Arquivo mensal: novembro 2012

Os horrores da guerra

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População invade casa de suspeito e destrói móveis em Bom Sucesso, MG

Do G1 Sul de Minas

Moradores de Bom Sucesso (MG) invadiram na noite desta quinta-feira (29) a casa do adolescente de 17 anos que confessou ter matado a menina Camila Graziele dos Santos Vitoriano, de 5 anos. Segundo informações da Polícia Militar, um grupo de moradores arrombou a casa e quebrou o portão e janelas da residência. Vários eletrodomésticos foram destruídos. Pedras e pedaços de madeira foram jogados e parte do telhado foi quebrado.

Entre os manifestantes estavam crianças e mulheres. A revolta só foi controlada depois da chegada do reforço da Polícia Militar e da Polícia Civil. A família do suspeito, vizinha dos pais da criança, foi orientada pela polícia a sair da cidade por medida de segurança. Um caminhão levou a mudança da família na manhã desta sexta-feira (30).

Na tarde desta quinta-feira, a Polícia Civil fez a reconstituição do crime com a participação do adolescente sob forte esquema de segurança. Centenas de populares saíram às ruas para acompanhar a movimentação e protestar.

População invadiu e destruiu móveis de casa nesta quinta-feira. (Foto: Samantha Silva / G1)População invadiu e destruiu móveis de casa nesta quinta-feira. (Foto: Samantha Silva / G1)

Matou e foi namorar
Segundo a Polícia Civil, o adolescente de 17 anos que confessou ter matado a menina Camila foi namorar depois de abusar, matar e colocar o corpo da criança às margens de um córrego em Bom Sucesso (MG). Segundo o delegado Emílio de Oliveira e Silva, o menor entregou a faca usada no crime, deu todos os detalhes de como tudo ocorreu e não demonstrou nenhum arrependimento.

“Ele não só confessou, como descreveu detalhadamente como ele cometeu o crime, como ele a matou, como ele escondeu o corpo da menina. Ele relatou os fatos com clareza”, disse o delegado.

Imagem divulgada pela polícia mostra reconstituição da morte de Camila. (Foto: Polícia Militar)Imagem divulgada pela polícia mostra reconstituição da morte de Camila. (Foto: Polícia Militar)

Conforme o delegado, a menina Camila era colega de um sobrinho do adolescente, que morava a apenas 20 metros da casa dela. No dia em que a criança saiu de casa e foi chamar o colega para brincar, foi recebida pelo menor, que estava sozinho em casa. Ele então a levou para dentro da residência e a atacou. No momento em que ele tentava abusar dela, a menina gritou e ele usou um pedaço de madeira para agredí-la. Desacordada, a menina foi molestada. Os exames da perícia constataram que foi encontrado esperma no corpo da criança. No entanto, não houve penetração.

Polícia investiga morte de menina em Bom Sucesso.  (Foto: Reprodução EPTV)Polícia investiga morte de menina em
Bom Sucesso. (Foto: Reprodução EPTV)

Ainda segundo o delegado, conforme o relato do menor, após o abuso, ele decidiu matá-la com medo de que fosse denunciado. “Ele lavou o local da casa onde ele cometeu o crime com água e sabão, colocou o corpo em um saco e o levou para as margens do córrego. Depois disso voltou para casa e à noite saiu para namorar”, disse o delegado.

Durante a coletiva, o delegado ressaltou que o adolescente é uma pessoa fria, que não demonstrou nenhum tipo de arrependimento. “Trata-se de uma pessoa calma, tranquila, que chega até a ser fria em alguns momentos”. Ainda conforme a polícia, a princípio, a família do menor não teria conhecimento do crime e também não desconfiou de nada.

O adolescente ficará à disposição da Justiça. Por motivo de segurança, o local para onde ele foi levado não será divulgado.

Reconstituição
Uma multidão se reuniu nas ruas de Bom Sucesso na tarde desta quinta-feira (29) para a acompanhar a reconstiuição da morte da menina Camila Graziele dos Santos Vitoriano, de 5 anos. Cerca de 100 pessoas foram até o local da reconstituição, que começou pela casa do suspeito do crime, um adolescente de 17 anos, que era vizinho da menina. Camila foi assassinada com 12 facadas no mês de outubro.

Segundo o pai da menina, Vânder Ferreira Vitoriano, o adolescente frequentava a casa da família. “Ele frequentava nossa casa e inclusive quando a Camila sumiu, a mãe dele esteve lá rezando junto conosco. Eu quero justiça. Eu nem sei o que é isso (o adolescente)”, disse o pai da menina se referindo ao suspeito que foi preso.

