Reviravolta: morte de bebê afogado passa a ser investigada como homicídio no DF

Do R7, com TV Record Brasília

A morte de uma criança de um ano e dez meses, que morreu afogada em um apartamento em Águas Claras (DF) em 2013, passou a ser investigada como homicídio pela Polícia Civil do DF.

Em setembro de 2013, a mãe adotiva da criança chamou o Samu para atender a criança que teria se afogado em uma banheira no apartamento. Ao chegar ao local, a equipe de resgate encontrou a criança deitada em uma cama e desacordada. O Samu tentou reanimá-la, mas o bebê não resistiu e morreu.

O caso foi registrado como acidente na 21ª DP, de Taguatinga (DF). No entanto, um laudo do IC (Instituto de Criminalística) apontou que a criança foi vítima de morte violenta por afogamento. O exame constatou ferimentos na cabeça e na sola do pé. No braço esquerdo havia perfurações de agulha que, segundo o laudo, sugere que alguém especializado teria tentado socorrê-lo.

No local também foram encontradas manchas de sangue em um lençol e a banheira ainda molhada. O que chamou a atenção dos peritos é que, apesar de a criança ter morrido por afogamento, o corpo e as roupas da criança estavam secos. Os machucados estavam com curativos, como se alguém quisesse esconder os ferimentos.

Após a liberação do laudo, o caso passou a ser investigado pela Coordenação de Homicídios. A Polícia Civil informou que não vai comentar as investigações.

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