No AP, cabeleireiro é preso suspeito de estuprar irmãs de 8 e 12 anos

Do G1 AP

Ivanaldo Barbosa, de 42 anos, foi preso na tarde desta segunda-feira (17) (Foto: Dyepeson Martins/G1)Ivanaldo Barbosa, de 42 anos, foi preso na tarde desta segunda-feira (17) (Foto: Dyepeson Martins/G1)

O cabelereiro Ivanaldo Barbosa Pinheiro, de 42 anos, foi preso em flagrante na segunda-feira (17), suspeito de abusar sexualmente de duas irmãs, de 8 e 12 anos, dentro do salão de beleza onde trabalha, no bairro Pacoval, Zona Norte de Macapá. Ele negou as acusações. As vítimas, no entanto, afirmaram que o suspeito ofereceu dinheiro para que elas entrassem no estabelecimento. ‘A gente estava passando e ele ofereceu R$ 30 para a gente entrar e brincar no celular dele’, contou a menina de 12 anos, ao lado da irmã e da mãe.

Ao lado da mãe, irmãs disseram que o suspeito ofereceu dinheiro para entrarem no salão (Foto: Dyepeson Martins/G1)Ao lado da mãe, irmãs disseram que o suspeito ofereceu dinheiro para entrarem no salão (Foto: Dyepeson Martins/G1)

Segundo informou o conselheiro tutelar Iran Costa, Ivanaldo foi autuado no momento em que tirava as roupas da menina de 12 anos. “Recebemos uma denúncia anônima e fomos até o salão. Entramos escondidos e quando chegamos no banheiro ele [suspeito] estava nu com a menina, enquanto a irmã dela estava trancada na sala”, reforçou.

Iran Costa, conselheiro tutelar (Foto: Dyepeson Martins/G1)Iran Costa, conselheiro tutelar
(Foto: Dyepeson Martins/G1)

O suspeito negou as denúncias e disse que havia convidado as irmãs para lhe “ajudarem na manutenção do telhado” do salão de beleza. “Eu só chamei elas para ver se tinha alguma telha quebrada, estava preocupado com infiltrações. Daí quando eu fui buscar uma escada para ela [menina de 12 anos] subir no telhado, apareceram os policiais e me prenderam. É tudo mentira”, disse Ivanaldo, que é casado e tem dois filhos.

Ivanaldo Barbosa foi apresentado na Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM) e posteriormente seria encaminhado para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).

Revolta
A mãe das vítimas, uma feirante de 49 anos, disse que “não tem palavras” para descrever a revolta ao saber do possível abuso. “Agora eu quero justiça. Nunca vi esse homem na vida, nem minhas filhas”, indignou-se.

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