Multidão acompanha reconstituição de morte de menina em Bom Sucesso. (Foto: Samantha Silva / G1)Multidão acompanha reconstituição de morte de menina em Bom Sucesso. (Foto: Samantha Silva / G1)

Por volta de 15h30, o suspeito chegou até à casa dele para a reconstituição. Dentro de um carro da Polícia Civil, o suspeito quase não foi visto. Mesmo assim, a população se revoltou aos gritos de “assassino” quando o veículo passou pelo local. Depois de ir à casa, o suspeito foi levado pela polícia até o córrego onde o corpo da menina foi abandonado. Jornalistas e populares foram impedidos de acompanhar a reconstituição de perto e por isso, muita gente se aglomerou em cima de um morro para acompanhar a movimentação de longe.

Policiais fazem reconstituição de crime em córrego onde corpo foi encontrado. (Foto: Samantha Silva / G1)Policiais fazem reconstituição de crime em córrego onde corpo foi encontrado. (Foto: Samantha Silva / G1)

O crime
Segundo a Polícia Civil, o adolescente matou a criança para evitar que ela o denunciasse por estupro. Ele era vizinho da garota e já estava sendo investigado por ter sido visto com ela antes do desaparecimento, que aconteceu no dia 16 de outubro.

A confirmação de que o rapaz é o responsável pela morte da garota se deu a partir dos resultados dos exames de DNA feitos com materiais colhidos do corpo da criança e comparados com a saliva do suspeito.

Diante das provas, o menor confessou o crime e contou que agiu sozinho, isentando a mulher que estava presa desde a data do crime e que teria sido vista com Camila. Ela foi liberada logo após ficar claro que ela não tinha relação nenhuma com o crime. O namorado dela, que à época havia sido detido, também não teve envolvimento com o crime.

O caso
A menina Camila Graziele Santos Vitoriano, desapareceu no dia 16 de outubro, na porta de casa, em Bom Sucesso (MG) e foi encontrada dias depois por um tio e dois moradores que faziam buscas na região.

Ela estava dentro de um saco à beira de um córrego próximo da casa da família. As roupas que a menina usava quando desapareceu estavam dentro de uma sacola junto à vítima. A polícia acreditava que o corpo tenha sido colocado perto do córrego há poucos dias, já que a área foi uma das primeiras onde os moradores realizaram buscas.

O laudo sobre a morte de Camila afirma que ela teve hemorragia interna, traumatismo craniano e 12 perfurações feitas com faca. Até então, a polícia suspeitava que a menina havia sido sequestrada. As hipóteses mais prováveis eram de tráfico de crianças, transplante de órgãos, trabalho escravo ou adoção ilegal.

Corpo de criança foi encontrado dentro de um saco em Bom Sucesso. (Foto: Reprodução EPTV / Devanir Gino)Corpo de criança foi encontrado dentro de um saco em Bom Sucesso. (Foto: Reprodução EPTV / Devanir Gino)

Moradores da pequena cidade de pouco mais de 17 mil habitantes se mobilizaram espalhando cartazes com a foto da menina pelo comércio da cidade e nas redes sociais. Apesar da suspeita de que a menina tivesse sido sequestrada, a polícia concentrava as buscas pela zona rural do município.

Juiz pede DNA para pais que registraram filha como menino

Do R7

Reprodução Rede Record Criança foi retirada dos pais biológicos depois de fraude em documento

 

 O juiz da cidade de Senador Canedo, na região metropolitana de Goiânia (GO), pediu um exame de DNA para os pais da menina de quase dois anos que foi registrada como Samuel. O pedido foi feito para que uma nova certidão de nascimento seja feita.

A mãe alterou um documento emitido pelo hospital, logo após o nascimento da criança, indicando que ela era do sexo masculino. O cartório que fez a certidão de nascimento registrou o bebê com o nome escolhido pela mãe. Desde o nascimento, ela raspava a cabeça da garota e usava roupas masculinas.

Quando surgiu a dúvida, uma tia aproveitou um momento de distração da mãe para conferir o sexo do bebê e viu que se tratava de uma menina. Depois de descoberta a fraude, a mãe alegou que fez isso porque foi abusada quando era pequena e tinha medo que algo do tipo acontecesse com a filha.

A criança foi entregue a uma família substituta até que a Justiça decida o destino dela. O cartório que registrou a certidão com o sexo errado pode ser punido. Provisoriamente, os novos pais chamam a menina de Cristina, mas a mãe biológica deve definir o nome.

O juiz pediu ainda que o pai e a mãe passassem por uma avaliação psiquiátrica e psicológica antes da abertura de um novo pedido de guarda dos dois. Como o caso corre em segredo de Justiça, não há informação de quando o DNA deve ficar pronto ou o laudo do estado de saúde mental dos pais. 

Professor acusado de estupro é encontrado morto dentro da Delegacia de Luzilândia

O drama da pedofilia em Luzilândia teve mais um desfecho igualmente trágico. Dois homens foram presos na manhã do último domingo (27), acusados de terem praticados estupro em uma adolescente. Um dos acusados pelo crime exercia a profissão de  professor da rede estadual de ensino do município e teria cometido suicídio na cela da delegacia da cidade. O outro preso é tio da criança abusada.

