusivo de drogas. Segundo a família, ele sequer era casado ou vivia em união estável com Maria Cristina, mas depois de sua morte, ela se recusou a deixar o local:

— É tão absurda a situação que estamos vivendo que é até difícil comentar. Já provamos que essa mulher não tem nenhuma ligação com meu irmão. Eu não conheço nem ela e nem esse Roberto Estrela, mas por medo não vou aquele prédio nem mesmo para visitar minha filha que vive em outro apartamento. Ficamos chocados de saber o que acontecia no local. Vou conversar com o advogado para ver se agora conseguimos acelerar esse processo, os dois estão presos e pelo risco inclusive de incêndio no local. A delegada está de parabéns.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/policia-investiga-maus-tratos-crianca-de-tres-anos-que-vivia-em-predio-de-copacabana-usado-como-boca-de-fumo-12347152.html#ixzz3BcFOaGrL

Pastor é preso por abusar sexualmente e engravidar a enteada de 12 anos

Extra

Policiais da 11ª DP (Rocinha) cumpriram um mandado expedido pela 43ª Vara Criminal e prenderam um homem, de 45 anos, que atuava como pastor. Ele havia sido condenado a sete anos e seis meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável. Ele estava foragido e foi capturado no bairro de Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, perto da igreja onde trabalhava.

De acordo com a polícia, o homem foi condenado por abusar sexualmente e engravidar a enteada, desde que ela tinha 9 anos até os 12. A investigação, na época, foi realizada pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher – Oeste

Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/pastor-preso-por-abusar-sexualmente-engravidar-enteada-de-12-anos-13689965.html#ixzz3BcEHtcMH

Casal estupra menor de idade diversas vezes em tentativa de fazê-la engravidar para que eles ficassem com bebê

Um casal de Alabama, que queria um bebê, estuprou repetidamente uma menos, na esperança dela engravidar e lhes dar a criança.

Jeremy Swann, de 29 anos, e sua esposa, Amanda Swann, de 28, ambos da comunidade Jones na zona rural do Condado de Dallas, foram acusados de estupro.

A mãe do homem também foi acusada de contribuir para a delinquência de um menor, por supostamente saber o que estava acontecendo e não intervir.

Registros do tribunal mostram que Amanda Swann tentou falar com a menina, mentalmente incapacitada, para ter relações íntimas com Jeremy Swann, para que ela pudesse engravidar e ter um filho para eles.

Casal estupra menor de idade diversas vezes em tentativa de fazê-la engravidar

Mais tarde ela viu quando o homem agrediu repetidamente a menina, de acordo com uma declaração de um investigador. A menina gritou durante os atos, que ocorreram ao longo do mês passado, e pelo menos uma vez o homem a amordaçou com uma bola para mantê-la quieta.

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Amanda Swann fez nada “porque ela queria (que a vítima) tivesse um bebê para ela”, disse o documento no tribunal.

A mulher assistia a menina ir para o banheiro depois de cada ataque, de acordo com o documento. A menina, cuja idade não foi divulgada nos documentos judiciais, nunca engravidou.

A mãe de Jeremy Swann, de 57 anos de idade, Dianna Swann, vive com o casal e estava presente quando os ataques ocorreram, mas não tentou ajudar a menina.

Fonte: NY Daily News e Yahoo News