Importante!

O que é abuso sexual contra crianças?

Tocar os genitais de uma criança para prazer sexual ou outra razão desnecessária;

Fazer uma criança tocar os genitais de outra pessoa;

Colocar objetos ou partes do corpo dentro da vulva, vagina, boca ou ânus da criança para prazer sexual ou outra razão desnecessária;

Mostrar pornografia para uma criança;

Mostrar os genitais a uma criança; Fotografar criança em poses sexuais; Encorajar crianças a assistirem atos sexuais ao vivo ou em filme;

Observar (voyeurismo) crianças se vestindo ou usando o banheiro, em geral sem o conhecimento da criança.

Como identificar que uma criança pode estar sendo vítima de abuso sexual?

Alguns destes sintomas ou comportamentos podem aparecer em momentos estressantes da vida de uma criança, como divórcio, morte de membro da família, ou por problemas na escola.

Cada sinal em separado não quer dizer que a criança possa estar sofrendo abuso, mas se você observar vários deles ao mesmo tempo, é uma indicação de que você deve se preocupar e se informar sobre como agir.

Pesadelos, problemas para dormir, medo do escuro e outros distúrbios do sono;

Medo excessivo de “monstros”;

Perda de apetite ou problemas ao comer ou engolir; Mudanças súbitas de humor: raiva, medo, introspecção…;

Medo de pessoas ou lugares (demonstrando relutância em ficar sozinho com determinada pessoa ou mudança de humor na presença de determinada pessoa);

Problemas estomacais freqüentes sem razão identificável;

Regressão de comportamento (ex. fazer xixi na cama ou usar chupetas depois da idade em que isso normalmente acontece);

Atividades sexuais com brinquedos ou outras crianças ou pedir a amigos e irmãos para se comportar sexualmente;

Nomes novos para partes íntimas do corpo;

Recusar-se a falar sobre um “segredo” que tem com um adulto ou criança mais velha;

Ter dinheiro inesperadamente;

Se cortar ou queimar propositadamente, quando adolescente;

Machucados, vermelhidão, sangramento ou dor inexplicáveis nos genitais, ânus ou boca;

Corrimentos ou fluidos leitosos na área genital.

Sinais de alerta

Os seguintes comportamentos em adultos ou adolescentes podem indicar que são molestadores:

Recusa-se a deixar que a criança estabeleça seus próprios limites;

Insiste em abraçar, pegar, beijar, brincar, fazer cócegas ou segurar uma criança mesmo que ela não queira;

Insiste em ficar – ou dá um jeito de ficar – sozinho com criança, sem interrupções;

Passa a maior parte do seu tempo livre com crianças e demonstra pouco interesse em ficar com pessoas da sua própria faixa etária;

Se oferece freqüentemente para tomar conta de uma ou mais crianças de graça;

Compra presentes caros para crianças ou lhes dá dinheiro sem razão aparente; Freqüentemente entra no banheiro quando crianças ou adolescentes o estão usando;

Permite consistentemente que crianças ou adolescentes se saiam sem punição por atos impróprios;

Conversa sobre atividade sexual de crianças ou adolescentes;

Fala sobre fantasias sexuais com crianças ou adolescentes e não demonstra conhecimento do que é ok para com crianças;

Foi vítima de abuso sexual quando criança e não quer lidar com isso (se recusa a falar, fazer terapia, tratamento, etc..);

Olha pornografia infantil ou junto com crianças; Pede ao seu parceiro sexual que se vista como criança com freqüência;

Freqüentemente tem uma criança como “amigo especial”;

Faz piada sobre partes do corpo da criança ou chama a criança por nomes sexuais, como “garanhão”, “vadia”, etc..

A maioria das informações acima foram tiradas do site Stop It Now, americano.

No site da Abrapia, uma das matérias diz que no Brasil, por falta de estatísticas e divulgação, tanto os médicos como a sociedade não acreditam que o abuso sexual ocorra aqui com tanta freqüência, o que pode ser facilmente desmentido pelos dados que você leu no início desta página.

Para prevenir:

As principais recomendações são que:

– a partir de um ano e meio, a criança comece a receber noções sobre o seu corpo;

– a partir dos 3 anos, os pais expliquem quais são os órgãos sexuais e ensinem aos filhos a reagir a qualquer tentativa de abuso

– sempre se ouça o que a criança tem a dizer, por mais absurdo que seja.

Mantenha um diálogo aberto e franco com seus filhos, com as crianças. – no caso da criança dizer que está sofrendo abuso, não fazer drama ou escândalo, não duvidar.

Reassegurar a criança que não é culpa dela, nem é errado ela dizer isso a você e procurar resolver a situação o mais rápido possível.

– investir na auto-estima das crianças (elogios, afirmação do seu valor, dar atenção, respeitar, etc..)

– prestar atenção no comportamento de adultos que a rodeiam

Tanto a criança, vítima do abuso, sua família e o abusador devem passar por terapia, tratamento psicológico adequado. Alguns destes sintomas ou comportamentos podem aparecer em momentos estressantes da vida de uma criança, como divórcio, morte de membro da família, ou por problemas na escola. Cada sinal em separado não quer dizer que a criança possa estar sofrendo abuso, mas se você observar vários deles ao mesmo tempo, é uma indicação de que você deve se preocupar e se informar sobre como agir.

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