C.C.A, hoje com 12 anos, e abusada sexualmente desde os cinco, pode ter esperanças de uma vida normal, sem estupros e se livrar dos tormentos psicológicos devido os constantes molestamentos perpetrados por pelo menos dois pedófilos, da rede que existe em Luzilândia.

Elito CarvalhoUm dos acusados da pratica do crime é Elito Carvalho de 23 anos de idade que já havia sido catalogado pela Policia, que segundo as primeiras informações violentava a sobrinha desde os cinco. ELito foi preso em flagrante na manhã do último domingo, estuprando a adolescente, 7 anos depois.

A adolescente C.C.A. depois do triste episódio passou a ser assistida pela equipe do Conselho Tutelar de Luzilândia, que tem a frente como Presidente Wagner.

Vale ressaltar que logo após a prisão do tio, ela revelou nomes de outros algozes quando a polícia chegou a Natanael Lopes Bezerra, o “Natan”, de 33 anos, e o prendeu pela segunda vez. A última vez foi por ordem do então Juiz Titular da Comarca Local, Dr. Carlos Eugênio de Macedo, após denuncia de outra adolescente, que seria aluna do acusado. Além da acusação, ele detinha farto material pornográfico, mas na época a posse deste tipo de material não era crime, como hoje é. Ele era professor da rede pública municipal.

De acordo com informações de C.C.A, Natanael também era um dos que a estuprava. O nome de Natan também já constava na lista de averiguados como possíveis pedófilos do município. Natan pode ter se matado por volta das 14h30min na cela em que estava preso, na Casa de Detenção local. A forma como aconteceu o crime é todo de um suicídio, mas a perícia é quem deve dizer se houve auto eliminação ou homicídio.

Delegado Woshigthon AvelinoO outro preso encontra-se na delegacia de Luzilândia, onde é grande a aglomeração de pessoas. O inquérito é presidido pelo delegado de Luzilândia, Dr. Washington Avelino que pediu perícia e exames de corpo de delito na menina, além de requisitar os peritos do IML e do Instituto de Criminalística da capital para que façam a análise técnica científica da morte de Natan.

O suspeito Elito Carvalho, tio da criança vítima deste caso, vai ser indiciado por estupro de vulnerável e passará a ser formalmente acusado. Assim que for concluído o inquérito Elito deve ser transferido para a Penitenciaria Regional Luis Gonzaga Rebelo na cidade de Esperantina, em custódia.

LuzilândiaA expectativa na cidade é muito grande porque poderá surgir nas próximas horas nomes de outras vítimas, bem como, nomes de outros pedofilios.

Fonte: Luzilândia.com

Criança de 4 anos é esfaqueda por menina de 11 em condomínio

A criança de 4 anos esfaqueada por uma menina de 11 anos no condomínio Gandanhe, no bairro do Padre Zé em João Pessoa, apresentou melhora no quadro e foi transferida da UTI para o setor da enfermaria do Hospital de Trauma de João Pessoa. De acordo com assessoria do hospital, que confirmou a transferência, o quadro do garoto permanece regular.

A agressão que deixou a criança de 4 anos ferida aconteceu no último dia 19 de novembro, quando uma menina de 11 anos deu uma facada no abdômem do garoto após uma desentendimento com o pai da vítima. Na ocasião, a mãe da agressora afirmou que a menina era acostumada a flagrar brigas suas com o marido. Em uma delas a menina de 11 anos teria visto a mãe atacar o pai com uma faca.

A outra criança, de 11 anos, internada na UTI do Trauma que foi baleada no rosto no bairro do Varadouro quatro dias depois do esfaqueamento do menino de quatro anos, também apresentou melhora no quadro e foi transferido para a enfermaria. Seu estado de saúde é considerado regular.

O garoto de 11 anos foi baleado no rosto próximo enquanto brincava em um sítio no bairro do Varadouro. A família do garoto baleado havia informado à polícia na época que ele já tinha fugido de outro bairro, onde vinha sendo perseguido por facções criminosas. A polícia descartou tiro acidental.

Fonte: http://www.meionorte.com/noticias/policia/crianca-de-4-anos-e-esfaqueda-por-menina-de-11-em-condominio-189880.html

70% das crianças abusadas se transformam em adultos agressores

Ajude a quebrar o ciclo da violência.70% das crianças abusadas se transforma em adultos agressores”, esta é a mensagem desta campanha da ONG mexicana Save The Children. As imagens mostram claramente como esse ciclo é perverso e doloroso para todos os envolvidos.

