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Na última semana, uma bebê recém-nascida foi encontrada enterrada viva na floresta de Mandleshwar, na Índia. A menina, que havia nascido há apenas um dia, estava enrolada em um pano e sangrava intensamente pelo nariz e pela boca.    

A menina foi encontrada no dia 29 de junho por Radheshyam Kevat e Jagdish Mangilal, que estavam trabalhando na área e ouviram o choro da bebê   

   'Nós ouvimos uns ruídos e pensamos que era de algum animal, mas depois percebemos que se parecia com o choro de um bebê e fomos ver o que estava acontecendo”, disse Jagdish.A polícia acredita que este é mais um dos vários casos de infanticídio de meninas, uma prática muito comum na Índia, onde as mães preferem ter filhos homens. Um relatório da Unicef de 2006 revelou que 10 milhões de meninas foram mortas, antes de elas nascerem ou imediatamente após o parto, por seus pais na Índia desde 1986 “Nós ouvimos uns ruídos e pensamos que era de algum animal, mas depois percebemos que se parecia com o choro de um bebê e fomos ver o que estava acontecendo”, disse Jagdish.

A polícia acredita que este é mais um dos vários casos de infanticídio de meninas, uma prática muito comum na Índia, onde as mães preferem ter filhos homens. 

Um relatório da Unicef de 2006 revelou que 10 milhões de meninas foram mortas, antes de elas nascerem ou imediatamente após o parto, por seus pais na Índia desde 1986

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Equipes de regate salvaram na madrugada do dia 23 de junho um recém-nascido que estava preso dentro de um cano em Alicante, na Espanha. 

A criança, ainda com o cordão umbilical, foi encontrada dentro de um saco plástico com um buraco para respirar. De acordo com o tabloide inglês The Sun, a mãe do bebê, de 26 anos, foi presa por suspeita de tentativa de assassinato.

Ela alega que cometeu o crime por não ter dinheiro para fazer um aborto, prática legalizada na Espanha. Segundo os policiais, antes de cometer o crime, ela tinha se internado no hospital no dia 21 do mês dizendo ter sofrido um aborto espontâneo.

O recém-nascido de 2,1 kg foi encaminhado para o hospital com um braço quebrado e ferimentos no corpo. Apesar do estado grave de saúde, os médicos disseram que ele não corre o risco de morrer.

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Um recém-nascido caiu em uma tubulação de esgoto na Província oriental de Zhejiang, na China, no dia 29 de maio. De acordo com a polícia, o caso foi acidental e a mãe não será indiciada. Apesar do sufoco, a criança sobreviveu ao incidente.

A mãe da criança, uma mulher solteira de 22 anos, escondeu a gravidez e deu à luz de maneira surpreendente quando estava em um vaso sanitário estilo turco. O recém-nascido caiu na tubulação e ficou preso.

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Os serviços de resgate demoraram mais de uma hora para cortar o trecho da tubulação de 10 cm de diâmetro, utilizando serras e alicates para retirar o bebê. 

O bebê de 2,3 kg permaneceu preso de duas a três horas e sofreu alguns cortes no rosto, pernas e braços. A criança foi levada para um hospital e colocada em uma incubadora. 

O diretor do hospital, Wu Xinhong, disse que o bebê está bem e pronto para receber alta.

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Uma imagem publicada na internet está provocando a ira dos neozelandeses. Uma mãe teria deixado seu filho, um bebê de poucos meses, sozinho trancado em um carro no estacionamento de um supermercado, no dia 23 de março, com um bilhete explicando que ela tinha ido fazer compras.   

A mensagem incluía o número do celular da mulher e pedia para que alguém telefonasse caso fosse necessário.   

As informações são do tabloide britânico Daily Mail.  

Um homem que passava pelo estacionamento tirou uma fotografia do bebê dormindo e publicou na internet.   No bilhete é possível ler: “Minha mãe está fazendo compras, ligue para ela se eu precisar de algo”.  

Pelas leis da Nova Zelândia, deixar crianças de menos de 14 anos sozinhas pode acarretar uma multa de cerca de R$ 3.300.

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Um bebê de dez meses e seu irmão de dois anos foram encontrados mortos no banheiro após a mãe das crianças, Miranda Hebble, pegar no sono e dormir durante dez horas. Miranda tinha 22 anos quando o caso aconteceu, em 2008, em Perth, na Austrália. 

Segundo o inquérito, ela passava por uma rotina exaustiva, uma vez que o filho mais novo sofria de insônia e fazia com que a mãe passasse muitas horas acordada. Miranda também não apresenta histórico de problemas mentais nem abuso de drogas ou bebidas.    

Ao acordar, a jovem encontrou Malachi, bebê de apenas dez meses, flutuando e com hematomas no rosto, enquanto Lochlan, de dois anos, permanecia deitado no chão com sangue saindo de sua boca.   

Ao ligar para o serviço de emergência, a mãe disse que havia “apagado”

 

 

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