Apontado como maior pedófilo do DF, homem é reconhecido por vítima após reportagem

Do R7

Vendo a imagem do suspeito na TV Record Brasília, uma das crianças abusadas o reconheceu e contou para sua mãeReprodução/TV Record Brasília

Edimar Julião da Silva, de 50 anos, é apontado como o maior pedófilo do Distrito Federal. Ele é casado, pai de dois filhos e foi preso por estupro de vulnerável na última quinta-feira (18). Em seu depoimento, o homem confessou à polícia que abordou mais de 20 crianças com idades entre sete e 11 anos, no Recanto das Emas (DF), no intuito de abusar sexualmente delas. Seis acabaram enganadas pelo pedófilo.

Vendo a imagem do suspeito na TV Record Brasília, uma das crianças abusadas o reconheceu e gritou por sua mãe: “Olha mãe, foi esse senhor, mãe, que abusou de mim depois de me oferecer um computador”. Sem se identificar, a família procurou a Record e contou o caso em detalhes.

— Ele abusou de mim, foi isso que ele fez. Eu fiquei aterrorizada, fiquei com medo. Ele não penetrou nela não, mas fez tudo que um homem faz. É muito revoltante, muito. Eu quero que ele fique muito tempo preso na cadeia, para ele aprender como é bom — contou a menina.

O homem trabalhava como pedreiro e não levantava suspeitas da família e dos amigos sobre o que fazia a cerca de dois anos na porta das escolas. Mas, para a polícia, Edimar “é uma pessoa doente”.

— Para um indivíduo desse não existe solução, não existe cadeia que dê resultado. O que deveria ter na nossa legislação seria uma castração química para que ele pudesse não ter mais atração física por crianças — diz o delegado Pablo Aguiar, responsável pelo caso.

Edimar é morador da Ceilândia, mas atacava crianças no Recanto das Emas no intuito de dificultar o trabalho da polícia. Ele tem uma neta de sete meses e afirmou que, por ser doente, poderia abusar sexualmente dela quando ela completasse sete anos.

Para pegar as crianças, o suspeito parava o carro na porta de escolas e dizia a elas que uma igreja local estava doando computadores para crianças carentes e chamava elas para irem até lá. Depois, ia para um local isolado e as obrigava a masturbá-lo.

— Não teve penetração. Nenhuma das crianças que estiveram aqui falou de penetração. Ele tinha medo de penetrar porque poderia ser pego por meio dos exames — explicou o delegado em entrevista ao R7 DF.

Edimar segue preso, aguardando julgamento e, em sua última entrevista, pediu desculpa as vitimas.

— Queria pedir desculpas a elas, que me perdoassem, meu Deus. Queria uma pessoa que me ajudasse, um tratamento para eu sair dessa porque se não eu vou me acabar.

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