No Brasil é assim: 19 anos depois do crime Beatriz Abagge é condenada, mas continua livre da cadeia

Foi condenada, neste sábado (28), a 21 anos e quatro meses de prisão a Beatriz Abagge, acusada pela morte do menino Evandro Ramos. Ela ainda pode entrar com recurso e aguardar a decisão em liberdade. Beatriz foi considerada mandante do crime realizado através de um ritual de magia negra em 1992, em Guaratuba, no litoral do Paraná.

Evandro Ramos Caetano, de seis anos, desapareceu em abril de 1992 quando ia para escola. O corpo dele foi encontrado cinco dias depois em condições, como afirmou o promotor de Justiça do Tribunal de Júri de Curitiba, Paulo Sérgio Markowisz de Lima, com lesões semelhantes às percebidas em sacrifícios de animais, como amputação de membros e retirada do coração.

Chorando, Beatriz Abagge saiu pela porta da frente do Tribunal de Justiça, acompanhada da mãe, Celina Abagge, e do advogado, Adel El Tasse, ela disse que ficou surpresa com a decisão do Júri. Eu não aceito, eu sou inocente e vou continuar gritando a minha inocência. Eu fui torturada para confessar um crime que jamais cometi. Eu sou inocente, afirmou.

Celina Abagge, que acompanhou a filha durante o julgamento, e desmaiou momentos antes do anúncio da sentença, disse que ficou indignada com o resultado. Eu nunca cometeria um crime desses. Eu não acredito mais na justiça, afirmou. Eu vou continuar minha vida. Se depender de mim este menino [Evandro] está vivo. Eu não o matei, completou Beatriz.

O advogado de defesa afirmou que vai recorrer da decisão. Foi um julgamento apertado. Foram quatro votos a três em todos os quesitos. O que fortalece a nossa intenção de apresentar o recurso, disse. A defesa tem cinco dias para ingressar com o recurso.

De acordo com Tasse, o recurso será fundamentado em cima de questões técnicas que vão, segundo o advogado, desde a incompetência absoluta do juiz, até o cerceamento da defesa, que teve pedidos de acesso a provas, a determinadas testemunhas e a realização de perícias, negados.

 

Julgamento
Esta é a segunda vez que Beatriz é julgada pelo assassinato e sequestro de Evandro, que teria sido morto em um ritual de magia negra encomendado por ela e pela mãe, Celina. O primeiro julgamento aconteceu em 1998 e foi o mais longo júri da história da Justiça brasileira [durou 34 dias]. Na época, mãe e filha foram consideradas inocentes porque não ficou comprovado que o corpo encontrado desfigurado em um matagal era de Evandro.

 

Tribunal do Júri - Foto: Reprodução/Adriana Czelusniak/Gazeta do PovoTribunal do Júri – Foto: Reprodução/Adriana Czelusniak/Gazeta do Povo

O Ministério Público (MP) recorreu da decisão e pediu um novo julgamento alegando que a perícia da arcada dentária e o exame de DNA que provavam que o corpo era do menino. Quase um ano depois, em março de 1999, o júri que absolveu Beatriz e Celina foi anulado pelo Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná.

A lei brasileira determina que o prazo máximo de prescrição de um crime é de 20 anos e, quando o réu faz 70 anos, o prazo conta pela metade, caso de Celina. Por isso, como se passaram mais de dez anos entre os julgamentos, ela não pode mais ser punida por este crime.

 

Beatriz e advogados durante julgamento - Foto: Reprodução/Joyce Carvalho/TerraBeatriz e advogados durante julgamento – Foto: Reprodução/Joyce Carvalho/Terra

Além das Abagge, outras cinco pessoas já foram julgadas. Francisco Sérgio Cristofolini e Airton Bardelli dos Santos, acusados de participar da morte, foram absolvidos em 2005. Os outros acusados [o pai-de-santo Osvaldo Marcineiro, o pintor Vicente Paulo Ferreira e o artesão Davi dos Santos Soares] tiveram dois julgamentos. O primeiro, em 1999, foi cancelado depois de sete dias, porque o advogado de defesa dos réus, Álvaro Borges Júnior, abandonou o plenário acusando o juiz Marco Antonio Antoniassi de cercear o amplo direito de defesa de seus clientes.

Eles foram novamente julgados em 2004 e condenados. A pena imposta a Marcineiro e Ferreira era de 20 anos e dois meses de prisão, por homicídio triplamente qualificado e sequestro. Soares foi condenado por homicídio simples, com pena de 18 anos de detenção.

Segundo a Secretaria de estado da Justiça, Marcineiro está em liberdade condicional desde dezembro de 2006, mesmo regime cumprido por Soares desde julho de 2005. Já Ferreira cumpre a pena em regime semi-aberto na Colônia Penal Agrícola, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.

O julgamento havia começado na sexta-feira (27) e foi retomado na manhã de sábado, quando então por volta das 18 horas, foi proferido a sentença.