Menina de 4 anos é estuprada e morta em Xapuri

Por Raimari Cardoso

 

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Foi neste cubículo que a garota Maiquele Nonato de Oliveira, de apenas 4 anos, foi barbarizada pelo dependente químico Jaisson Moreira de Moura, o Pitbull, 27. A menina foi atraída com doces e atacada de maneira selvagem a cerca de 30 metros de sua casa.

Na rua onde está localizada a casa da família da vítima, em um dos locais mais pobres de Xapuri, um aglomerado de pequenas casa de madeira que recebeu o nome de conjunto Armando Nogueira, o clima é desolação. A maioria das residências estavam fechadas nessa manhã.

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A casa onde o crime ocorreu (acima) estava sendo utilizada por empréstimo por uma irmã do acusado. Na manhã deste domingo (20), ela fazia a mudança depois de ter tomado conhecimento de que o pai da garota morta pretendia atear fogo à residência. Uma guarnição da Polícia Militar fazia a segurança do local.

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Ao lado de uma geladeira, alguns panos e um travesseiro com o qual, provavelmente, a menina foi morta depois de ser violentamente estuprada. A cena do crime era fortíssima e abalou os policiais militares que encontraram o corpo. Um deles relatou um sentimento muito forte de revolta, indignação e impotência diante da situação em que a criança foi encontrada.

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No chão, as marcas de sangue e de fezes resultantes da dilaceração do pequeno corpo da menina. Minha intenção não é de chocar as pessoas, muito menos de sensacionalizar o fato, mas confesso que desejo reforçar o asco e a indignação que a atitude desse maníaco causa na população. É necessário se chamar a atenção também para o abandono e a negligência a que muitos pais submetem seus filhos inocentes.

O pai da vítima, Antônio Nonato de Oliveira, segundo pessoas conhecidas da família, também é usuário de drogas, apesar de apresentar, de acordo com os mesmos relatos, comportamento pacífico e de não estar envolvido com outros tipos de crimes. Do vício teria nascido a relação entre ele e o assassino de sua filha.

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A mãe, Marinalva da Silva de Oliveira, 42, mesmo sabendo que Pitbull já havia feito vítimas, tolerava a presença do estuprador nas imediações de sua casa e chegou a preparar um caldinho de tambaqui para que o assassino, que bebia ali por perto, “tirasse o gosto” pouco tempo antes de atrair a garota para a armadilha fatal. Acima, a casa que foi o último lar da pequena Maiquele.

Acusado foi preso em flagrante pela polícia. Corpo da vítima estava no interior da casa do ex-presidiário Jaisson Moreira.

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